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O que nos inspirou a criar este espaço foi resumido pelas palavras de JESUS em João 12:46 à 50, e foi também nossa primeira postagem. Espero que possamos cumprir o propósito desta obra, que é: levar a palavra e a verdade ao alcance de todos, e poder propiciar um espaço destinado à paz, à caridade, ao conforto e ao convívio dos cristãos. Segundo a URLmétrica estamos na posição 605.892 (antes 599.772º há 5 anos) no ranking do Brasil, entre vários milhões de sites existentes! Mas segundo o Google, são 1.113 visitas no mês passado. Obrigado aos mais de 59,2 mil visitantes nos 8 anos e 8 meses, numa média de 569 acessos por mês. Obrigado Jesus!
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A grandiosidade de DEUS

A grandiosidade de DEUS
Via láctea, presente divino

quinta-feira, 21 de julho de 2011

O verdadeiro amigo é aquele que ama como Jesus!

Num tempo onde impera a mentira e tantas formas de desamor, fruto da interferência do Inimigo na vida das pessoas, onde é comum confundir-se amor com  paixões doentias guiadas pelo egoísmo, pelo sexo e prazeres momentâneos e inconstantes (com as pessoas através de tentativas frustradas e desprovidas de verdadeiro afeto, agindo como se apostassem numa loteria e descartando as outras, quando e como lhes convém, esquecendo que o amor é construção contínua na presença de Cristo).  Onde se abandona a verdade e o sagrado para viver sem limites e sem sentimentos perenes numa falsa liberdade, totalmente sem compromisso, e encara-se como felicidade uma sensação que não resiste ao dia seguinte sendo fruto do exagero e de estímulos externos insustentáveis sejam psicológicos ou químicos (drogas, álcool, etc.), ao invés de representar um estado de espírito sustentado na vivência de experiências das verdadeiras formas de amor e que tocam nossa alma.

É comum, pois para todos que estão inseridos num sistema de falsos valores como os que listamos, encararem como amizade os mais triviais relacionamentos (inclusive os que nem de longe são permeados pelo amor).  Não há amizade sem amor!  O verdadeiro amigo é Jesus e estará sempre guiando as boas relações!

Aquela pessoa que convive com você só nos momentos festivos, nas ocasiões onde prevalecem uma relação objetal (em que alguém é nada mais que um meio de satisfação ou objeto de prazer para o outro, ou outros, não importa em que nível de troca se dá ou a que prazer pode se referir), ou quem se abstém de dedicar afeto, preocupação, envolvimento e comprometimento com aquele a quem chama de amigo, e faz questão de ignorar as suas necessidades e dificuldades, este não pode ser visto como amigo, nem há uma amizade no sentido pleno numa relação com tais características.   

Neste momento em que focamos o amigo, vem bem a propósito, e queremos relembrar a todos as bases de sustentação e o sentimento que norteia a verdadeira amizade.  São palavras de ninguém menos que Jesus Cristo, o verdadeiro amigo, que não cessaremos de repetir e destacar, e que são bem expressas e sintetizadas em uma das passagens mais lindas do Evangelho de João:

João 15:12-14

"O meu mandamento é este: amem-se uns aos outros, assim como eu amei vocês. Não existe amor maior do que dar a vida pelos amigos. Vocês são meus amigos, se fizerem o que eu estou mandando."


Sob a perspectiva cristã o amigo tem características evidentes e centradas no amor que disseminou Jesus:

Amigo é aquele que ama tão profundamente que é capaz de sacrificar-se pelos seus amigos.
Sacrificar-se não é necessariamente dá a vida, mas privar-se da companhia do amigo ou de um aspecto do relacionamento, de um bem ou benefício, para permitir que o amigo possa viver algo importante e que o leve ao bem estar e a felicidade. 

Amigo é todo aquele que movido pelo amor de Jesus é capaz de partilhar este amor através de gestos e ações concretas, e se faz presente em nossas vidas, nos acolhem sem julgamentos, não ficam apenas nas aparências e vão mais fundo em nossos corações.   Não quer dizer que vai nos impedir de viver, ou mesmo vai viver por nós, mas basta que não se permita abalar por nossos erros e falhas a ponto de deixar-nos a própria sorte, ou até mesmo nos desprezar sob qualquer circunstância, lembrando que um bom amigo luta para superar toda adversidade e recorrerá sempre ao amor (em especial a Deus) para manter-se junto a quem ama.

Amigo é quem pode sofrer com nós, é capaz de viver conosco as dificuldades sem perder a perspectiva do caminho que nos retira do sofrimento, suporta as injustiças e a incompreensão (mesmo quando o que deseja e faz é para o nosso bem), e ainda assim se dispõem a ajudar-nos a trilhar este caminho e não apenas para ver o ente restaurado e seguindo rumo a um objetivo melhor, verdadeiro e duradouro.
Sofrer e partilhar não é participar de alguns momentos e se esquivar de agir efetivamente em prol do bem do outro, não é ficar na superfície, em mesas de bares, na curtição e em busca de compensações mesquinhas, que muitas vezes  expõe ao mal aqueles que dizemos amar e que levam a destruição da pessoa e da alma. 

Amigo é aquele que abre mão do que lhe é essencial, se isto representar o bem e um verdadeiro gesto de confiança, de auxílio a quem tem por amigo e já não consegue caminhar por si mesmo. Há amizade entre os que pensam só poder dedicar um tempo específico a o outro?  Ou impor condições e requisitos para destinar amizade ou se por a serviço do outro? E quando já não encontramos gestos de amor e incapazes de nos erguemos por nós mesmos, e estando mergulhado em situações que nos confundem, cegam, desanimam, ou nos prostram de tal forma sem forças que nem conseguimos mais pedir ajuda?

Certamente há inúmeras formas de definir uma verdadeira amizade, mas na raiz de todas está como já dissemos o amor de Jesus, e é por isso mesmo que hoje necessitamos cada vez mais desta percepção, para que a amizade possa estar presente nas mais diversas relações, tais como entre: casais; pais e filhos; entre os irmãos; entre os que trabalham juntos; entres as pessoas de uma maneira geral.

Imaginemos uma situação trivial, para melhor exemplificar a amplitude do que dissemos:

Um grupo de pessoas que convivem em um mesmo ambiente, escola, ou trabalho, ou vizinhança, etc.  Que costumam sair juntas e freqüentam bares, clubes e outros ambientes, e com certa habitualidade elas consomem bebidas até altas horas da noite ou madrugada, e dentre elas alguém conduz um veículo mesmo tendo ingerido álcool (contrariando leis e se expondo a responsabilidades civis; ou a mercê de acidentes que podem envolver todos, só ele mesmo, e/ou terceiros).  Pergunto há uma amizade verdadeira entre os que se permitem isto?  E quando as circunstâncias são ainda mais difíceis, onde após toda uma noite de curtição aquele que vem desgastado e com reflexos alterados, deve guiar por  longas distâncias em áreas pouco povoadas e sob condições adversas (estrada, condição do veículo, chuva, etc.). Aos que permitem que após se divertirem juntas uma das pessoas faça tal coisa, não importa se só ou acompanhada, podem ser chamados de amigos?

Amigo é aquele que ama tão profundamente que é capaz de sacrificar-se pelos seus amigos.

Não há sacrifício quando ratificamos quem está agindo de forma errada: há estupidez; omissão; desespero; ignorância;  permissividade; cumplicidade; interesses outros; desamor e egoísmo!

Quando viciados se reúnem para partilharem de uma rodada de drogas e delírios não há amizade, há o que citamos antes (os falsos valores, as mentiras do Inimigo), há uma sessão de maldade mútua e conjunta, de mutilações da alma!

Este texto pode não apresentar uma estrutura bem elaborada e de uma estética simpática, mas retrata a valorização de sentimentos que expressamos sinceramente, e que visam ajudar os que lêem a perceber a extensão que precisamos dar aos nossos gestos de amor e de entrega a Palavra de Deus.

Evangelizar e fazer sempre a opção por Jesus, pelo amor verdadeiro e ao próximo, é um ato contínuo e sem limites!  É se entregar de verdade a uma luta pelo bem maior de todos em todos os momentos, seja qual for a situação!

A paz de Jesus esteja com todos vocês!

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Feliz dia do amigo!


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Mensagem nossa:


A amizade significa muito mais que uma simples troca com pessoas com as quais temos contato.


A amizade é a oportunidade de abrirmos nossa vida a ser compartilhada, com momentos bons e também momentos difíceis, e esta acima de interesses e necessidades. 


A verdadeira amizade não é uma troca, mas um gesto de doação e amor sincero!


Há momentos em que ser verdadeiramente amigo é uma tarefa titânica, que precisa de muita graça e compreensão! Peço que nos entreguemos de coração a este gesto!


Que o verdadeiro amigo Jesus, nos transforme em pessoas capazes de imitá-lo bem nesta linda tarefa, amar o próximo, simplesmente amar!


Jesus os abençoe!




Saudemos a amizade!  Deixo-lhes uma linda mensagem de Ricardo Sá www.cancaonova.com


Mas que Dia do Amigo é este?


Com a enorme tentação de superficializar quase tudo, hoje é bom lembrar que Nosso Senhor diz que "já não nos chama de servos, mas de amigos" e que a Sagrada Escritura indica que "quem encontrou um amigo possui um tesouro". Listar os verdadeiros amigos, aqueles que a vida nos deu como dom, gente que nos diz a verdade e alimenta quem somos é tarefa obrigatória. É dia de declarar amizade! Assim que puder, contate os amigos pela fé, por Deus, na santidade.

Eu sei...Você não precisará de muito tempo, pois são poucos. Mas basta um só para que o tesouro seja completo!


Feliz Dia do Amigo!

Cobertura do Multirão Brasileiro de Comunicação - Muticom 2011

Reproduzimos a reportagem publicada no portal da Canção Nova em http://www.cancaonova.com/, como forma de destacar o evento de comunicação, e a tarefa de evangelizar através das novas mídias (Santissima Palavra).

Deus se comunica sempre com o homem, destaca teóloga

Kelen Galvan
Enviada especial ao Rio de Janeiro



cancaonova.com
Participantes refletem sobre Teologia da Comunicação
"A teologia se debruça sobre o mistério de salvação, que é um mistério de amor e de comunicação (...). Se refletirmos, em nós mesmos veremos sempre a Deus se comunicando conosco e com a humanidade". Foi o que afirmou a professora do Departamento de Teologia da PUC-Rio, Maria Clara Bingemer, em sua Conferência sobre Teologia da Comunicação, na manhã desta quarta-feira, 20, no 7º Mutirão Brasileiro de Comunicação (Muticom), no Rio de Janeiro.

A professora explicou que o Cristianismo é uma religião revelada - a revelação de Deus aos seres humanos - e uma religião do livro - pois tudo foi escrito na Bíblia. Portanto, a revelação cristã é histórica. "E na história poderemos ouvir a Palavra de Deus. O Povo de Israel foi lendo e percebendo os fatos que aconteceram em sua história, não como acontecimentos isolados, mas unidos num horizonte de um sentido maior, pois ali estava em pessoa o próprio Deus", afirmou.

Acesse.: Fotos do encontro no Flickr
Maria Clara destacou que a fé cristã diz que, na origem, está o maior mistério de comunhão e comunicação: a Santíssima Trindade - Pai, Filho e Espírito Santo. "Isso nos mostra que nosso Deus não é solitário, mas é comunhão, vida, participação de felicidade, família (...) em Três Pessoas distintas e que são um único Deus", explicou.
"É em Deus Trino que temos uma união, que não é uniformidade, uma Trindade na unidade, uma diversidade que não é divisão, uma distinção que não é anarquia. É um modelo único de viver, só Deus é assim. Nós, seres humanos, somos chamados a buscar essa comunicação. Somos imperfeitos, mas somos convidados a ver, querer e desejar essa comunhão que nos é proposta como modelo de vida", exemplificou a professora.
Deus se comunica na história, que não ocorre somente nas leis da necessidade, mas passa por um sentido maior, de "um Deus que deixa suas pegadas dentro da história". "Só existe uma história e a história da salvação é a nossa história", destacou.

A partir da mundança do Antigo Testamento para o Novo Testamento, a Palavra dá um salto qualitativo, afirma Maria Clara. "Deus começa a falar pelo Filho. N'Ele [Jesus Cristo], a primeira comunidade reconheceu e proclamou o Messias esperado. Em Jesus se vê a perfeição da comunicação entre Deus e a humanidade. Ele é, ao mesmo tempo, a Palavra e o perfeito ouvinte".

E o Espírito Santo é o intérprete da comunicação de Deus. "A Teologia afirma que o Espírito Santo, derramado em Pentecostes, habita em nós. E experimentar isso é a vocação de todo cristão e condição para viver sua vocação e missão no meio do mundo".
E concluiu que o Espírito Santo é a condição de possibilidade da nossa comunicação.

Participaram da mesa de debates também o reitor da PUC-Rio, padre Josafá Carlos de Siqueira, o professor do Departamento de Comunicação Social da PUC-Rio André Trigueiro, e o professor do Instituto de Psicologia da UFRJ Joel Birman.