Bem vindos! O Senhor precisa de nós em sua obra, participe!

O que nos inspirou a criar este espaço foi resumido pelas palavras de JESUS em João 12:46 à 50, e foi também nossa primeira postagem. Espero que possamos cumprir o propósito desta obra, que é: levar a palavra e a verdade ao alcance de todos, e poder propiciar um espaço destinado à paz, à caridade, ao conforto e ao convívio dos cristãos. Segundo a URLmétrica estamos na posição 605.892 (antes 599.772º há 5 anos) no ranking do Brasil, entre vários milhões de sites existentes! Mas segundo o Google, são 1.113 visitas no mês passado. Obrigado aos mais de 59,2 mil visitantes nos 8 anos e 8 meses, numa média de 569 acessos por mês. Obrigado Jesus!
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A grandiosidade de DEUS

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Via láctea, presente divino

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Eleições 2014: a responsabilidade do eleitor cristão - Radio Vaticana 01.10.2014

Com a esperança de que cada brasileiro católico ou não, possa compreender a mensagem proposta pela CNBB, objeto do artigo, sobre uma perspectiva equilibrada e conscientes do papel que tem cada cristão, entendendo que mais do que interesses individuais estão em disputa em meio ao processo eleitoral, o bem da coletividade, da nossa sociedade como um todo, e que se manifestam em ações e frutos palpáveis representados pela possibilidade de mais justiça e menos desigualdades.   Onde há sim a necessidade de mudanças, sem que tenham estás que se tornarem uma aposta, um ato desprovido de visão plena e do conjunto dos atores sociais envolvidos, que podem ou não levar a melhorias nos níveis de bem estar sociais, de forma mais ampla e abrangente social e geograficamente, que sem esta percepção e sem o reconhecimento do que de bom já foi construído, há uma possibilidade ainda maior de provocar enormes retrocessos que implicam em mais desigualdades, retornos a níveis de misérias e abandono social que com a graça de Deus ficam menos intensos a medida que prosseguimos nossa jornada como povo e nação, e afetam cada vez menos àqueles que já estiveram esquecidos por muito tempo privados de dignidade e submetidos a situações extremas.

Que Jesus Cristo abençoe à todos em suas ações!  E que o povo brasileiro entenda o significado do que nos foi revelado em Mateus 25, e que possa ser refletido e compreendido nos gestos dos  nossos governantes, e foi sintetizado nas palavras de Jesus: “tudo o que fizerdes a um destes pequeninos é a mim que o fazeis”.

Que o Espírito Santo de Deus ajude à todos escolher alguém que melhor reflita as palavras de Cristo, que apontam para os que tem compromissos verdadeiros nos gestos feitos em favor dos humildes.   Bom 2º turno no dia 26.10.2014

Comentários do BLOG 

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A seguir reproduzimos a íntegra o texto publicado na Rádio Vaticana, 01.10.2014

Eleições 2014: a responsabilidade do eleitor cristão - Radio Vaticana 01.10.2014

Cidade do Vaticano (RV) – Votar é direito e dever de todo cidadão. E o eleitor cristão, tem uma responsabilidade especial?
De acordo com a mensagem “Pensando o Brasil: desafios diante das eleições 2014”, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a escolha dos católicos deve ser iluminada pela fé e pelo amor cristãos, os quais exigem a universalização do acesso às condições necessárias para a vida digna de filhos de Deus.
Citando a Exortação Apostólica do Papa Francisco, a Evangelii Gaudium, os bispos recordam que uma fé autêntica – que nunca é cômoda nem individualista – comporta sempre um profundo desejo de mudar o mundo, transmitir valores, deixar a terra um pouco melhor depois da nossa passagem por ela.
Nossa fé requer que “todos tenham vida e a tenham em abundância” (Jo 10,10). Ao contrário disso, a CNBB constata que “nossos irmãos têm sido maltratados e muitos, inclusive, perderam e continuam perdendo a vida à espera de serviços públicos. Enquanto isso, outros se corrompem e enriquecem com recursos que deveriam ser destinados a políticas que atendam às necessidades do povo.
Somos chamados a empenhar-nos em viver o evangelho do Reino na esperança de vê-lo antecipado na terra, ainda que sob o signo da Cruz. Isso exige que trabalhemos pela superação dos sofrimentos atrozes vividos por aqueles que são sistematicamente excluídos e que não se veem respeitados em sua dignidade de pessoa humana.
O direito de representar os eleitores, que um candidato conquista nas urnas, tem de ser assumido pelo político como um dever de servir. Ao contrário disso, uma lógica perversa tem pautado a atuação de inúmeros eleitos, desvirtuando a finalidade da própria política que, ao invés de tratar do bem comum, se converte em espaço de conchavos e negociações espúrias”.
Em Roma, o Presidente da CNBB, Card. Raymundo Damasceno Assis, recorda aos ouvintes da Rádio Vaticano que voto não tem preço, tem consequências. Clique acima para ouvir a reportagem completa.
(BF/SP)

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

"Vá, e seja feito conforme você acreditou."

Não é fácil falar de questões de nossa realidade atual, enquanto sociedade, e que para muitos ainda são tidas como abstratas. 

Me refiro a alguns dos nossos mais íntimos e nocivos males cotidianos, que hoje estão presentes nas vidas de tantos jovens, principalmente, mas não exclusivamente e que se manifestam em sentimentos de desesperanças e alienação que levam a vidas vazias e sem futuro, mas também por atos concretos e extremamente negativos já, que pode causar a morte espiritual e física.

Não vamos concentrar nossa mensagem em aspectos relacionados ao surgimento em nosso meio ou nos indivíduos, é algo londo e de certa forma complexo, nem nos agentes motivadores e difusores, não de forma aprofundada, cremos ser mais útil e assim vamos procurar expor o essencial e dedicar mais atenção a como isto afetam as pessoas, e dentro da perspectiva cristã o que Jesus nos propõem para não sucumbir a cultura do mal onde estão as raízes da desesperança, desamor e da alienação (sobretudo da vida).

É como se hoje, por meio do "moderno" e socialmente aceito, seja em novos padrões sociais fomentados nos meios de comunicações e "entretenimento", "lazer" e "cultura", parte do dia-à-dia de todos nós, as pessoas fossem levadas a se contaminarem com doenças que não são facilmente perceptíveis, e sem se aperceberem disto, através de instrumentos de disfarces, de valores temporais, do privilegiar os instintos egoístas (no sentido dado pelo Apóstolo Paulo) e da difusão coletiva em nosso meio, são semeados por quem lucra ou se beneficia do que aos males estão relacionados e podem ser consumidos, materializados em uma "riqueza" triste e custosa.

Sejam produtos de tv, de cinema, de vestuário, escritos, consumíveis, sejam outros mais danosos e evidentes como drogas, álcool, fumo, "instrumento de prazeres" efêmeros e vazios que conduzem e levam também ao vazio as pessoas por dentro e por fora.

Isto vai induzindo muitos que estão presos em tais redes e teias, de hábitos, de produtos e de vivências, sentimentos fúteis e mesquinhos, sem valores, há internalizarem uma grande decepção, apatias as pessoas, aos sentimentos, as relações e até ao sagrado, suas vida e seus propósitos de existência.   Implanta-se e reforça-se continuamente formas de desesperanças e alienação, que culminam com a perda de amor, próprio, a vida e tudo mais.  Uma cultura sem esperança, sem fé, sem amor e sem Deus contrárias ao que diz Paulo nos versos escritos em I Coríntios 13:01-13.

Graças a tal obra nociva e semeadora de desesperança, que não é por acaso, mas fruto de um conjunto de ações e estratégias criadas por uns para manipularem muitos ao longo dos tempos, dominarem e obterem seus intentos, transformando pessoas em produtos também, em que são pautados desejos e emoções, fraquezas e confusões como instrumentos de tais intentos, assistimos legiões de pessoas sem fé no futuro, em si, em uma vida melhor aqui (não sem aflições) e na eternidade com Cristo.

Obras que transformam pessoas em objetos, mensurados, medidos e negociados, para serem conduzidos e explorados, e onde tantos passam a ser meros personagens, coadjuvantes de terceira em suas próprias vidas, ou simples expectadores a espera de um novo capítulo que não escrevem ou fazem de si o protagonistas, de seu futuro e de suas realizações e de uma vida feliz, boa e saudável, edificando uma existência ainda melhor, que para nós é algo para o  qual acena a fé cristã. 

Nos olhos de muitos jovens de nosso país vemos tristeza, dor, raiva, confusão, vemos alienação, e muitas vezes o filme de suas vidas se repetem sistematicamente em esquinas, mesas de bares, com alguém ou outros tantos sem importância, onde não se constrói relações duradouras ou laços verdadeiros e se multiplicam os sofrimentos, mergulhados em fantasias e mentiras propostas e ofertadas como única via para felicidade e realizações, gerando um vazio em corações e almas que os levam a desacreditarem de tudo, de todos e de si mesmos, quando confrontados com o própria existência e  suas obras.

Não queremos generalizar nem alimentar está falta de esperança, não traçamos perfis perfeitos nem explicamos todas as situações que afligem-nos nem se realizam em nos corações e mentes expostas a tantos e muitos outros males.  Nós apenas chamamos a atenção para algumas realidades cada vez mais presentes, e que nem sempre são fáceis de entender e visualizar mas que precisam ser tratadas.

Queremos dizer que este estado de descrença generalizado em alguns, que provoca uma verdadeira tortura, medo e agressão a vida e ao espírito, não pode, não deve e não vai prevalecer entre nós por muito mais tempo, porque é artificial, industrializados e fomentados, e contrariam o que cada um guarda no íntimo, uma semente do bem posta como dadiva e que nos liga entre nós e ao próprio Deus.

Cremos firmemente que há remédio para estes males, cremos que juntos podemos encaminhar soluções para os problemas e combater os que tentam se beneficiar com as dores e o sofrimentos alheios, mas não será possível se cada um de nós não fizer o seu papel de cristão, e por meio do amor de Cristo apresentar a verdadeira mensagem de esperança, fé e amor que vem de Deus, e por intermédio do Espírito Santo pode tudo durar e substituir a desesperança, a alienação e o desamor que destrói pessoas, muitas das quais queridas por nós.

A palavra chave é o amor (Jesus), a ação verdadeira é servir (Jesus), o caminho a seguir e a apresentar a cada aflito é ainda maior que a esperança, é a vida (Jesus), resgatando o amor próprio e assim também cada indivíduo, para juntos resgatar a sociedade, o povo para formar uma comunidade, a Igreja (Jesus).

Lembremos de alguns gestos que apontam e mudam realidades difíceis, Cristo nos revelou como (leiam Mateus 08 a 10):

"Senhor, se queres, tu tens o poder de me purificar." Jesus estendeu a mão, tocou nele e disse: "Eu quero, fique purificado."  (Mateus 08:02-03)

 "Vá, e seja feito conforme você acreditou." (Mateus 08:13)

"Ele tomou as nossas enfermidades e carregou as nossas doenças," (Mateus 08:17)

"Siga-me, e deixe que os mortos sepultem seus próprios mortos."  (Mateus 08:22)

Jesus Respondeu: "Por que vocês têm medo, homens de pouca fé?" (Mateus 08:26)

"Coragem, filho! Os seus pecados estão perdoados!" (Mateus 09:02)

Jesus virou-se e ao vê-la disse: "Coragem, filha! Sua fé curou você." (Mateus 09:22)

"Que aconteça conforme vocês acreditaram." (Mateus 09:29)


sábado, 6 de setembro de 2014

O DIFERENTE E O COERENTE - Pe. Zezinho 2012

Reproduzido na integra do site oficial do Pe. Zezinho


O DIFERENTE E O COERENTE


É sinal de sabedoria distinguir entre o velho e o ultrapassado, o novo e o certo, o diferente e o coerente. É falta sabedoria confundir santidade com novidade, ou com tradição. Santidade é questão de conteúdo e não de pirotecnias e olhos perdidos no infinito. Pode-se ser tocado pelo céu e profundamente místico, mantendo os olhos abertos para ver o que acontece ao nosso redor e perceber quem está precisando de nossa caridade.
Santo de olhos preferencialmente fechados é santo míope. Espera-se de quem crê em Deus e aceita Jesus Cristo como salvador, que saiba ler os acontecimentos e tenha preparo para ler os ponteiros e os números do painel da vida. Pseudo-piloto que senta no comando do avião mas não sabe ler aqueles ponteiros e números é tudo, menos piloto. De quem pretende voar e levar pessoas com ele espera-se que saiba ler os ventos, os mais de 200 dispositivos do painel, que conheça as leis da aerodinâmica e que saiba ouvir os outros pilotos do ar e os técnicos da terra. Quem voa sozinho e sem preparo não espere que Deus pilote o avião. Isso não é fé: é provocar Deus. A Bíblia é clara contra aqueles que inventam coisas e depois dizem que foi Deus quem disse ou quis. ( Jr 14,14; Mt 24,11). A coisa mais fácil do mundo é levar pessoas a crer como cremos. Também é fácil seguir um pregador que diz coisas gostosas e promete milagres e curas com garantia de data e local. Um expressivo número de seguidores de Jesus o abandonou quando ele disse algumas coisas difíceis de compreender ( Jo 6,64-67) Ele não retirou o que disse. Convidou os que ficaram a também irem embora, se estavam procurando conversa mole e fácil de seguir.
Paulo alerta Timóteo contra pregadores que se regem pelo aplauso. (2Tm 4,1-5).Disse claramente que no futuro muitos crentes cheios de comichão nos ouvidos correriam atrás de quem lhes coçasse os ouvidos com palavras agradáveis e promessas de solução vapt-vup e respostas pirlimpimpim acompanhados de pozinhos e objetos mágicos: toalhas, lencinhos, orações poderosas, óleo de Jerusalém, fronha dos sonhos, relíquia para fechar o corpo contra o demônio… Os objetos que poderiam servir para orar melhor tornam-se mágicos e a eles se atribui poderes que não têm. E não é coisa só de uma igreja; é de muitas, todas com pregadores que não primam pelo conteúdo da fé. Vale a sensação e o sensacional!
Correr atrás do diferente foi, desde sempre, o drama das religiões. Os hebreus, hoje judeus, lutaram e ainda lutam contra a mentalidade mágica de quem vai atrás da novidade e do diferente. Moises, irado, quebrou as tábuas da lei ( Ex 32,19) ao ver lá embaixo o povo a cultuar o diferente, porque o Javé que conheciam não estava resolvendo seus problemas. O irmão de Moisés ( Ex 32,35) criara um bezerro de ouro com ajuda do povo porque achava que o novo deus era a resposta que buscavam. (Ex 32,4) Estranhamente Moisés puniu os idólatras e não seu irmão que fora o mentor da idolatria! ( Ex 32,28).
Esse é o teu novo Deus, dizem os pregadores de todos os tempos. Quando não criam um novo Deus convencem os fiéis que o novo jeito de falar com Deus e de Deus é a resposta para as angústias do povo que quer respostas urgentes. Então canoniza-se algo não porque tem solidez, mas porque é novo e diferente!
O bezerro de outro idealizado pelo pregador Arão era a idolatria do novo, que é tão ruim quanto qualquer outra idolatria. Quando o urgente e o diferente sem pé nem cabeça entram no átrio dos templos o coerente costuma sair pela janela. Observe e conclua!

Pe. Zezinho scj