Bem vindos! O Senhor precisa de nós em sua obra, participe!

O que nos inspirou a criar este espaço foi resumido pelas palavras de JESUS em João 12:46 à 50, e foi também nossa primeira postagem. Espero que possamos cumprir o propósito desta obra, que é: levar a palavra e a verdade ao alcance de todos, e poder propiciar um espaço destinado à paz, à caridade, ao conforto e ao convívio dos cristãos. Segundo a URLmétrica estamos na posição 605.892 (antes 599.772º há 5 anos) no ranking do Brasil, entre vários milhões de sites existentes! Mas segundo o Google, são 1.113 visitas no mês passado. Obrigado aos mais de 59,2 mil visitantes nos 8 anos e 8 meses, numa média de 569 acessos por mês. Obrigado Jesus!
FELIZ 2019 A TODOS QUE NOS VISITAM!

A grandiosidade de DEUS

A grandiosidade de DEUS
Via láctea, presente divino

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Celebrar Cristo, é viver a sua palavra

Estamos num período festivo, onde os cristãos pelo mundo celebram o nascimento de Jesus, que conforme as Escrituras e os Evangelhos afirmam, é o filho de Deus e nosso salvador, que veio ao mundo para ser luz dos povos e caminho que conduz ao Pai.

Por esta razão, cabe algumas reflexões aos que se dizem cristãos, quando vemos igrejas e práticas tão diferentes entre si, e que levam muitos a confusões e erros que podem comprometer suas vidas e sua comunhão com Deus, por atos e condutas discordantes de uma vida em Cristo, e não apenas na forma de celebrar o natal, ele, ou seu significado e sua importância, mas na essência, na sacralidade do fato e seus personagens.

Vale ressaltar que até poderão alguns, levantar dúvidas quanto a nossa percepção e capacidades sobre as questões que vamos expor, mesmo que sem exageros e radicalismo, e que não estão desconectadas do que é expresso nos Textos Sagrados e nem do momento, e que assim legitima e torna sincera nossas preocupações, quem sabe nossa abordagem, se formos felizes em nos mantermos coerentes com nossa fé e com o que apreendemos cada vez que buscamos mais intimidade com Jesus.

As confusões, divergências, não são poucas, novas, nem simples, mas a medida que avançam os séculos e os acontecimentos, comprometem mais os destinos dos que esperam ou não em Cristo, a ponto de surgirem verdadeiras "aberrações" quanto a identidade, papel e significado do messias, ou mesmo seus propósitos e existência, com igrejas e ditos "cristãos" com idéias e visões fantasiosas ou muito distantes e diferentes daquelas presentes na Bíblia, e personificadas em Jesus. Como em episódios da década de 70 (1978), onde centenas foram mortos ou induzidos ao suicídio, ao seguirem um louco imoral e sua seita, Jim Johnes, um "pastor cristão" inicialmente, um americano seduzido pelo dinheiro, drogas, sexo e poder, e sua falsa doutrina de "curas milagrosas" organizada como o auto denominado Templo do Povo, uma insanidade, um "teatro" que iludiu e provocou terríveis dores a muitos desejosos de um líder, e que no seu fim nas Guianas, nada tinha em comum com os cristãos, ou com a verdade, justiça, amor, ou com a Palavra.

Como dissemos desde os primórdios há ameaças de divisões, como narradas em Atos dos Apóstolos 15 e por Paulo em Gálatas 2, onde havia àqueles que discordavam do apostulado de Paulo e tentavam impor julgos aos convertidos nas nações pagãs, algo que precisou de um concílio para se resolver.  E foi assim com a divisão entre cristãos do oriente (ortodoxos) e cristãos do ocidente (católicos) por volta do ano 1.054 D.C. (depois de Cristo). Consumando-se mais tarde novas divisões com Lutero, em 1.517 a partir das teses contestadoras a Igreja de Roma, e outros reformistas na Europa que deram origem a novas denominações cristãs, protestantes e pentecostais (cerca de 500 anos após o Grande Cisma), em circunstâncias de fortes disputas de poder, que ocasionaram mortes e guerras em várias nações.

Percebam que as divisões se repetem até hoje, desta feita no seio das denominações remanescentes das igrejas reformistas, onde aqui no Brasil podemos ver inúmeras versões de igrejas de origem Batistas, outras tantas denominações de assembléias, para não falar de outras que mais parecem seitas, com bispos e pastores vendendo salvação e perdão, promessas de riquezas e curas, penduricalhos, objetos e toda sorte de coisas, num verdadeiro mercado da fé, onde Cristo e Deus funcionam como atrativos comerciais, e há um conceito diferente para cada grupo ou individuo, para não falar de outros absurdos e fantasias, ou sortilégios praticados pelos sucessores de Lutero e dos reformistas. Ou seja, o que serviu de pretexto para a divisão de 500 anos atrás que atingiu os católicos (indulgência, poder, riquezas, etc.) é agora visível na concentração de poder e riquezas em mãos de pastores opulentos, idólatras, cada qual com sua denominação, muitas das quais criadas para fazer suas vontades ou enganar humildes e necessitados, transformando Cristo e a Palavra num objeto de consumo, com tantas faces e propósitos quanto a necessidade e imaginação de cada um, mas sem muita coerência com as verdades bíblicas, muitas vezes manipuladas em interpretações que agrade o gosto pessoal, onde para estes, algumas vezes Cristo e o próprio Deus, se tornam meros serviçais sempre pronto a atender necessidades e desejos de prosperidades dos que seguem tais pastores farsantes (leiam Ezequiel 34), que muitas vezes se dizem enviados por Deus, ou como Cristo, portadores do Espírito e seus dons, mas que exploram incautos desinformados, pessoas simples, e se cercam de outros tantos hipócritas e interesseiros, que colaboram com uma cultura religiosa de fanatismo e exploração, sustentadas em erros que afastam pessoas do sagrado, da verdade, e mesmo de Deus e de Jesus, que sobre eles nos avisou e  pode ser compreendido em Mateus 24.

Mateus 24:5


Muitos virão em meu nome, dizendo: Sou eu o Cristo. E seduzirão a muitos.

Mateus 24:11

Levantar-se-ão muitos falsos profetas e seduzirão a muitos.

Mateus 24:23-25

Então se alguém vos disser: Eis, aqui está o Cristo!  Ou: Ei-lo acolá!, não creiais. 
Porque se levantaram falsos cristos e falsos profetas, que farão milagres a ponto de seduzir, se isto fosse possível, até mesmo os escolhidos. Eis que estais previnidos.


Há quem se denomine cristão mas não aceite as palavras de Jesus como narradas nos Evangelhos, onde ele é a nova aliança e o santíssimo, e desprezando uma verdade que se consuma em Cristo, reeditam o "Templo de Jerusalém" e cópias da "Arca da Aliança", para sua própria ostentação, enquanto outros ignoram o que está escrito em Mateus 26:26-28.

É nesse contexto que vemos algumas igrejas como a dita Universal do Reino de Deus, IURD, ou a Igreja Internacional da Graça de Deus, IIGD, Igreja Mundial do Poder de Deus, IMPD, e alguns ministérios da Assembléia, envolvidos em denúncias e escândalos, que nos deixam chocados e nos fazem pensar sobre as palavras de Cristo, segundo Mateus 12, como pode uma casa  dividida prosperar, e como muitos virão se dizendo em seu nome, apenas para mentir, roubar e semear o mal. Estarão a celebrar Cristo verdadeiramente, ou o natal para além das festas?

Entendam que nós não estamos dizendo que não há erros em nossa igreja, que entre os católicos não acontecem coisas indesejáveis, não é isso, muito menos que os evangélicos não mereçam respeito por sua fé, ou não tenham acertos, também não é isso. O Papa Francisco tem mostrado o quanto há de ruim a combater entre os católicos e tem agido, com toda sua força moral e sua fé, como no caso do Banco do Vaticano e os corruptos dele retirados, ou com os abusos cometidos por padres que não encontram guarida com o Papa, que prega e defende a simplicidade, a caridade e fraternidade, e tira do poder os opulentos como o bispo da diocese de Limburgo na Alemanha, Franz Peter, também conhecido como bispo do luxo. Tudo para tornar a Igreja de mais de 2.000 anos, ainda mais sábia, humilde e sólida em Cristo, pelo amor e pela verdade, que a tem fortalecido com maturidade cristã, permitido reaproximação com  grupos outroras distantes por cerca de 1.000 anos, como os irmãos ortodoxos, e que esperamos se amplie aos demais. Mas ainda há muito o que ser feito nessa depuração e na verdadeira caminhada com Cristo, e com aqueles que se santificam pela graça de Deus, uma destas coisas, é coibir os que como os pastores idólatras do dinheiro, tentam transformar momentos sagrados em um bazar, em mercado ou coisa assim, outra é anualar os que ainda agem no seio da Igreja sem amor e com intolerância cega, sem compreender o objetivo de estar com os humildes.

Dividir e zerar tudo não é a melhor solução em determinadas circunstâncias e momentos, não há garantias de que erros não prossigam em novas estruturas, a história mostra como e de forma mais intensa, eles ocorrem entre os arautos das "transformações", com o agravante de: na ânsia por fazer algo novo, se perca muito do que tinha de bom no antigo. E a Igreja Católica tem dado um testemunho de fidelidade a Palavra, e como resistir e superar obstáculos por meio do Espírito que a conduz, da fé em Deus e a confiança em Cristo, com a dedicação de servos como Francisco, portador de uma mensagem fraterna.

Não significa que somos os únicos a formarem a Igreja de Cristo, ratificando, ela ultrapassa nações e denominações, e está em todos os corações sinceros que professam Jesus como Senhor, e se dispõem a agir como ele, a por em prática suas palavras por meio de um amor maior, e não contribuem para o mal, mas para o bem e a criação do Reino de Deus, onde todos estaremos unidos. Não há sentido em criar um Cristo ou um Deus a self service, ou em abandonar a Igreja, se distanciar para procurar outras que podem reforçar ou lhe conduzir a mais erros. É preciso coragem, sinceridade para assumir os desafios de fazér parte e contribuir na construção e renovação da nossa Igreja e nossa fé, nossa vida.

Em sua companhia Cristo teve homens com suas falhas e limitações, um traidor, Judas, outros de pouca fé, como Tomé, um "bruto" a lapidar como Pedro, um jovem como João, e posteriormente sábios como Paulo que até os perseguiam, e tantos outros, de doutores e cobradores de impostos a prostitutas ou ladrões, muitos a serem educados a corrigir erros e a constituir novas vidas, unidos e vivendo como uma só Igreja entorno da mensagem de Jesus, de suas promessas e do amor que semeou, na direção da paz e da fraternidade.

A prosperidade encanta, seduz e atrai, mas só a luz pode guiar em meio a escuridão do mundo, Cristo é a luz, e a nossa razão de celebração, com gestos verdadeiros e ações que façam resplandecer seu brilho em nosso espírito e nossas relações de vida, e na Igreja.

Neste natal reflita sobre como tem sido sua vida cristã, sua relação com a Igreja, o que tem feito para viver coletivamente sua fé, e suas práticas, inclusive na direção da verdadeira celebração do natal, que remete todos os que crêem e recebem Jesus, a um estado de consciência, sabedoria, paz e harmonia. Faça isso antes de buscar justificativas que nos afastem mutuamente, e de Jesus, ou que transforme este momento em algo distante do seu real sentido, e de uma imensa manifestação de amor entre os homens. Celebre a data com ações e gestos que reforcem a presença de Cristo em você e em nós, compreendendo o papel de cada personagem que viveu a história com Jesus, com os que seguiram seus exemplos ao longo dos tempos, e dão um sentido de irmandade e comunhão, numa imensa família cristã, no serviço e com o amor que deve estar presente hoje, entre nós que nos entitulamos seguidores de Jesus Cristo, e que devemos trabalhar pela unidade na Palavra, o que nos remete a pensamentos como estes, que é um chamado a responsabilidade e ao compromisso, e não a um embate simplesmente, não é o desejado.

Nascimento de Jesus - imagem Cleofas.com.br


FELIZ NATAL! FELIZ JESUS EM NOSSAS VIDAS!

Um lembrete, perdoem-nos se fomos grosseiros, e pelos tantos links no texto, colocados para melhor entendimento, e para sustentar as reflexões e sermos sinceros, não para constranger outros irmãos, em geral vítimas de inescrupulosos.

domingo, 29 de outubro de 2017

Deus é a nossa força!

Muitos devem ter lido ou escutado está frase: "Deus é a nossa força!" Alguns até a repetem de forma resignada, nos momentos conturbados como os atuais, onde toda sorte de dificuldades surgem e abalam as pessoas, já outros a usam em suas orações ou em celebrações nas igrejas e encontros religiosos, como "prova" de confiança inabalável. Uma verdade expressa em palavras, que tem um significado especial, e representam uma presumida proximidade e grande fé em Deus.

Mas se fosse assim, e de fato houvesse fé e esperança capaz de dar sentido ao anunciado, como explicar tantos que se deixam abater, sofrem e conduzem suas vidas de forma contraria ao que representa a verdade expressa em palavras inspiradoras e motivadoras, que se destinam a fortalecer e nos aproximar de Deus? E não nos referimos necessariamente aos que não conhecem a Palavra e as verdades contidas nos textos bíblicos, ou aos que estão distantes da Igreja, seu convívio e ensinamentos, nem aos que estão entregues as concepções do mundo. Pois muitos dos que sofrem, são ditos cristãos ou iniciados na fé, e padecem sem forças para lutar, a ponto de serem mergulhados em situações de depressão profunda, ou mesmo se portarem de forma negativa, e com gestos e ações que se consumam em graves afrontas ao Senhor, num testemunho indesejado.

Muitos diante de provações decorrentes de suas escolhas, ou por consequência de faltas de outros desprovidos de amor fraterno, respeito e justiça, cedem aos apelos maudosos que levam até a rebeldia (desencadeados por fragilidades, ou instintos egoístas e vicios), ou a ignorar o que poderiam obter por intermédio do amor e das graças do Espírito de Deus, e se entregam a situações ruins, fantasias e mentiras que provocam um sério distanciamento do bem e de Cristo, e os deixam seduzidos pela maldade reinante e servos do pecado, sem ânimo ou razões para superar dores e tristezas maiores e contínuas.

Não percebem que nada do que acontece hoje ou ocorreu no passado, está fora do alcance do Pai (isto é símbolo também de sua força), que em parte, de forma clara ou não já nos revelou nas Escrituras, também para criar em nós o hábito de buscá-lo para superar as adversidades que virão, e não são poucas. Mas ainda há quem decida ignorar tais sinais e gestos de amor divino.

Alguns buscam justificativas para sua incapacidade de simplesmente aceitar tamanha verdade, que revela o amor e a misericórdia de Deus. Tentam convencer a si mesmos sobre atitudes que em nada modificam positivamente as situações, nem anulam a ausência de forças para vencer as enormes dores e tristes realidades, e seguem em uma realidade paralela. Há também quem procure até culpar de alguma forma o Criador, ainda que as escolhas, gestos, ações, resistências, bem como os erros sejam seus, e indiquem que caminham na direção oposta a que nos recomenda o Senhor.

É preciso compreender e ir além do que dizem as palavras, entender a mensagem contida na afirmação plena de significado, onde se destaca a presença e a manifestação de Deus em nós, por meio do Espírito, que anima e move, nos enche de amor e nos ergue com sua graça e sua força. É de Deus que provém o Espírito que nos dá a força que precisamos, e também nos ensina a buscar por ela, nos mostrando o caminho, dando instrumentos e nos ensinando a receita, a conhecer a fórmula que trará toda força.

Não é difícil, abra seu coração a verdade e Cristo a revelará pelo Espírito, examine e veja os muitos trechos na Bíblia onde se reafirma a força da misericórdia de Deus, faça um esforço e entenderá, verá que há mais que uma exaltação, uma sentença,  uma afirmação de fé e esperança, ou uma constatação da presença de Deus, há também uma promessa, manifestada pelo amor. Exercite como mostramos abaixo e analise as conclusões:

Imagem obobtida no Google Imagem - Ig Rio da Vida

Veja a frase, "Deus é a nossa força!". Dela compreendemos:

- em nós encontra-se a força que nos anima e move, é Deus em nós, do "sopro da vida" as superações dos obstáculos de cada dia, e que se manifesta pela ação do Espírito Santo, que nos supri e alimenta o nosso espírito com o que precisamos;

- enquanto permanecemos "ligados" ao Pai, recebemos dele a força que não se esgota, que provém de sua misericórdia e nos é dada sem cessar e a todo momento, para um bem maior e por um laço que nos une e vai além da vida e do mundo em que vivemos, para o qual devemos está atentos e zelar;

- se por meio de dificuldades carecemos de forças, não há outro a quem buscar, apenas em Deus encontramos plenamente, sem limites ou incertezas, não dependendo de pessoas ou falsas soluções, mentiras ou mais sofrimentos, como os de quem recorrem aos vícios ou a meios e pessoas incapazes de nos transformar para o bem, de sustentar ou erguer;

- o Espirito nos concede bem mais do que precisamos, está nos ensinamentos de Cristo e seus exemplos, também com as mensagens de seus apóstolos, nos Evangelhos e na Bíblia, e mesmo na Igreja com seus representantes e na assembléia de irmãos em comunhão, encontramos, pois são partes de um amor maior e intenso que provém do Pai, que conosco o partilha para que faça acontecer seu projeto, exercitando-nos na fé para fortalecer e nos projetar pelo amor sincero, para um lugar além desta existência, algo que está acima das coisas terrenas ou de toda dificuldade e angústia que existe ou existia;

- a fé e a esperança nos levam ao caminho pelo qual Deus, através de Jesus e do Espírito Santo, que age em nós e prepara-nos para um tempo que não é o nosso, e para bênçãos maiores do que pedimos, restaura e transforma, nos leva a perceber e tomar posse do que apenas vislumbramos, e trás a paz, a justiça, a verdade, o amor e a alegria que nos motiva, e se converte em força poderosa, para qual não há mal ou dor intransponível;

- por fim a frase e as palavras iniciais, muitas vezes ditas como foi expressa ou de forma semelhantes em muitos trechos bíblicos, nos dão a certeza de uma promessa de que nossa força continuaremos encontrando em uma intimidade com Deus, se a mantivermos e cultivarmos pelo amor, pelo bem, nas boas escolhas, essa força é sem igual pois provém dele e nos é internalizada com sua presença em nós, em todo o lugar e momento.

Jesus os abençoe e conceda sabedoria, ciência para compreender e tomar posse do bem, e do poder que há nas palavras mencionadas e nos trechos que citamos a seguir:

Josué 1:9

"Sou eu que estou mandando que você seja firme e corajoso. Portanto, não tenha medo e não se acovarde, porque Javé seu Deus está com você aonde quer que você vá." 

Salmo 18:2 e 47

Ele disse: Eu te amo, Javé. Tu és a minha força! 

Viva Javé! Bendito seja o meu rochedo!


Salmo 22:20

Tu, porém, Javé, não fiques longe!
    Força minha, vem socorrer-me depressa! 


Salmo 23:1

Javé é o meu pastor.
    Nada me falta. 


Salmo 27:1

Javé é minha salvação
    de quem terei medo?
Javé é a fortaleza da minha vida:
     frente a quem temerei?


Salmo 28:7

Javé é minha força e meu escudo,
     nele confia o meu co  coração.
Eu fui socorrido, minha carne refloresce;
     e de todo o coração eu lhe agradeço.


Salmo 31:6 e 15

Em tuas mãos entrego o meu espírito.
     Resgata-me, Javé Deus!

Quanto a mim, Javé, eu confio em ti,
     e digo: "Tu és o meu Deus!"


Salmo 46:1

Deus é nosso refúgio e nossa força, 
   defensor sempre alerta nos perigos.


Salmo 81:1

Aclamem a Deus, nossa força,
    aclamem ao Deus de Jacó.


Salmo 91:1-2  e 14-16

Você que habita ao amparo do Altíssimo,
     e vive à sombra do Onipotente,
diga a Javé: "Meu refúgio, minha fortaleza,
     meu Deus, eu confio em ti!"

"Eu o livrarei, porque a mim se apegou.
      Eu o protegerei, pois conhece o meu nome.
      Ele me invocará, e eu responderei.
Na angústia estarei com ele
      Eu o livrarei e glorificarei.
Vou saciá-lo de longos dias
      e lhe farei ver a minha salvação."


Mateus 16:31-33


Jesus disse: "Agora vocês acreditam? Vem a hora, e já chegou, em que vocês se espelharão, cada um para o seu lado, e me deixarão sozinho. Mas eu não estou sozinho, pois o Pai  está comigo. Eu disse essas coisas para que vocês tenham a minha paz. Neste mundo vocês terão aflições, mas tenham coragem, eu venci o mundo." 


II Coríntios 1:21

Quem nos fortalece juntamente com vocês em Cristo e nos dá a unção é Deus. 


Filipenses 4:13

Tudo posso naquele que me fortalece.


Estas são apenas parte de uma enorme lista, que vem sendo alimentada há séculos por uma multidão que se renderam as graças do Pai, e receberam força e amor sem igual, se eles que louvam e agradecem a Deus, e afirmam que dele vem toda força, por que seremos nós a ignorar ou desprezar tão sabias palavras?

Fiquem com Deus!

domingo, 10 de setembro de 2017

A pior das prisões

Muitos hoje estão privados de liberdade, em toda parte cresce a violência e criminalidade, e graças a isso prisões estão superlotadas, e se multiplicam, muitas em condições horríveis. Sofrimento e dor acompanham também os presos, encarcerados, e privados de liberdade.

Parte destes, ou outras tantas pessoas que não estão por trás de grades e muros, enfrentam contudo, uma forma de prisão ainda mais dolorosa e perversa, nem sempre clara e evidente, muitas vezes ignoradas pela sociedade, e para qual não há uma sentença definida e com prazo para cumprir, e que pode ser devastadora e definitiva para muitos. 

É a prisão da alma, do espírito, que nem sempre pode ser percebida ou compreendida, ainda que seja revelada por vidas imersas em pecados, sejam nos vícios de toda sorte e que tiram a dignidade e parte do que nos fazem humanos (sentimentos, respeito, consciência, fé, amor), ou se manifesta em doenças (como desequilibrios, depressão, ciúmes, pânico e loucura), ou em atitudes e ações más (violências, crimes, suicídios), e muitas outras evidências da perda de liberdade, e da servidão que transformar a alma e o indivíduo, profundamente, deformando pessoas e carateres, de forma tal que aflora um mal que dominam as escolhas e as ações, gerando consequências terríveis. 

Vidas inteiras se resumem a um espectro do que poderiam ser, marcadas por dores, tormentos, agressões ou sofrimentos, tornam-se ilusões ou contos irreais, muitas vezes alimentados por circunstâncias e meios artificiais (drogas, bebidas), ou relações doentias, com eventos não desejados e trágicos, privando sentidos, sentimentos e perspetivas, que resultam em escravidão (também manifestações mais comuns, como delinquência e prostituição), ou até perda de quase toda relação com o divino, em dados momentos, confundindo-se mesmo com algo que se aproximaria da representação da encarnação do mal, segundo os preceitos cristãos, de tão graves que possam ser os erros e atos decorrentes. 

Infelizmente é cada vez mais comum e banal, ver pessoas com vidas destruídas e aprisionadas interiormente, ainda que alguns se recusem a enxergar desta forma. Uma prisão sem portas nem grades, invisível e intensa, que sufoca o que é bom e saudável, mata pouco à pouco a inteligência e capacidade de pensar, sonhar e ter esperança, e que não resulta de uma sentença clara e determinada, mas de muitas e sucessivas escolhas e atitudes ruins, fruto de uma liberdade distorcida e sem limites, que desconhece, compromissos, verdade, respeito, fraternidade, bem, amor e Deus. Sustentada em egoísmo, desejos vãos, promiscuidade, ambição desmedida, corrupção, instintos lascivos, traições, mentiras, falsidades, ignorância, ilusões, fantasias, invejas, perturbação, medos e até formas de violências, e muitas outras manifestações do mal que costumam ser subestimadas, ignoradas ou quando não "cultuadas, valorizadas e propagadas" nas sociedades atuais, como requisitos ou características de destaque e sucesso para os seus membros, ou indicativo essencial de afirmação, autonomia e força que se deve almejar.

Não importa a forma, motivos, trajetórias ou efeitos, que podem se apresentar em quem se torna refém de tamanha pena, ou se depende bastante dos afetados um gesto na direção de uma possível libertação, é preciso despertar a consciência entre nós cristãos de que não podemos ficar inertes, calados e omissos, e precisamos fazer algo concreto por aqueles que sofrem com almas aprisionadas ou em processos de aprisionamento, e que se mostram ou revelam nas esquinas de todas as partes como bêbados, viciados, delinquentes de ruas em grupos marginais, na prostituição, no abandono e sem dignidade ou atributos e assistência que são dignas de um humano. Essa percepção também se faz necessária por nós, pelos riscos que causam a inércia capaz de ampliar as injustiças.

Denunciar a sociedade e sua indiferença para com os marginalizados e oprimidos, seus desvalores, multiplicadores de doenças do corpo, da mente e da alma (deformando pessoas e carateres). Escancarar a hipocrisia dos que concentram e esbanjam, condenar os que segregam e perseguem, os que usam "leis" para ferir e matar indefesos, ou usam o poder em benefício próprio enquanto multidões são submetidas a condições injustas, são coisas que devemos enfrentar e combater, como forma de previnir e evitar muitas das situações que levam pessoas comuns a várias formas de prisões. Temos os meios e formas pacíficas de fazer algo, a própria Igreja já nos mostra em suas denúncias e ações pastorais, que precisam ser apoiadas e contar com verdadeira participação de todos, até como forma de reverter tantos males que nos cercam, amedronta e oprimem, criando mais servos e prisioneiros, que enlouquecem ou se entregam em rotinas más que nos atingem.

Cristo já nos advertia e ensinava, sobre como devemos intervir e livrar-nos de tais situações, que dão origem a multidões de desalentados, desalmados e doentes do espírito, aprisionados, como os mencionados em parágrafos anteriores, pois não são novos os sentimentos, causas e razões que prendem o espírito ao pecado e ao mal, que distorcem pensamentos e liberdades, nem tão pouco os efeitos sobre as comunidades. Suas manifestações e o número dos que sofrem podem mudar, mas a essência ruim não, e está em geral, existe pela ausência de Deus nos corações aprisionados, algo que para evitar ou mudar, exige uma dose enorme de amor, fazer acontecer na vida dos cativos, gestos fraternos e includentes, sinceramente norteados pelos valores cristãos. Foi com esse propósito que Jesus nos deixou exemplos, de amor incondicional e verdadeiro, capaz de algo maior do que curar todas as feridas e males (mesmo da alma), de por em ordem todo desequilíbrio (da mente, do corpo e do espírito), chegando ao ponto de nos libertar de todo mal, do julgo do pecado por meio do perdão total, como diz textualmente muitos trechos dos evangelhos, frisando e alertando-nos para a pior das prisões, a que oprime a alma.

Lucas 4-9 (A atividade libertadora de Jesus)

Lucas 5:21-25

Os doutores da Lei e os fariseus começaram a pensar: "Quem é esse, que está falando blasfêmias? Ninguém pode perdoar pecados, porque só Deus tem poder para isso! "  Mas Jesus percebeu o que eles estavam pensando. Tomou então a palavra e disse: "Por que vocês pensam assim? O que é mais fácil? Dizer :'Seus pecados estão perdoados', ou dizer: 'Levante-se e ande'? Pois bem: para vocês ficarem sabendo que o Filho do Homem tem poder para perdoar pecados, - disse Jesus ao paralítico - eu ordeno a você: Levante-se, pegue a sua cama e volte para casa."  
No mesmo instante, o homem se levantou diante deles, pegou a cama onde estava deitado e foi para casa, louvando a Deus.