Bem vindos! O Senhor precisa de nós em sua obra, participe!

O que nos inspirou a criar este espaço foi resumido pelas palavras de JESUS em João 12:46 à 50, e foi também nossa primeira postagem. Espero que possamos cumprir o propósito desta obra, que é: levar a palavra e a verdade ao alcance de todos, e poder propiciar um espaço destinado à paz, à caridade, ao conforto e ao convívio dos cristãos. Segundo a URLmétrica estamos na posição 605.892 (antes 599.772º há 5 anos) no ranking do Brasil, entre vários milhões de sites existentes! Mas segundo o Google, são 1.113 visitas no mês passado. Obrigado aos mais de 59,2 mil visitantes nos 8 anos e 8 meses, numa média de 569 acessos por mês. Obrigado Jesus!
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A grandiosidade de DEUS

A grandiosidade de DEUS
Via láctea, presente divino

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Perseguição e ódio aos cristãos


Costumeiramente um segmento da mídia nacional tem por objetivo desqualificar as opções religiosas cristãs, no caso de nós que somos católicos há uma razão bem clara, minar a nossa convicção religiosa e a fé, e desta forma enfraquecer a Igreja para abrir espaço para as aberrações que patrocinam e que sustentam-se na base tríplice de toda a maldade (o poder pelo poder, a riqueza sem partilha, e o prazer a qualquer custo e sem limites), seja direcionando acusações e imputações nem sempre verdadeiras a toda a Igreja, seja a parte do clero ou até mesmo ao seu pastor aqui na terra.

Não estamos dizendo que não há erros (pecados) pelos quais toda a Igreja sofre, com abominações e faltas daqueles que no clero ou fora dele, escandalizam, e nos envergonham com suas ações e fraquezas. No entanto somos cerca de 3 milhões de fies no mundo (alguns apenas declarados), a maioria contudo, atuando em prol da justiça e da verdade, do amor e da fraternidade, de várias formas e dentro de seus limites e atribuições, fatos que não são objeto de destaque nas mesmas mídias que procuram desqualificar a Igreja e os Evangelhos.

Estes no entanto desprezam ou desconhece os evangelhos, para os quais nossas faltas são previstas e justamente tratadas, como bem disse o apóstolo Paulo em algumas de suas cartas, ou foi dito pelos evangelistas.

Marcos 9:42

E se alguém escandalizar um destes pequeninos que acreditam, seria melhor que ele fosse jogado ao mar com uma pedra de moinho amarrada no pescoço.

Paulo em II Coríntios 6,3 também alertou-nos para outra forma de escândalo, aquela que vem dos atos dos que exercem o ministério, àqueles que estão dentre nós cristãos,  e advertiu-nos para evitá-las para que não fosse censurada a palavra e o ministério que exercemos.

Ciente de que somos como diz a Igreja, que somos  santos e pecadores, e como disse Paulo que respondemos também pelos erros de alguns membros da Igreja (pois somos parte de um corpo, um membro, que se adoece, atinge todo o corpo).  Também disse Paulo que fazemos não o que desejamos, mas por força do pecado que reside em nós, muitas vezes o que não queremos e sabemos não ser correto, sem que isto nos exima de qualquer culpa, mas que evidencia a nossa fraqueza e a necessidade ainda maior de procurar a Palavra de Deus.

II Coríntios 6,3

De nossa parte, evitamos dar qualquer motivo de escândalo, para que o nosso ministério não seja criticado.

Temos plena consciência de que há muitos que se beneficiam de uma sociedade sem fé e religião, o nosso guia maior e perpétuo, Jesus Cristo, quando esteve no mundo apontou para a necessidade de sermos fies a Palavra e enfrentarmos sacrifícios, este é um dos significados da cruz ofertada a Jesus e que por sua opção de amor maior, nos redimiu.  Sua mensagem é salvífica, mas não é a que os poderosos desejam ver posta em prática.

O que interessa aos poderosos é o poder, a riqueza e os prazeres que isto proporciona, e vendem a ideia à todos, de que o prazer é o fim maior, que a felicidade é objeto de consumo encontrada nas bebidas, nas drogas, nos objetos de ostentação (roupas, jóias, modas, produtos de última tecnologia, etc.), no sexo fácil e irresponsável (leva a filhos indesejados, abortos, doenças, promiscuidades, adultérios, crimes, etc.), que dinheiro trás felicidade (concentrando-o e vivendo como escravo dele), e que para ter poder é preciso desvencilhar-se de valores, tidos por conservadores e antiquado, e que tudo vale para ter poder e riquezas.

As pessoas que vivem em função de uma felicidade material, perdem-na com a finitude destes objetos, desconhecem sacrifícios e vivem um enorme vazio. Quem não partilha e vive pela riqueza, morre por ela, o mesmo ocorre para quem idolatra o poder, são destruídos por ele, não antes de promoverem este ciclo e levarem mal a muitos nas esferas onde estão.  Algo que nós cristão combatemos e devemos sempre buscar levar a luz de Cristo sobre perspectivas tão tenebrosas.

Muitas das ações de grupos e instituições, que possam parecer ingênuas e isoladas e repercutidas por desavisados, nada mas são que projetos de transformação das pessoas e das sociedades, em um grande universo de adeptos a suas ideologias e modos nocivos de vida, baseada no consumo, e na apropriação de bens e riquezas por poucos, e postas a disposição de interesses egoístas e mesquinhos.

Que Jesus faça a todos enxergarem o significado do amor e do sacrifício.


Eis a Igreja que muitos não conhecem ou não divulgam, a Igreja dos servos de Deus e dos mártires:

Madre Tereza protetora dos pobres (Índia em especial); Irmã Dulce caridade cristã e hospitais (Bahia); Dom Hélder defesa dos pobres e da justiça; João Paulo II defendeu trabalhadores poloneses da perseguição comunista e promoveu o diálogo com outras religiões (dentre outros feitos); algumas das ações do Papa  Bento XVI fortaleceu dogmas, reforça a vocação da igreja e segue o diálogo, mas tivemos muitos outros exemplos como os de  Franz Castro (advogado católico morto em 1981 ao mediar uma rebelião de presos em SP, com reconhecimento pela Igreja).



Irmã Dulce com enfermos

Irmã Dulce com uma criança
Madre Tereza com bêbe
Dom Helder e Papa João Paulo II


João Paulo II - Encontro Mundial da Paz 1986

Bento XVI e religiosos

Dr. Franz Castro antes de ser morto numa mediação em SP 1981


Enquanto isto cristãos (em especial católicos),  são perseguidos e mortos em várias partes do mundo (a exemplo do Egito, Colômbia, Nigéria, etc. ), por conta da intolerância e da ausência da fraternidade e do amor entre os povos e nas nações.  As imagens são um exemplo desta maldade e violência contra os cristãos.




Muçulmanos no Egito atacam cristãos 
Cristão católicos queimados na Nigéria

Cristão católicos mortos na Nigéria

Igreja na Nigéria destruída após ataques

Mateus 10:22

Vocês serão odiados de todos, por causa de meu nome. Mas aquele que perseverar até o fim, esse será salvo.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Milagres, testemunhos da nossa fé e do amor de Deus por nós!


Muitas vezes nos deparamos com situações, que só pela fé em Deus se justificam, e para as quais não há explicações lógicas, alicerçadas em conhecimentos adquiridos pela humanidade, nas experiências e nas ciências, ou estas são insuficientes e apenas descrevem aspectos dos eventos sem por luz sobre as suas motivações, dinâmicas e causas.

Estes eventos fazem parte de um conjunto de elementos que reforçam a visão cristã, são testemunhos dados por muitos com ação e como agentes, ou como objeto das ações, e referendam os textos bíblicos e a nossa fé, constituindo uma das bases da força e das ações da Igreja, que por esta razão é alvo constante de críticas e perseguições de outros segmentos da sociedade, e de algumas das organizações humanas em todo planeta.

Como disse Jesus conforme em João 10:38

Mas se eu as faço, mesmo que vocês não queiram acreditar em mim, acreditem pelo menos em minhas obras. Assim vocês conhecerão, de uma vez por todas, que o Pai está presente em mim. e eu no Pai. 

Não é à toa que há vários ramos de estudo e pesquisas em franca expansão por todo o mundo, e em diversas áreas do conhecimento, a exemplo de algumas correntes da área de saúde (seja em psiquiatria, psicologia ou parapsicologia, biologia, medicina, etc.), de áreas das ciências humanas (história e sociologia dentre elas) e até mesmo das ciências exatas (física, química, estatísticas, etc.). Que envolvem tentativas de classificar e explicar, ou mesmo desqualificar e descartar os processos e circunstâncias que são tidas como fenômenos paranormais (relatos de comunicação telepáticas, aparições e visões espirituais, curas inexplicáveis, profecias e premunições ou vidência, dons sobrenaturais, etc.), relatadas e aceitas por grande parcelas das populações nas diversas sociedades, e em diversos momentos históricos, e que ao nosso modo de ver, com frequência são indevidamente rotuladas de formas genéricas e preconceituosas: como misticismo, crendices, ignorância e até mesmo fantasias e alucinações, individuais e coletivas.

Os milagres, aparições e profecias, eventos relatados por indivíduos e pelas populações de crentes ou não, muitos dos quais aceitos como tais pelas diversas esferas da Igreja, que encontram explicações e justificativas a luz da religião, em especial a luz dos Evangelhos e da trajetória de Jesus Cristo, tem sua existência ou validade amplamente contestadas por setores da ciência, instituições e até mesmo por alguns segmentos religiosos, de uma forma sistemática e irracional.

Alguns destes (os milagres), que são identificados e declarados, com respaldo em apuradas pesquisas e estudos conduzidas por equipes multidisciplinares e compostas por cientistas e especialistas em diversas áreas (alguns dos quais declaradamente tidos como ateus), levadas a cabo por anos, e usando de sofisticadas técnicas e tecnologias para investigação, que após concluírem com a constatação do fenômeno e na ausência de explicações científicas para sua ocorrência, esgotadas todas as possibilidades, abrem margem para as declarações formais da Igreja que ensejam os eventos como miraculosos e de origem divina, baseado sobre tudo em fundamentações espirituais mas também nos relatados bíblicos de ocorrências passadas a milhares de anos, sem que haja necessariamente uma relação de causa e efeito segundo a nossa lógica e nossa limitada capacidade de avaliar os fatos com os quais nos deparamos, como as citadas em João 9:01-07.

Ao passar, Jesus viu um cego de nascença. Os discípulos perguntaram: Mestre, quem foi que pecou, para que ele nascesse cego?  Foi ele ou seus pais? Jesus respondeu: "Não foi ele que pecou, nem seus pais, mas ele é cego para que nele se manifestem as obras de Deus. Nós temos que realizar as obras daquele que me enviou, enquanto é dia. Está chegando a noite, e ninguém poderá trabalhar. Enquanto estou no mundo, eu sou a luz do mundo."  Dizendo isso, Jesus cuspiu no chão, fez barro com a saliva e com o barro ungiu os olhos do cego. E disse: "Vá se lavar na piscina de Siloé." (Esta palavra que dizer "O Enviado"). O cego foi, lavou-se, e voltou enxergando.  

Na passagem segue-se as consequências do milagre de Cristo, o despertar em muitos e a reação dos poderosos, que se apropriaram da fé e da religião para si.  Algo que se sucede hoje como já dissemos, em vários segmentos do saber e das estruturas humanas.

É interessante perceber que os esforços para negar as origens divinas e sobrenaturais de tais eventos, e os frequentes ataques de alguns segmentos, inclusive ligados as ciências, representam uma tentativa de monopolizar o conhecimento, atribuir ou reter alguma forma de poder sobre o controle destes segmentos ou grupos, por questões diversas: manutenção de modelos sociais e estruturas, políticas (diante de possibilidades de contestações de estruturas e lideranças, em um possível conflito de interesses entre estado e crenças, ou mesmo com a simples exposição de contradições nas instituições atuais e suas ações), além de aspectos econômicos e financeiros, etc.

Um outros aspecto a perceber, é o desejo de elevar a ciência e outros instrumentos humanos, como códigos e leis, instituições e até pessoas a uma dimensão superior as que estas efetivamente possuem. É algo como dar uma dimensão universal e superior a um ramo da ciência, ou do conhecimento, quando esta é uma ferramenta inerente a humanidade (ao menos o conhecimento como entendemos e praticamos) estando condicionada a nossa existência e muitas vezes a nossa forma de pensar e agir, condicionando-se a eventuais saltos de percepção e evolução.

Por outro lado uma parcela significativas dos relatos sobre fenômenos sobrenaturais, é de fato fruto de alguma ação humana ou natural explicável e conhecida, algumas inclusive são farsas evidentes.

A prudência é portanto a forma apropriada de conduta adotada pela Igreja, que desta forma evita a desqualificação generalizada e os obstáculos a aceitação de situações milagrosas, ou de caráter divino que possam ser desacreditadas e por em dúvida os fundamentos da fé cristã, e que venham a servir de argumento para os que não creem em Deus, ou não aceitam a ação salvífica de Jesus, para arrebanharem mais adeptos aos seus pensamentos e assim afastar muitos do Reino de Deus.  Vemos isto nos ditos céticos, que "duvidam de tudo" e tentam ampliar sua influência nas instituições e na sociedade, mas que se fossem seguir seus próprios argumentos e alguma coerência com estes, deveriam a princípio duvidar da validade de suas convicções e até da sua própria existência, e não adotar um relativismo conveniente e que tende a atitudes ambíguas, a mercê de interesses e objetivos.

Atitude sólidas e prudentes, transformam-se num forte e poderoso reforço a verdade, e mais uma forma de testemunho da ação de Deus, que tem na Igreja uma instituição a ser serviço e zelando pela sua Palavra e pelos seus filhos.

Contudo há na Igreja um aspecto pouco positivo a ser considerado, a existência de ações e de pessoas que se apropriam equivocadamente de meios que se tornam elementos contrários a ação divina, a ação do Espírito Santo, através de um excesso de zelo ou de uma concentração de outros interesses, que fazem com que atitudes contrárias a fé, semelhantes as que descrevemos como ações de segmentos sociais e institucionais (onde qualificamos como sistemáticas e irracionais e com fins de desqualificação de obras de origem divinas), inapropriadamente, partam também destes segmentos da Igreja. Um bom exemplo está presente nos obstáculos enfrentados primeiramente pelo Apóstolo Paulo, noutro momentos em situações de alguma semelhança, também por São Francisco de Assis, por Dom Bosco, e outros, ao tentarem implementar transformações inspiradas por Deus, que em um dado momento foram fortemente combatidas por setores da Igreja, e que pela força de Deus foram superadas a seu tempo. Estes são exemplos clássicos e envolvendo personagens de um grau de importância e santidade, onde certamente haveria muito o que se falar, mas há outros a relatar, e até sem tanta importância e relevância mas que não cabem, apenas lembramos o que disse Jesus quando abriu os olhos dos apóstolos (também em João 9), há situações que são necessárias para que se manifeste o poder e a glória de Deus, para que Jesus e o Espírito Santo possam atuar e transformar as pessoas e os eventos em testemunhos do amor de Deus por nós.

Ao tratarmos deste aspecto, atentamos com a necessidade de não transformar a prudência e a defesa das instituições e dos valores inerentes a estas, em especial da Igreja, em formas ou instrumentos de apropriação que possam ser usados com fins impróprios ou equivocados, até mesmo para combater pessoas e situações e circunstâncias, que apesar de não estarem intimamente ligadas a Igreja, recebem a atenção e inspiração do Espírito Santo de Deus, sendo uma manifestação de sua obra ou poder, e que são de interesse aos projetos de Jesus evidenciados através dos Evangelhos em muitas de suas passagens.  Vejam por exemplo Marcos 09:38-40:

João disse a Jesus: "Mestre, vimos um homem que expulsa demônios em teu nome. Mas nós lhe proibimos, porque ele não nos segue." Jesus disse: "Não lhe proíbam, pois ninguém faz um milagre em meu nome e depois pode falar mal de mim. Quem não está contra nós, está a nosso favor."  

Lembrando que Deus e o próprio Jesus usou de pessoas e situações, nas quais o valor e a importância destes eram secundárias, ou até claramente contraditórias aos padrões religiosos vigentes a época, não por outra razão senão evidenciar ainda mais seu poder e ação, e assim aumentar a fé e os seus seguidores.

Além disso, quando falamos da reação que surge dos poderosos, é bom recordar que algo semelhante também se deu com Jesus, pois a resistência dos judeus, fariseus, sacerdotes e doutores da lei, não foi só por interesses pessoais e institucionais, políticos, etc., houve até a tentativa de proteger e defender o sagrado, que numa visão míope e destorcida acreditavam estar ameaçado por Jesus, e uma “nova concepção religiosa ameaçadora”.

O que queremos dizer, é que a Bíblia contempla inúmeras citações sobre os fenômenos tidos como sobrenaturais, que se intensificariam e ocorreriam por força da ação do Espírito Santo ao longo dos tempos até que se cumpra toda a Palavra, que curas milagrosas, profetas e profecias emergiriam das nações e povos, que muitos em detrimento de seu merecimento receberiam as graças e seriam instrumentos de Deus, e isto precisa ser compreendido e tratado a luz dos Evangelhos mas sem impor limites, padrões e rótulos ao que vem de Deus, apenas lembrando que é preciso o tempo adequado, mas a inspiração do Espírito Santo para poder compreendê-los e aceitá-los, e que como disse Jesus é pelos frutos que se conheceram as obras.

Atos 10:44-45

Pedro ainda estava falando, quando o Espírito Santo, desceu sobre todos os que ouviam a Palavra. Os fiéis de origem judaica, que tinham ido com Pedro, ficaram admirados de que o dom do Espírito Santo também fosse derramado sobre os pagãos.

Deus se faça presente na vida de todos nós, a todo momento e intensamente, e que venham a nós suas obras sinais e mensagens, homens e mulheres a seu serviço de forma mais intensa e verdadeira!

Deus abençoe a todos!

domingo, 3 de fevereiro de 2013

O que eu faço com tanta decepção?

EXTRAÍDO DO PORTAL CANÇÃO NOVA - 02.02.2013




Sexta, 01 de fevereiro de 2013


O que eu faço com tanta decepção?


Aprenda com elas! Na verdade, limitações nossas e dos outros precisam ser uma oportunidade de crescimento sempre. E nesta vida quem escolhe crescer é você!

Portanto, ou você escolhe crescer com o que aconteceu e com as dores que lhe causaram, ou você será engolido por estas forças de morte e morrerá de tristeza, frustração ou medo! Qual sua escolha?


É que, na verdade, todas as nossas fraquezas e as dos outros podem ser amigas de nosso crescimento desde o momento em que as consideramos 

reveladoras do que precisa melhorar em nós!

Por isso, chega de culpados e culpas! Quem olhar para trás morrerá!


Seu irmão,
Ricardo Sá