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O que nos inspirou a criar este espaço foi resumido pelas palavras de JESUS em João 12:46 à 50, e foi também nossa primeira postagem. Espero que possamos cumprir o propósito desta obra, que é: levar a palavra e a verdade ao alcance de todos, e poder propiciar um espaço destinado à paz, à caridade, ao conforto e ao convívio dos cristãos. Segundo a URLmétrica estamos na posição 605.892 (antes 599.772º há 5 anos) no ranking do Brasil, entre vários milhões de sites existentes! Mas segundo o Google, são 1.113 visitas no mês passado. Obrigado aos mais de 59,2 mil visitantes nos 8 anos e 8 meses, numa média de 569 acessos por mês. Obrigado Jesus!
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A grandiosidade de DEUS

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Via láctea, presente divino

quinta-feira, 17 de abril de 2025

Cristo, como não o reconheceram?

Pensando em tudo o que aconteceu a Cristo, e como seu amor inabalável por nós, todos nós, o levou à cruz, e nos faz ainda hoje pensar na verdade e na vida que Deus deseja que tenhamos, à partir de uma profunda transformação que nos eleve a uma condição melhor, como homem e como seres criado no amor, e para o amor. Me peguei fazendo algumas perguntas e pensando, como os judeus não reconheceram o Cristo, mesmo tendo sido avisados, e se hoje também nós o negaríamos como eles o fizeram.

Isaías 9

Em muitas passagens das Escrituras, há o anúncio da vinda de Jesus, algumas delas citam o contexto em que ele viria ao mundo, seu propósito e mesmo o que seria sua missão e seu maior sacrifício, a exemplo do que narrou o profeta Isaías, capítulo 9 dos versículos 4 a 9, onde narra à vinda do Príncipe da Paz, e apesar disto os judeus fecharam seus olhos aos sinais e seus ouvidos as palavras de Cristo, que agiu e se comportou como estava escrito e prometido naa Escrituras transmitidas por séculos.

Será que os interesses dos poderosos e guardiões das promessas de Deus, em fazer o que lhes convinham, em manipular as palavras e as pessoas, os medos, os anseios, foi o suficiente para lhes fazer esquecer do que foi dito sobre Jesus, do que seria sua missão? Foi a humilhação e sofrimento pela opressão de governantes e outros poderes, que os afastaram da possibilidade de reconhecer a verdade e o amor único, manifestado por Jesus, ou a corrupção e a sedução foi o motivo a negarem o Cristo, criando sua própria percepção de salvação, sem consonância com o que lhes reservou o Pai?

Certamente muitas serão as razões, não teremos uma só motivação para uma tamanha contradição, e a consumação da condenação e morte daquele que foi anunciado como nosso Salvador. Nos parece que os elementos e motivos, os exemplos e interesses tais como os de que não reconheceram Jesus na Judéia à mais de 2 mil anos, são e estão muitos atuais, ao ponto de mesmo sabendo das promessas de retorno de Jesus, e o contexto em que retornará, nós também não o reconheceremos, e da mesma forma é provável que o rejeitemos de novo, mesmo nós que nos chamamos de cristãos.

Vivemos tão imersos em nossos próprios desejos e problemas, em ciclos como os que viveram os contemporâneos de Cristo, sejam de violência, humilhação e necessidades, sejam de sedução e omissão, diante de condutas e fatos que não são bons e corretos, e mesmo como cristãos não reagimos, não denunciamos nem combatemos, como nos deixou Jesus em seus ensinamentos. É um ponto em comum com o passado, que precisamos olhar profundamente e superar, para evitarmos os mesmos erros e termos Cristo perto.

No momento que revivemos seu sacrifício e seu amor maior, precisamos rever Deus nas nossas ações e tirar as vendas, e tudo que nos priva de fazer como Ele nos ensinou, afastando tudo que pode nos fazer nega-lo de novo, e não reconhecer sua presença em nossas vidas, e não volta agir como os do passado, condenando-o novamente, ainda que através da figura dos irmãos que sofrem e morrem, em muitas partes e de formas absurdas e injustas, como ocorrem agora no Oriente, na África ou na Europa, mais claramente, quando neles residem o pouco do Cristo injustiçado e crucificado, por erros humanos que ignoramos.

Deus nos ajude a mudar e fazer o que Jesus espera de nós, principalmente dos que se propõe a viver como Ele nos propôs e instruiu como caminho de vida. O tempo urge e a necessidade cristã impera!


Cristo crucificado - reprodução do Santíssima Palavra


Jesus esteja com vocês!


Feliz Páscoa!



sábado, 12 de abril de 2025

Domingo de Ramos

Domingo, Cristo chega a Jerusalém - Foto JC


Amanhã nós celebramos a chegada triunfal do Príncipe da Paz à Jerusalém, a cidade palco do anúncio da verdade, do amor, e das palavras de salvação que vieram do próprio filho de Deus, Jesus, dias antes do sacrifício único e verdadeiro.

Domingo de Ramos é um paradoxo, onde vemos o acolhimento e o desejo por libertação manifestado por um povo, por pessoas de fé que tinham sua própria visão do que seria o seu salvador, e não era o que Cristo representava pouco tempo depois do triunfo de Ramos, quando entregue aos romanos pelo Sinédrio e pelo rei judeu, ouviu de muitas bocas entre aqueles à quem alimentou, os gritos de "crucifica-o! Crucifica-o! Crucifica-o!"

A condenação à morte de quem antes viam como salvador, pela sociedade judaica, pelos que defendiam o santuário e as leis, é simbólica e nos remetem as fraquezas e medos humanos, as hipocrisias e interesses dos "que regem nossas vidas", e até de nós mesmos, e que levam a atos e comportamentos ruins e reprováveis, destrutivos, como os que muitos de nós enfrentam.

Muitos séculos depois do triunfo paradoxal de Jesus, e de sua posterior ascensão ao Reino de Deus, em meio a violência e infidelidade humana, ou das inseguranças e medos de quem era oprimido pelos poderosos e representantes dos governantes, dos opressores estrangeiros, dos líderes religiosos e do povo, com seus interesses acima da verdade e do que deveria ser o certo, bom para todos. Ainda vemos se repetir situações como as da antiga Judéia, e relações violentas e repletas de interesses mesquinhos, como os que ocorriam no tempo em que os judeus aclamaram e condenaram Jesus, e se perpetuam hoje.

Nestes dias percebemos que é necessário refletir, entender e nos posicionar corretamente, mais uma vez, num mundo em que matar crianças inocentes e destruir  povos, como os palestinos em Gaza, pelo poder, pelos interesses de poucos e com consentimento, omissão de nações e governantes poderosos, que ocorrem como se fosse naqueles tempos de Jesus. E como naquela época, vozes que proclamam a verdade, como fazem representantes como nosso Papa Francisco, são ignoradas, quando não são condenadas e são silenciadas, a exemplos de muitos sacerdotes, pastores ou não, em muitas partes e momentos, exatamente como ocorrem aos que enfrentam injustiças e opressores que manipulam vidas e sociedades, instrumentos de poderes e estruturas dedicadas ao seu próprio benefício, repetindo o que foi feito ao Salvador, com o mesmo requinte e determinação.

Que o Domingo de Ramos e a Semana Santa que se segue, exemplo de amor verdadeiro, ajude à todos nós a fazermos escolhas e ações que reforcem o amor de Cristo em nós, conduzindo-nos pela verdade em dias conflituosos e difíceis como os atuais, e diante de tantas ameaças dos poderosos. 

Leiam:

Isaías 9


Jesus esteja com vocês!