Bem vindos! O Senhor precisa de nós em sua obra, participe!

O que nos inspirou a criar este espaço foi resumido pelas palavras de JESUS em João 12:46 à 50, e foi também nossa primeira postagem. Espero que possamos cumprir o propósito desta obra, que é: levar a palavra e a verdade ao alcance de todos, e poder propiciar um espaço destinado à paz, à caridade, ao conforto e ao convívio dos cristãos. Segundo a URLmétrica estamos na posição 605.892 (antes 599.772º há 5 anos) no ranking do Brasil, entre vários milhões de sites existentes! Mas segundo o Google, são 1.113 visitas no mês passado. Obrigado aos mais de 59,2 mil visitantes nos 8 anos e 8 meses, numa média de 569 acessos por mês. Obrigado Jesus!
FELIZ 2019 A TODOS QUE NOS VISITAM!

A grandiosidade de DEUS

A grandiosidade de DEUS
Via láctea, presente divino

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Nada resiste a força da oração - Canção Nova 17.11.2014

Reproduzido do portal da Canção Nova na íntegra em Nada resiste a força da oração - Marcio Mendes

A Palavra meditada hoje está em Atos dos Apóstolos 12,1-19:
“As soluções para nossos problemas seriam mais fáceis se, primeiramente, recorrêssemos ao Senhor”, afirma Márcio.
Foto: Arquivo CN


Pedro era vigiado constantemente por quatro soldados. Tudo isso foi narrado detalhadamente para reconhecermos a intervenção divina na vida do apóstolo. No dia a dia, experimentamos o socorro de Deus por outras vias; Ele, por diversas vezes, nos socorre por mãos humanas.

Pedro estava aguardando sua execução. O povo, que na época havia abraçado o Cristianismo, não tinha poderes aquisitivos, muito menos influência para tirar Pedro da prisão. O que lhes restava era orar e recorrer a Deus. Quando nos faltam os meios humanos para nos socorrer, Deus vem em nosso auxílio. Rezemos para que a libertação do Senhor aconteça em nossa vida.

Diante da oração insistente do povo, o Senhor realizou a intervenção na vida de Pedro. Pode ser que existam portões de ferro barrando a nossa vida, por isso temos de oremos para que eles se abram. Quantos obstáculos têm nos impedido de avançar, e nos sentimos presos, sem forças para andar!

O segredo para prosseguirmos é orar com fé. Sempre agimos da maneira errada: insistimos, por nossas forças, a procurar uma solução, nos esgotamos tentando solucionar nossos problemas, e quando não temos mais nada a fazer, recorremos a Deus. As soluções para nossos problemas seriam mais fáceis se, primeiramente, recorrêssemos a Ele.

Precisamos aprender a dar graças a Deus nas pequenas e grandes situações em nossa vida. Muitas vezes, devemos rezar com fé diante do que parece uma contrariedade, acreditando que o Senhor não nos abandonará. Só assim as situações mudarão. Submetamos nossa vida aos cuidados de Deus por meio da oração. Coloquemos sob a proteção de Deus tudo o que fizermos, deixemo-nos guiar por Ele, deixemos que Ele nos conduza.

Há corações aprisionados esperando, há anos, que as portas se abram. A Palavra não diz que Pedro rezava, mas evidencia a fé do povo, que rezava constantemente a Deus por ele. Pela oração da Igreja o apóstolo foi liberto. Será que, na vida da nossa família, não temos alguém que precisa da intervenção divina? Eles precisam de nossas orações para alcançar a libertação.

Nada pode resistir à força da oração. Compreendamos isso para que afugente de nosso ser todo espírito de derrota. Deus já está nos dando o que pedimos a Ele, porém exige tempo para que o Senhor nos atenda. A fraqueza é vencida quando nos unimos a Deus.
Márcio Mendes
Missionário da Comunidade Canção Nova


Transcrição e adaptação: Ariele Silva

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Papa fala à Academia das Ciências e recorda Bento XVI - Canção Nova 27.10.2014

Reproduzido do portal da Canção Nova
Francisco encorajou o progresso científico a favor de todos e recordou as contribuições dadas por seu predecessor

Jéssica Marçal
Da Redação

O Papa Francisco recebeu em audiência nesta segunda-feira, 27, os acadêmicos da Pontifícia Academia das Ciências, que inauguraram hoje um busto em homenagem ao Papa emérito Bento XVI. Francisco retomou o relato da criação e deixou suas palavras de gratidão a seu predecessor, que foi membro da Academia.

A sessão plenária da Academia concentrou-se na evolução no conceito de natureza. O Santo Padre não entrou na complexidade científica da questão, mas destacou que Deus caminha com o homem e está presente também na natureza.

Ele comentou que, ao ler o relato da Criação em Gênesis, há o risco de imaginar Deus como um mago, que criou todas as coisas com uma varinha mágica. Mas, na verdade, Deus deu autonomia a cada um dos seres que criou, deixando que chegassem à própria plenitude, ao mesmo tempo em que garantiu a eles sua presença contínua.

“O início do mundo não é obra do caos, deriva diretamente de um Princípio supremo que cria por amor. O Big-Bang, que hoje se coloca na origem do mundo, não contradiz a intervenção do criador divino, mas o exige. A evolução na natureza não contrasta com a noção de Criação, porque a evolução pressupõe a criação dos seres que se evoluem”.

Francisco explicou que para o homem foi dada uma autonomia diferente daquela dada à natureza: a liberdade. A ação do homem participa do poder de Deus e é capaz de construir um mundo humano para todos, não para um grupo de privilegiados.

“Mas também é verdade que a ação do homem, quando a sua ação se torna autonomia – que não é liberdade, mas autonomia – destroi a criação e o homem toma o lugar do Criador. E este é o grave pecado contra Deus Criador”.

Francisco manifestou seu encorajamento ao progresso científico e à melhora das condições de vida do povo, especialmente dos mais pobres. Ele não deixou de se referir ao seu predecessor, Bento XVI, homenageado hoje.

“Bento XVI, um grande Papa. Grande pela força e penetração de sua inteligência, grande por sua relevante contribuição à teologia, grande por seu amor nos confrontos da Igreja e dos seres humanos, grande por sua virtude e religiosidade (…) Agradeçamos a Deus pelo dom que deu para a Igreja e ao mundo com a existência e o pontificado do Papa Bento”.

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O trecho a seguir é de responsabilidade nossa, e não faz parte do texto original publicado.
Comentários do blog:

Bem a propósito a fala do Santo Padre. Sem dúvida ele nos faz um chamamento a reflexão sobre necessária percepção do papel das ciências, enquanto instrumento do conhecimento humano que ratifica ou explica a concepção cristã acerca de princípios fundamentais, como o da própria criação.

Também propõem aos cristãos uma cuidadosa percepção do papel simbólico de alguns relatos bíblicos, que não invalidam a verdade neles contidas, ou sentido maior proposto, mas que apresentam conceitos fundamentais de forma didática e relacionada ao contexto e ao propósito observado o momento histórico vivenciado pela humanidade.

Assim sendo, a proposição científica a respeito de temas como à criação, contidas na Teoria da Evolução ou da formação do Big Bang, vem a colaborar com as verdades cristãs, desde que compreendamos que há um princípio motivador não guiado pelo acaso, ou fora de um ordenamento, mas sustentado na ação de Deus como origem e ordenador dos processos fundamentados no seu amor manifesto na criação.

E ainda na sua interpretação inspirada, o Papa Francisco mostra a liberdade como inerente ao homem, e fator de distinção em relação aos processos naturais, fazendo com que o mesmo participe do poder de Deus, alertando para o fato de que quando o homem exerce tal autonomia para tomar o lugar do Criador acaba pois em atentar contra o poder que lhe foi compartilhado, e assim passar a agir de forma destrutiva configurando um pecado grave.

As palavras do Papa reforçam a percepção de que ciência e religião não são conflitantes, mas que se percebida da forma correta a ciência se torna ferramenta importante na compreensão da verdade, contida na percepção plena da sabedoria, que engloba conhecimento, inteligência, fé, e dom de Deus. E ele conclama aos cristãos a compreenderem esta visão, essencial para a evolução e transformação do homem e de nossa sociedade, no sentido de permitir um significativo progresso com reflexos bons e justos para as condições de vida dos povos, como uma dadiva de Deus ao homem.

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A hora é de nos reconciliarmos e seguirmos em frente!

Presidenta Dilma Rousseff cumprimenta
o Papa Francisco durante Santa Missa
 pela 28ª Jornada Mundial da Juventude.
 Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
Publicada em 28.07.2013 Blog do Planalto
Aproveitando o contexto da mensagem do Papa, reproduzida anteriormente e que leva-nos a repetição de um ensinamento e gesto de apaziguamento das tensões artificiais que algumas vezes são propostas em relação a ciência e fé. algo que em inúmeros outros momentos a Igreja já manifestou, por meio de seus pontífices ou representantes.  Conclamamos aos irmãos cristãos, em especial católicos, a também estenderem a disposição de perceber com olhar mais tolerante e fraterno as atuais distensões remanescentes no Brasil, em nosso tecido social em função do recente processo eleitoral e seus desdobramentos.

Entendemos que findo o processo de votação e com a escolha do nosso dirigente, no caso a presidenta Dilma, todo esforço deve ser feito para também apaziguar e transpor possíveis diferenças, pois é essencial para o país e o povo brasileiro que caminhemos juntos e unidos na direção de fazer realizar-se as condições de governabilidade, e acima de tudo de forma propositiva e colaborativa ocorrer as necessárias transformações e aprimoramentos, de políticas, programas e ações que venham a se materializar na forma de benefícios sociais ao povo e de desenvolvimento da nação, em consonância com o que move a ação cristã, sem perder a visão crítica mas, com fraternidade e de coração aberto as verdadeiras e boas atitudes, sejam elas oriundas da sociedade, dos nossos representantes e/ou do governo e de nossa presidenta.

O Cardeal Dom Orani Tempesta já enviou a sua benção à presidente reeleita. "Parabenizo a presidenta Dilma Rousseff pela vitória e peço que ela seja iluminada para poder governar todos os brasileiros, levando a paz social e o entendimento para unir o país, com progresso e a fraternidade". 

Como nos lembra Paulo:

Romanos 13:01

Submetam-se todos às autoridades constituídas, pois não há autoridade que não venha de Deus, e as que existem foram instituídas por Deus.


E em Mateus 12:25-26

Sabendo o que eles estavam pensando, Jesus lhes disse:  "Todo reino dividido em grupos que lutam entre si, será arruinado.  E toda cidade ou família dividida em grupos que brigam entre si, não poderá durar".  

Somos gratos porque Deus nos guia em seu projeto, escolhendo quem fará de instrumento, e por isto louvamos ao Senhor por sua intervenção e sabedoria acima da nossa compreensão.

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Eleições 2014: a responsabilidade do eleitor cristão - Radio Vaticana 01.10.2014

Com a esperança de que cada brasileiro católico ou não, possa compreender a mensagem proposta pela CNBB, objeto do artigo, sobre uma perspectiva equilibrada e conscientes do papel que tem cada cristão, entendendo que mais do que interesses individuais estão em disputa em meio ao processo eleitoral, o bem da coletividade, da nossa sociedade como um todo, e que se manifestam em ações e frutos palpáveis representados pela possibilidade de mais justiça e menos desigualdades.   Onde há sim a necessidade de mudanças, sem que tenham estás que se tornarem uma aposta, um ato desprovido de visão plena e do conjunto dos atores sociais envolvidos, que podem ou não levar a melhorias nos níveis de bem estar sociais, de forma mais ampla e abrangente social e geograficamente, que sem esta percepção e sem o reconhecimento do que de bom já foi construído, há uma possibilidade ainda maior de provocar enormes retrocessos que implicam em mais desigualdades, retornos a níveis de misérias e abandono social que com a graça de Deus ficam menos intensos a medida que prosseguimos nossa jornada como povo e nação, e afetam cada vez menos àqueles que já estiveram esquecidos por muito tempo privados de dignidade e submetidos a situações extremas.

Que Jesus Cristo abençoe à todos em suas ações!  E que o povo brasileiro entenda o significado do que nos foi revelado em Mateus 25, e que possa ser refletido e compreendido nos gestos dos  nossos governantes, e foi sintetizado nas palavras de Jesus: “tudo o que fizerdes a um destes pequeninos é a mim que o fazeis”.

Que o Espírito Santo de Deus ajude à todos escolher alguém que melhor reflita as palavras de Cristo, que apontam para os que tem compromissos verdadeiros nos gestos feitos em favor dos humildes.   Bom 2º turno no dia 26.10.2014

Comentários do BLOG 

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A seguir reproduzimos a íntegra o texto publicado na Rádio Vaticana, 01.10.2014

Eleições 2014: a responsabilidade do eleitor cristão - Radio Vaticana 01.10.2014

Cidade do Vaticano (RV) – Votar é direito e dever de todo cidadão. E o eleitor cristão, tem uma responsabilidade especial?
De acordo com a mensagem “Pensando o Brasil: desafios diante das eleições 2014”, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a escolha dos católicos deve ser iluminada pela fé e pelo amor cristãos, os quais exigem a universalização do acesso às condições necessárias para a vida digna de filhos de Deus.
Citando a Exortação Apostólica do Papa Francisco, a Evangelii Gaudium, os bispos recordam que uma fé autêntica – que nunca é cômoda nem individualista – comporta sempre um profundo desejo de mudar o mundo, transmitir valores, deixar a terra um pouco melhor depois da nossa passagem por ela.
Nossa fé requer que “todos tenham vida e a tenham em abundância” (Jo 10,10). Ao contrário disso, a CNBB constata que “nossos irmãos têm sido maltratados e muitos, inclusive, perderam e continuam perdendo a vida à espera de serviços públicos. Enquanto isso, outros se corrompem e enriquecem com recursos que deveriam ser destinados a políticas que atendam às necessidades do povo.
Somos chamados a empenhar-nos em viver o evangelho do Reino na esperança de vê-lo antecipado na terra, ainda que sob o signo da Cruz. Isso exige que trabalhemos pela superação dos sofrimentos atrozes vividos por aqueles que são sistematicamente excluídos e que não se veem respeitados em sua dignidade de pessoa humana.
O direito de representar os eleitores, que um candidato conquista nas urnas, tem de ser assumido pelo político como um dever de servir. Ao contrário disso, uma lógica perversa tem pautado a atuação de inúmeros eleitos, desvirtuando a finalidade da própria política que, ao invés de tratar do bem comum, se converte em espaço de conchavos e negociações espúrias”.
Em Roma, o Presidente da CNBB, Card. Raymundo Damasceno Assis, recorda aos ouvintes da Rádio Vaticano que voto não tem preço, tem consequências. Clique acima para ouvir a reportagem completa.
(BF/SP)