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O que nos inspirou a criar este espaço foi resumido pelas palavras de JESUS em João 12:46 à 50, e foi também nossa primeira postagem. Espero que possamos cumprir o propósito desta obra, que é: levar a palavra e a verdade ao alcance de todos, e poder propiciar um espaço destinado à paz, à caridade, ao conforto e ao convívio dos cristãos. Segundo a URLmétrica estamos na posição 605.892 (antes 599.772º há 5 anos) no ranking do Brasil, entre vários milhões de sites existentes! Mas segundo o Google, são 1.113 visitas no mês passado. Obrigado aos mais de 59,2 mil visitantes nos 8 anos e 8 meses, numa média de 569 acessos por mês. Obrigado Jesus!
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A grandiosidade de DEUS

A grandiosidade de DEUS
Via láctea, presente divino

quarta-feira, 10 de abril de 2019

Este é o momento de reavivarmos a fé

Se aproxima mais uma celebração da Semana Santa relembrando a Paixão de Cristo e a Páscoa, e nos toca de forma contundente, a sensação de como se faz atual, todos os aspectos que envolvem os acontecimentos que Jesus protagonizou há mais de 2000 anos.

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Jesus se fez presente aos pobres e humildes de corações, onde suas palavras encontraram alguma acolhida, e representaram alívio e esperança na vida de muitos.

Em muitos momentos Cristo representou a única voz, e verdadeiro caminho que se apresentou aos homens, no qual os que estavam esquecidos e abandonados pela sociedade da época, acreditavam e tentavam ao seu modo e com suas limitações (mesmo de percepção incompleta ou distorcida), seguir e entregar suas vidas em busca de curas, pão, alguma felicidade, paz, respeito, justiça, dignidade, e alguns de forma mais significativa, o verdadeiro tesouro oferecido  por Jesus, a libertação de seus pecados e erros, para permanecer em comunhão com o Senhor, e mais próximo da eternidade no Reino de Deus.

E mesmo com uma mensagem, de paz, verdade, amor, esperança, cura e perdão, Cristo com suas ações e disposição, atraiu contra si, a ira dos poderosos, dos ricos, dos governantes, dos religiosos hipócritas, dos maus e violentos, dos injustos e mesquinhos, de todos que tinham o espírito transformado pelos valores e interesses do mundo. Um mundo de injustiças, exploração, fome, misérias, desigualdades, abandono, egoísmo, prostituições,  falsidades, violências, guerras, mortes e destruição. 

Os que não se sentem tocados por Cristo e pela transformação que ele representa, impelidos pelos seus anseios pessoais e corporativos, pelo apego ao poder e riquezas, ou pelos medos mais íntimos, formam um espectro social de uma casta em crise, de uma sociedade em ebulição e sobre "frequente ameaça", que impõem por meio de mentiras e ardilosas más ações, a pena de morte ao Salvador, a sua crucificação, como se fosse o pior dos homens, e alguns chegam fazer isso até mesmo se apropriando do nome de Deus.

Quando dizemos que é bem atual todo contexto da Paixão de Cristo, não é nenhum exagero, e muitos cristos estão entre nós, assim como as sociedades e o mundo, sofrem e vivem da mesma forma as dores e sofrimentos enfrentados 2.000 anos atrás, e todos aqueles males e sentimentos, e ações denunciados por Jesus em sua caminhada na Terra, o que muito nos entristece e gera ansiedade.  Razões pelas quais muitos de nós cristãos, clamam e esperam por uma nova intervenção divina, em nossas vidas, em nossas realidades e em nossos espíritos, que muitas vezes se mostram fracos e carentes, diante das adversidades do mundo.

Um mundo, que corre a destruir o meio ambiente, as condições de vida e a dignidade humana (criando hordas de miseráveis, famintos, desempregados, desabrigados, migrantes, explorados, doentes, indigentes, esquecidos, encarcerados,  favelados, abandonados e  injustiçados, sem garantias mínimas de vida e serviços essenciais), criando locais cheios de desigualdades, violências, conflitos, guerras e mortes. Mortes de todas as formas e por razões, ou meios diversos, sem sentido para muitos, e frutos de maldades, de pessoas e sociedades distantes de Deus, ainda que muitos dos protagonistas, sejam aqueles que já conhecem ou tiveram contato maior com as palavras e mensagens de Jesus, sejam os que se dizem pastores ou outros religiosos cristãos, mas que contradizem aos ensinamentos e ações do Senhor, e expõem contradições que nos afetam e entristecem muito, e fazem mal demais.


O que dizer dos muitos sentenciados e executados de forma banal, nas ruas por toda parte do mundo,  por nada, por intolerância ou discriminações, por coisas de pouco ou nenhum valor? Ou dos milhares que são forçados a saírem de seus lares, suas cidades, seus países, pelas violências e ambições, de muitos até mesmo "cristãos"? O que dizer de nações em conflitos internos que são fabricados por poderosos, que submetem massas a fome, doenças, dores e sofrimentos, por dinheiro e riquezas?  

E como entender os que dizem ser cristãos, e apoiam atos tão loucos e opostos ao significado de Jesus, seja apoiando governos, líderes e seus desmandos, ou grupos sociais e segmentos que patrocinam tanta desgraça, ainda que de forma indireta ou ao silenciar diante de tanta miséria e injustiça semeadas em meio ao povo simples.  Como não ver as "crucificações" aos montes nas comunidades carentes e periferias, a exemplo do bárbaro assassinato de um pai de família no Rio, vitimado por militares após 80 disparos, sendo o homem um inocente cidadão? Como aceitar com naturalidade, que um Bispo Católico se manifeste publicamente, propondo dá veneno a um "desafeto", sendo ambos "filhos adotivos" de Deus? E quando uma "igreja", lança cartão de crédito para seus fies, ou transforma o templo em mercado da fé, a exemplo dos fariseus no Templo de Jerusalém, que Cristo condenou?

A celebração da Paixão de Cristo tem muitos significados, e para os cristãos é um momento para reflexão, é o momento de reavivarmos a nossa fé, e nos darmos conta de todas as coisas que  nos afastam de Jesus e de Deus, como forma de reafirmar o amor e tudo que foi feito pelo Salvador da humanidade, e não nos colocarmos entre os que lhe impuseram violência e injustiça, incompreensão e maldade, com a qual foi recebido, pelos desorientados e poderosos da época (governantes, religiosos, e ricos);  que  com os corações cheios de hipocrisia, rancor, e por meio de mentiras o condenaram de forma ardilosa e torpe.  Algo que hoje ocorre toda vez que um humilde, um inocente, sofre ou  morre esquecido, pelos que apoiamos e  por nós que temos em Cristo, o exemplo maior, o último e verdadeiro sacrifício pela salvação.


Mateus 25:31-46

Lucas 23:34

E Jesus dizia: "Pai, perdoa-lhes; porque não sabem o que fazem."

domingo, 10 de março de 2019

Mantenha o foco no que importa!

Falsas polêmicas e discussões infrutíferas são perda de tempo, e armadilhas que precisamos superar, para continuarmos a tarefa mais importante, servir, levar o Evangelho de Jesus à toda parte, vivendo suas palavras e sendo exemplos para todos, luz e sal, que faz a diferença na vida e conduz ao caminho com Cristo, na verdade e na paz, rumo a vitórias sustentáveis e concretas, aqui, e na direção do Reino de Deus.

É como nos foi dito por Paulo em II Timóteo 2, e nos chama a atenção o versículo 23, que diz:

"Rejeita as discussões tolas e absurdas, visto que geram contendas."

Igreja, ou igrejas, que se propõem a caminhar na Palavra e com a verdade, não podem se afastar do sentido de ser como nos ensinou Jesus: templo de amor misericórdia e fraternidade, assim também o coração de cada um que se diz cristão. Não interessam debates sem propósito de construção e edificação de homens melhores, dispostos a estar com os olhos, atenção e espíritos, empenhados, voltados ao exemplo de Cristo.

Fere muito mais, ofende verdadeiramente ao legado do Salvador, àquele que se esquece de seu mandamento de amor, e de fazer o que nos foi ordenado, amar irrestritamente, intensamente, aos que são próximos e aos que nos colocam a prova com seus atos, palavras e sentimentos, muitas vezes, completamente distantes do que nos foi ensinado por Jesus.

E recordo os muitos avisos de Jesus, como relatou Mateus no capítulo 23, especialmente nos versículos 11  e 12, onde Cristo diz:

"O maior dentre vós será vosso servo.  Aquele que se exalta será humilhado, e aquele que se humilhar será exaltado."

Nós cristãos e a Igreja, somos diferentes apenas, por termos a consciência e a obrigação, de amar mais, servir, compreender, nos esforçarmos pela paz, nos fazermos disponíveis, solidários e fraternos, e desta forma, vivendo a Palavra do Senhor, levarmos ao conhecimento e vivência de todos, em todas as partes do mundo, no testemunho vivo de fé e com ações, de misericórdia e amor, justiça e humildade, que principia em Deus, e nos é dado pelo Espírito, graças ao Nosso Senhor. Longe disso, somos expostos a derrotas e dores, afetas as atitudes que desagradam a Deus, e servem aos propósitos do Inimigo, em suas breves "vitórias" ao desencaminhar almas preciosas ao Pai, e que de alguma forma se perderam diante de nós.

Irmãos, foquemos no que interessa e estejamos atentos a essência dos ensinamentos, que fazem a diferença em nós e se reflete na nossa forma de viver.  Tendo em mente o princípio maior, o amor, fazendo valer a verdade de Cristo, que se for praticada com fervor, nos levará a entender e enxergar todo àquele com o qual nos deparamos, e que busca sinceramente a mudança, e precisa de solidariedade e apoio, ao se manifestar como nosso próximo, e irmão necessitado, como uma forma de personificação e imagem do Senhor, que precisamos enxergar e retribuir, com a partilha das graças e atenções que de Deus recebemos.

Jesus foi enfático por muitas vezes sobre como proceder e fazer manifestar a Palavra que frutifica em nós, e nos deixou exemplos tão claros sobre o que realmente importa, e faz de nós eleitos ou apartados da graça, partícipes da vitória do Reino do Céu, ou cúmplices e coadjuvantes da derrota final do Inimigo, condenados no julgamento pelos atos, omissões, silêncio criminoso, nos desvios e maldades com as quais nos envolvemos ou permitimos acontecer na vida de alguns, próximos ou não, independente de motivações, mas que representam uma negação do que é ser um cristão verdadeiro, fiel e disposto a servir com humildade e amor, capaz de perder esta vida, em prol da vida eterna.

Lembremos o trecho apresentado em Mateus 25:31-46, e vejamos o que importa, e como infelizmente muitos cristãos e a própria Igreja, ou igrejas, se esquecem, e causam assim derrotas a muitos, ou os deixam expostos ao mal, que de forma alguma agrada a Jesus. Antes pratiquemos nós, o que recomenda Cristo nos versículos iniciais citados por Mateus, do que estéreis defesas dos ensinamentos, sem a prática, numa demonstração de uma fé sem obras, ou o que Jesus condena explicitamente, e leva à condenação final.

Mateus 25:31-46

"Quando o Filho do Homem vier em sua glória, e todos os anjos com ele, então se assentará no trono de sua glória. E diante dele serão reunidas todas as nações. Então ele separará uns dos outros, como o pastor separa as ovelhas dos cabritos. Colocará as ovelhas á sua direita, e cabritos à sua esquerda. Então o Rei dirá aos da direita: 'Venham, benditos de meu Pai! Recebam por herança o Reino preparado para vocês desde a criação do mundo. Pois tive fome e vocês me deram de comer, tive sede e me deram de beber, era estrangeiro e me acolheram, estava nu e me vestiram, estava doente e me visitaram, estava na cadeia e vieram me ver.' Então os justos lhe perguntarão: 'Senhor, quando foi que te vimos com fome e te demos de comer, com sede e te demos de beber? Quando foi que te vimos estrangeiro e te acolhemos, nu e te vestimos? E quando é que te vimos doente ou na cadeia,  e fomos visitar-te?' E, respondendo, o Rei lhes dirá: 'Eu lhes garanto: Todas as vezes que vocês fizeram isso a um desses meus irmãos mais pequeninos, foi a mim que fizeram.'  Em seguida, ele dirá aos da esquerda: ' Afastem-se de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e para seus anjos! Pois eu tive fome e vocês não me deram de comer, tive sede e não me deram de beber; eu era estrangeiro e vocês não me acolheram, estava nu e não me vestiram; estava doente e na cadeia, e vocês não me socorreram.' Então também esses responderão, dizendo: 'Senhor, quando foi que te vimos com fome ou com sede, estrangeiro ou nu, doente ou na cadeia, e não te servimos?' Então ele responderá: 'Eu lhes garanto: Todas as vezes que vocês não fizeram isso a desses mais pequeninos, foi a mim que não o fizeram!' Então estes irão para o castigo eterno, e os justos para a vida eterna."

Enquanto Igreja e cristãos, estamos agindo como os justos?  Essa é a verdadeira preocupação a se ter, essa é a razão para verdadeira e definitiva vitória!

Jesus abençoe à todos!

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Jesus entristecido, ilustrativa - obtida no sítio novotempo.com


terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Por gratidão e com fé







Um breve momento de reflexão e partilha de um sentimento profundo de gratidão.

Também para partilhar com outros povos irmãos que precisam muito de Cristo.



Oração do pecador    

Senhor, para alguns soa falsa a minha oração,
talvez eles tenham razão,
pois há muito ando na contra-mão,
numa vida repleta de ilusão.

Andei me afastando da missão,
que cada um trás no coração,
de viver na verdade, buscando a salvação,
com amor, amando também o irmão.

Ainda assim Senhor, saiba,
é grande a minha gratidão,
pois apesar de toda minha degradação,
em Ti, encontro misericórdia e perdão.




Oración del pecador

Señor, para algunos suena falsa mi oración,
tal vez tengan razón,
porque hay mucho ando en la contra-mano,
en una vida repleta de ilusión.


Me he ido alejando de la misión,
que cada uno detrás en el corazón,
de vivir en la verdad, buscando la salvación,
con amor, amando también al hermano.


Sin embargo, Señor, sé,
es grande mi gratitud,
porque a pesar de toda mi degradación,
en ti, encuentro misericordia y perdón.




E mais uma pérola:
 

Thiago 5:7-8
Irmãos, sejam pacientes até que venha o Senhor. Reparem o agricultor, como espera com paciência até receber as primeiras chuvas e as tardias, com a esperança do valioso fruto da terra. Vocês também, tenham paciência e fortaleçam o ânimo, pois a chegada do Senhor está próxima.


Hermanos, sean pacientes hasta que venga el Señor. Reparen al agricultor, como espera con paciencia hasta recibir las primeras lluvias y las tardías, con la esperanza del valioso fruto de la tierra. Ustedes también, tengan paciencia y fortalezcan el ánimo, pues la llegada del Señor está cerca.