Bem vindos! O Senhor precisa de nós em sua obra, participe!

O que nos inspirou a criar este espaço foi resumido pelas palavras de JESUS em João 12:46 à 50, e foi também nossa primeira postagem. Espero que possamos cumprir o propósito desta obra, que é: levar a palavra e a verdade ao alcance de todos, e poder propiciar um espaço destinado à paz, à caridade, ao conforto e ao convívio dos cristãos. Segundo a URLmétrica estamos na posição 605.892 (antes 599.772º há 5 anos) no ranking do Brasil, entre vários milhões de sites existentes! Mas segundo o Google, são 1.113 visitas no mês passado. Obrigado aos mais de 59,2 mil visitantes nos 8 anos e 8 meses, numa média de 569 acessos por mês. Obrigado Jesus!
FELIZ 2019 A TODOS QUE NOS VISITAM!

A grandiosidade de DEUS

A grandiosidade de DEUS
Via láctea, presente divino

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

A Quaresma nos ajuda a crescer espiritualmente!

A Quaresma é para o cristão um momento especial, e a páscoa que se aproxima em memória de Jesus Cristo, ganha um significado maior, mais uma vez podemos reforçar nossas convicções de fé e no aprendizado com Cristo, construir em nós um homem melhor, pautados pelo amor, pela verdade, pela caridade em seu sentido mais profundo e abrangente.

Com sobriedade e respeito façamos bom proveito deste momento de aprofundamento e crescimento espiritual que o Senhor nos propiciou.

Obtida no Google Imagem

Aprender a partilhar não é fácil, mas sempre é gratificante, e constitui-se num exercício diário e contínuo, e por mais que nos esforcemos e não importa a quanto tempo o façamos, há sempre uma emoção, uma sensação boa e nova quando vivemos o ato da partilha.
Entendo porque Jesus tanto recomendou e partilhou o que de melhor podia oferecer, o amor, sua presença, seus dons. Há um sentido profundo e especial em viver e saber partilhar, nos bons e maus momentos, na alegria e na tristeza, com o coração tocado e movendo-se para um bem além do que desejamos para nós, e de nós mesmos.
Que o Mestre, Jesus, nos ensine a cada vez mais partilhar com todos o que podemos ter, fazer, e ser melhor!
Neste período de reflexão e transformação que nos inspira Jesus, talvez haja espaço para gestos de amor e partilha que um dia se reverterão em seu favor.
Seja estes um dos seus propósitos na quaresma e por toda vida!

Romanos 15:05-06

O Deus da perseverança e da consolação conceda que vocês tenham os mesmos sentimentos uns com os outros, a exemplo de Jesus Cristo. E assim vocês, juntos e a uma só voz, dêem glória ao Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

O verdadeiro jejum vem do coração, diz Papa na Quaresma - Canção Nova 20.02.2015

Reprodução da homilia do Papa Francisco, na íntegra à partir do portal da Canção Nova.

Na homilia de hoje, Santo Padre abordou a prática da penitência, comum no tempo quaresmal; ele também advertiu sobre usar Deus para cobrir injustiças
Da Redação, com Rádio Vaticano
Francisco fala sobre o verdadeiro jejum, que é um compromisso também para com o outro, não só com Deus / Foto: L'Osservatore Romano
Francisco fala sobre o verdadeiro jejum, que é um compromisso também para com o outro, não só com Deus / Foto: L’Osservatore Romano
Os cristãos, especialmente na Quaresma, são chamados a viver coerentemente o amor a Deus e ao próximo. Essa foi uma das passagens-chave da homilia do Papa Francisco nesta sexta-feira, 20, na Casa Santa Marta. O Santo Padre destacou que o verdadeiro jejum vem do coração, além de alertar sobre a atitude de ajudar a Igreja e, pelas costas, ser injusto com o próximo.
O Papa se inspirou na Primeira Leitura extraída do Livro de Isaías, em que o povo se lamenta a Deus por não ouvir seus jejuns. Francisco destacou que é preciso distinguir entre o “formal” e o “real”, pois, para Deus, não é jejum deixar de comer carne e depois brigar e explorar os trabalhadores. Jesus condenou os fariseus, porque faziam tantas observações exteriores, mas sem a verdade do coração.
O jejum que Jesus quer, segundo o Papa, é aquele que dissolve as cadeias injustas, liberta os oprimidos, veste os nus e faz justiça. Isso porque o verdadeiro jejum vem do coração, não é somente externo. “O amor a Deus e o amor ao próximo são uma unidade, e se você quer fazer penitência, real e não formal, deves fazê-la diante de Deus e também com o seu irmão, com o próximo”.
Fé sem obras é fé morta
O Santo Padre também recordou que a pessoa pode até ter fé, mas, como diz o apóstolo Tiago, se não faz obras é uma fé morta. Assim, se alguém vai à Missa todos os domingos e comunga, pode-se perguntar como é sua relação, por exemplo, com os funcionários: se os paga de maneira irregular, com um salário justo e assistência de saúde.
“Quantos homens e mulheres têm fé, mas dividem as tábuas da lei: ‘Sim, eu faço isso’. ‘Mas você dá esmolas?’. ‘Sim, sim, sempre mando um cheque para a Igreja’. ‘Ah, então tá. Mas, na sua Igreja, na sua casa, com quem depende de você (filhos, avós, funcionários), você é generoso, é justo?’. Não se pode fazer ofertas à Igreja e pelas costas ser injusto com seus funcionários. Este é um pecado gravíssimo: usar Deus para cobrir a injustiça”.
Francisco citou ainda o que diz o profeta Isaías: “Não é um bom cristão quem não faz justiça com as pessoas que dependem dele”. E não é um bom cristão aquele que não se despoja de algo necessário para dar ao próximo, que precisa.
O caminho da Quaresma é duplo: a Deus e ao próximo, lembrou o Papa; é um caminho real, não simplesmente formal. “Não é somente deixar de comer carne sexta-feira, fazer alguma coisinha e, depois, deixar aumentar o egoísmo, a exploração do próximo, a ignorância dos pobres”.
Alguns – contou o Papa –, quando precisam se curar, vão ao hospital, e por ter um plano de saúde, obtém a consulta rápido. “É uma coisa boa – comentou Francisco – agradeça ao Senhor. Mas, diga-me, você pensou naqueles que não têm esta facilidade e quando vão ao hospital devem esperar 6, 7, 8 horas para uma coisa urgente?”.
Abraçar quem errou
O Santo Padre mencionou, por fim, a necessidade de aproveitar o tempo quaresmal para se aproximar daqueles que ainda não seguem os mandamentos, que erraram e até mesmo dos que estão  presos.
“’Como será a sua Quaresma?’, pergunta Francisco. ‘Graças a Deus tenho uma família que cumpre os mandamentos, não temos problemas’. Mas, nesta Quaresma – pergunta o Papa –, em seu coração existe ainda lugar para quem não cumpriu os mandamentos? Que cometeram erros e estão encarcerados?”.
Se uma pessoa não está encarcerada, é porque Deus a ajudou a não cair, disse o Papa, por isso ela precisa dar lugar no seu coração aos presos, rezar por eles.
“Em seu coração, os presos têm um lugar? Você reza por eles, para que o Senhor lhes ajude a mudar de vida? Acompanha, Senhor, o nosso caminho quaresmal, para que a observância exterior corresponda a uma profunda renovação espiritual. Assim rezamos. Que o Senhor nos dê essa graça”.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Homilia do Papa Francisco na Missa na casa Santa Marta em 06.02


As reflexões do Papa Francisco a respeito da condição dos cristãos pelo mundo, levam a uma forte convicção e consciência das provações anunciadas desde os primórdios do cristianismo, algo que se faz presente na história da Igreja mesmo hoje e de forma tão intensa, e que foi muito bem abordado pelo apóstolo Paulo ao tratar das realidades cristãs e dos ensinamentos legados por Jesus.

Mas não deixa de ser dolorosa a constatação desta realidade, esperamos contudo na mesma fé que proclama o Papa que nos assemelhemos cada vez mais, com a verdade e o significado presentes no fim existencial aos moldes de Cristo.  Só assim há sentido em suportar os sofrimentos e permanecer fiel aos princípios e aos anseios cristãos!

Abaixo a integra das palavras de Francisco:

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Papa: o martírio dos cristãos me comove - Radio Vaticano 06.02
Cidade do Vaticano (RV) – O martírio dos cristãos não é algo do passado, mas muitos deles são vítimas também hoje “de pessoas que odeiam Jesus Cristo”. Esta foi a constatação feita pelo Papa Francisco na manhã desta sexta-feira (06/02), na homilia da missa na Casa Santa Marta, no final de uma intensa meditação sobre a vida e a morte de João Batista.
Seguindo as páginas do Evangelho de São Marcos, o Papa destacou que João “jamais traiu a sua vocação”, “consciente de que o seu dever era somente anunciar” a “proximidade do Messias” –, de ser somente “a voz”, porque “a Palavra era Outra pessoa”. João termina a sua vida como o Senhor, com o martírio.
E é sobretudo quando acaba na prisão por ordem de Herodes Antipas que “o maior homem nascido de mulher” se torna, observou Francisco, “pequeno, pequeno, pequeno”. Primeiro, porque duvida de Jesus. Segundo, quando chega para ele o momento do fim, ordenado por um rei ao mesmo tempo fascinado e perplexo diante de João:
“No final, depois desta purificação, abrindo caminho para a aniquilação de Jesus, termina a sua vida. Aquele rei perplexo se torna capaz de um decisão, mas não porque o seu coração tenha sido convertido, mas porque o vinho lhe deu coragem. E assim João termina a sua vida sob a autoridade de um rei medíocre, bêbado e corrupto, pelo capricho de uma bailarina e pelo ódio vingativo de uma adúltera. Assim termina o Grande, o maior homem nascido de mulher”.
“Quando eu leio este trecho – afirmou a este ponto o Papa – eu confesso que me comovo” e penso sempre “em duas coisas”:
“Primeiro, penso nos nossos mártires, nos mártires dos nossos dias, aqueles homens, mulheres e crianças que são perseguidos, odiados, expulsos das casas, torturados, massacrados. E esta não é uma coisa do passado: hoje isso também acontece. Os nossos mártires, que terminam sua vida sob a autoridade corrupta de pessoas que odeiam Jesus Cristo. Nos fará bem pensar nos nossos mártires. Hoje pensemos em Paulo Miki, mas isso aconteceu em 1600. Pensemos naqueles de hoje! De 2015”.
Além disso, prosseguiu o Papa, este diminuir de João o Grande “continuamente até o nada” me faz pensar “que estamos nesta estrada e caminhamos rumo à terra, onde todos nós acabaremos”. Faz-me pensar em “mim mesmo”:
“Também eu vou acabar. Todos nós acabaremos. Ninguém tem a vida ‘comprada’. Também nós, querendo ou não, caminhamos na estrada da aniquilação existencial da vida, e isso, pelo menos para mim, me faz rezar para que esta aniquilação se pareça o mais possível com a de Jesus Cristo, com a sua aniquilação”.
(BF)