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O que nos inspirou a criar este espaço foi resumido pelas palavras de JESUS em João 12:46 à 50, e foi também nossa primeira postagem. Espero que possamos cumprir o propósito desta obra, que é: levar a palavra e a verdade ao alcance de todos, e poder propiciar um espaço destinado à paz, à caridade, ao conforto e ao convívio dos cristãos. Segundo a URLmétrica estamos na posição 605.892 (antes 599.772º há 5 anos) no ranking do Brasil, entre vários milhões de sites existentes! Mas segundo o Google, são 1.113 visitas no mês passado. Obrigado aos mais de 59,2 mil visitantes nos 8 anos e 8 meses, numa média de 569 acessos por mês. Obrigado Jesus!
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A grandiosidade de DEUS

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Via láctea, presente divino

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Reconstrua sua família em Deus - Canção Nova 14.01


Reproduzido do portal da  Canção Nova

Reconstrua sua família em Deus
 
O homem que constrói sua casa sobre a areia está fadado a vê-la desmoronar com a chegada a ventania e da tempestade.

“Aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as põe em prática é semelhante a um homem prudente, que edificou sua casa sobre a rocha. Caiu a chuva, vieram as enchentes, sopraram os ventos e investiram contra aquela casa; ela, porém, não caiu, porque estava edificada na rocha. Mas aquele que ouve as minhas palavras e não as põe em prática é semelhante a um homem insensato, que construiu sua casa na areia. Caiu a chuva, vieram as enchentes, sopraram os ventos e investiram contra aquela casa; ela caiu e grande foi a sua ruína” (Mateus 7, 24-27).

"Deus quer salvar você e toda a sua família", assegura monsenhor Jonas


Temos assistido ao triste espetáculo do desmoronamento das nossas casas. São lares confiados a nós por Deus, mas construídos sobre a areia. São famílias construídas na sabedoria do mundo.

Infelizmente, nossos lares deixaram de ser construídos na rocha: não são mais construídos em Deus.

Posso testemunhar a respeito da minha família: a vida dos meus pais foi, desde o começo, muito difícil. Enfrentaram grandes problemas, dificuldades e muita pobreza. Mamãe era filha do terceiro homem mais rico e elegante da cidade, cujo carro era o único da região. Ela o auxiliava nos negócios. Quando papai chegou, era pedreiro, de condição humilde, simples e, devido a isso também, os dois enfrentaram problemas para se casar.

Daí para frente, mamãe passou a viver como se fosse deserdada, pois tinha se casado, contra a vontade do meu avô, com um pedreiro educado de maneira diferente à dela, com modos e comportamentos desiguais. Acostumada com o melhor, minha mãe casou-se e foi morar na roça. Depois, mudaram-se para São Paulo e passaram a morar num porão! Imagine tudo o que aconteceu: decepção, pobreza, dureza do dia a dia.

Meu pai era um homem justo. Desde os sete anos, já trabalhava com seus irmãos no trabalho duro da mata. Carregava, naquelas carroças rústicas e perigosas, grandes toras de madeira. Eram – minha mãe e ele – visivelmente opostos, tendo, então, motivos suficientes para não se entenderem; havia o que se poderia chamar de "incompatibilidade de gênios", mas, graças a Deus, os dois sofreram muito um com o outro e um pelo outro.

Minha mãe poderia largar tudo e voltar para casa do meu avô. Ela sempre cuidou dos negócios do pai; com certeza, meu avô precisaria dela novamente. Caso minha mãe voltasse, meu avô a receberia de braços abertos. Mas, graças a Deus, não desistiram. Lutaram , sofreram, rezaram, pediram, insistiram, teimaram... e construíram um lar.

Que família bonita eles formaram! Eu não tenho outra explicação: sou fruto da imolação de meus pais. Sou um fruto para testemunhar ao mundo que vale a pena perseverar, suportar, amar. O Senhor nos diz, em Sua Palavra, que para haver salvação e ressurreição é preciso haver sangue e muitas lágrimas. Sou fruto do amor sofrido de meu pai e de minha mãe. Tenho um irmão e quatro irmãs que também são frutos desse lar construído na dor. Tenho a certeza de que meus pais construíram a "arca" e nos deixaram a responsabilidade de continuar a construção.

Todos nós somos filhos de lares assim: de pai e de mãe que sofreram para construir. Quem constrói sabe que não existe construção fácil: é suado, dolorido, demorado, porém bem alicerçado.

O Senhor nos chama a deixar a mentalidade que o mundo e a televisão nos têm transmitido para sermos os reconstrutores desta arca de salvação, que é a família, em base sólidas. Não mais construídas na areia, no egoísmo, mas reconstruídas no amor, em Deus. Isso significa doação, entrega, dor...

Não existe ato de amor mais lindo do que gerar, mesmo quando isso nos faz sofrer! O amor é doloroso como o parto!

O Senhor nos convida para sermos os construtores da nossa casa. E Ele próprio nos mostra os meios: a Palavra de Deus, a oração, os mandamentos divinos, o sofrimento acolhido com amor. Uma casa construída sobre a rocha que é Deus.

Nossa geração aplaude os que vivem na infidelidade, no adultério e nos induz a fazer o mesmo. Nossas famílias são violentamente agredidas.

Deus quer salvar você e toda a sua família. Você é o "Noé" que Deus escolheu para reconstruir a "arca" que é a sua casa.

Deus o abençoe!

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova



(Trecho extraído do livro "Homem e mulher em sintonia" de monsenhor Jonas Abib)

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Vença seus medos e seja feliz


Reproduzida na íntegra do portal Canção Nova - Homilia Diária 09.01.2013

Completando a narrativa da partilha dos pães, Marcos nos apresenta a narrativa da travessia do mar no estilo de uma teofania. É uma narrativa com cenas supranaturais e conteúdo simbólico.
Após a partilha, Jesus manda os discípulos de barco para Betsaida, despede a multidão e sobe a montanha para orar. Os discípulos no barco, no meio do mar, encontravam dificuldades devido ao vento contrário. O “mar” é o caos ameaçador, que gera pobreza, exclusão e fome, ameaçando a vida, e que deve ser enfrentado pelos discípulos em sua ação missionária.
Jesus, andando sobre o mar, afirma-se como Aquele que – pela partilha dos pães – mostra o caminho da superação deste caos. Porém, os discípulos não entendem. É uma característica de Marcos registrar a dificuldade dos discípulos em entender a missão de Jesus.
Portanto, o apóstolo nos quer dirigir uma palavra de conforto e confiança em Deus. Aliás, dentro de nós existe uma força fantástica, capaz de nos dirigir para uma saúde perfeita, um bom trabalho e relacionamentos compensadores , ou seja, temos tudo o que precisamos para atingir a prosperidade e o amor, pois, Deus nos deu a inteligência e a vontade.
Não duvido que seja por isso que Santo Agostinho diz: “Não podemos procurar Deus fora de nós, é no interior que está a verdade”.
O ser humano contribui muito para a sua atual condição de vida. O importante é não ter medo de nada e de ninguém. Jesus continua gritando para nós: “Coragem, sou eu! Não tenham medo!” Experimente coisas novas. Se você pensar no medo, nada de grandioso poderá ocorrer.
Tenha confiança de que o Senhor irá protegê-lo, possibilitando que algo maravilhoso aconteça. Permita que as novas experiências ocorram e esteja aberto para as mudanças. Claro que os obstáculos surgirão, mas não os veja como impedimentos, mas sim como diferentes possibilidades para superar novos desafios.
Pense sempre que Deus está a orientar sua vida para o caminho do bem.
De modo geral, culpamos a sociedade pelas consequências positivas ou negativas que ocorrem na vida depois que amadurecemos. Mas é preciso reconhecer as influências benéficas de todos os acontecimentos, por piores que possam parecer no instante em que ocorreram. Caso contrário, o novo não acontece. Apenas o medo.
A frustração, o desamparo, a raiva ou o choro indicam que a pessoa ainda não cresceu. Você acha que é possível realizar algo grandioso desta forma? Não. Isto só mostra um comportamento imaturo. Por isso, coragem! Não se limite. Goste de você mesmo e não espere que alguém vá cuidar das suas carências e problemas a não ser Deus. Exponha-se diante d’Ele, não tema os julgamentos que outros possam fazer de você. Seu Anjo da Guarda o ajudará sempre!
Se você usar todo seu potencial, conseguirá usufruir as graças que vem do Alto. Expresse seus talentos e seja o primeiro a acreditar que sua vida dará certo.
Vença seus medos e seja feliz!
Padre Bantu Mendonça

domingo, 6 de janeiro de 2013

Para sua reflexão:


Quando alguém está doente, mesmo que em estado terminal, procura um médico, busca seguir um tratamento, e não raras vezes conforto entre os seus, partilhando, dividindo suas dores, emoções e sentimentos.   Mesmo que não obtenha a sua cura, isto é bom para quem esta doente, e também para os que estão a sua volta, pois puderam através da partilha e da presença fazer algo para amenizar o sofrimento daquela pessoa, um grande gesto de amor.

Quando nós estamos mal, confusos, com a alma pesada e com dificuldades de toda a sorte que nos cercam, em geral buscamos auxílio junto a quem esta próximo ou pode nos compreender melhor, e os que são cristãos buscam conforto na Palavra de Deus, nas orações, na Igreja, ou entregando-se ao amor de Jesus e confiando na ação do Espírito Santo.  O que é bom, pois alimenta em nós a esperança de encontrarmos a paz necessária, assim como a forma de reverter a situação em que estamos.  Mesmo que não tenhamos a solução dos problemas, a sensação de conforto em si já é algo formidável e valioso, com poder de recuperar nossa autoestima.

Nós agimos geralmente desta forma, em razão da importância que damos as nossas vidas, ou ao nosso bem estar espiritual e emocional, o que é bom e justo. 

Epifania do amor  - Canção Nova

Mas quando um relacionamento não vai bem, por que em geral as pessoas tendem a desistir deste e das outras pessoas envolvidas, e muitas vezes procuram substituí-las, abandonando a relação atual e buscando novas relações com outras pessoas?  

Mesmo entre alguns dos cristãos, por que é mais fácil por fim as relações, do que acreditar nas transformações  necessárias e contribuir para que elas aconteçam, ao menos seguindo o que está na Palavra, perdoando, perdoando,  e dando oportunidade ao amor verdadeiro, no qual Jesus é refletido na transformações que vivenciamos?

As razões são muitas, mas entre elas estarão presentes uma grande dose de incompreensão e egoísmo, muito comuns entre as pessoas e reforçada pela nossa sociedade em detrimento do que seria justo e bom, e que são decisivos para o desfecho do relacionamento, por força-nos a trocar o amor, a fé, a partilha e o perdão, pelos excessos inerentes a esta dupla concepção: agressões; desequilíbrio nas emoções; supervalorização de nós e dos nossos sentimentos e desejos; inferiorização do outro; a cultura do descarte; em alguns casos até violências mútuas, etc.

Nos níveis que tais coisas ocorrem, são um claro sinal de que a vida e os sentimentos dos outros são muito menos importantes do que nós, e os nossos!  Que construímos relações doentes e utilitaristas!

Isto é um erro, uma  manifestação de puro egoísmo e incompreensão!  Uma manifestação do mal!


Lucas 17:3-4

Prestem atenção! Se o seu irmão peca contra você, chame a atenção dele. Se ele se arrepender, perdoe.  Se ele pecar contra você sete vezes num só dia, e sete vezes vier a você, dizendo: "Estou arrependido", você deve perdoá-lo.