Bem vindos! O Senhor precisa de nós em sua obra, participe!

O que nos inspirou a criar este espaço foi resumido pelas palavras de JESUS em João 12:46 à 50, e foi também nossa primeira postagem. Espero que possamos cumprir o propósito desta obra, que é: levar a palavra e a verdade ao alcance de todos, e poder propiciar um espaço destinado à paz, à caridade, ao conforto e ao convívio dos cristãos. Segundo a URLmétrica estamos na posição 605.892 (antes 599.772º há 5 anos) no ranking do Brasil, entre vários milhões de sites existentes! Mas segundo o Google, são 1.113 visitas no mês passado. Obrigado aos mais de 59,2 mil visitantes nos 8 anos e 8 meses, numa média de 569 acessos por mês. Obrigado Jesus!
FELIZ 2019 A TODOS QUE NOS VISITAM!

A grandiosidade de DEUS

A grandiosidade de DEUS
Via láctea, presente divino

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Vença seus medos e seja feliz


Reproduzida na íntegra do portal Canção Nova - Homilia Diária 09.01.2013

Completando a narrativa da partilha dos pães, Marcos nos apresenta a narrativa da travessia do mar no estilo de uma teofania. É uma narrativa com cenas supranaturais e conteúdo simbólico.
Após a partilha, Jesus manda os discípulos de barco para Betsaida, despede a multidão e sobe a montanha para orar. Os discípulos no barco, no meio do mar, encontravam dificuldades devido ao vento contrário. O “mar” é o caos ameaçador, que gera pobreza, exclusão e fome, ameaçando a vida, e que deve ser enfrentado pelos discípulos em sua ação missionária.
Jesus, andando sobre o mar, afirma-se como Aquele que – pela partilha dos pães – mostra o caminho da superação deste caos. Porém, os discípulos não entendem. É uma característica de Marcos registrar a dificuldade dos discípulos em entender a missão de Jesus.
Portanto, o apóstolo nos quer dirigir uma palavra de conforto e confiança em Deus. Aliás, dentro de nós existe uma força fantástica, capaz de nos dirigir para uma saúde perfeita, um bom trabalho e relacionamentos compensadores , ou seja, temos tudo o que precisamos para atingir a prosperidade e o amor, pois, Deus nos deu a inteligência e a vontade.
Não duvido que seja por isso que Santo Agostinho diz: “Não podemos procurar Deus fora de nós, é no interior que está a verdade”.
O ser humano contribui muito para a sua atual condição de vida. O importante é não ter medo de nada e de ninguém. Jesus continua gritando para nós: “Coragem, sou eu! Não tenham medo!” Experimente coisas novas. Se você pensar no medo, nada de grandioso poderá ocorrer.
Tenha confiança de que o Senhor irá protegê-lo, possibilitando que algo maravilhoso aconteça. Permita que as novas experiências ocorram e esteja aberto para as mudanças. Claro que os obstáculos surgirão, mas não os veja como impedimentos, mas sim como diferentes possibilidades para superar novos desafios.
Pense sempre que Deus está a orientar sua vida para o caminho do bem.
De modo geral, culpamos a sociedade pelas consequências positivas ou negativas que ocorrem na vida depois que amadurecemos. Mas é preciso reconhecer as influências benéficas de todos os acontecimentos, por piores que possam parecer no instante em que ocorreram. Caso contrário, o novo não acontece. Apenas o medo.
A frustração, o desamparo, a raiva ou o choro indicam que a pessoa ainda não cresceu. Você acha que é possível realizar algo grandioso desta forma? Não. Isto só mostra um comportamento imaturo. Por isso, coragem! Não se limite. Goste de você mesmo e não espere que alguém vá cuidar das suas carências e problemas a não ser Deus. Exponha-se diante d’Ele, não tema os julgamentos que outros possam fazer de você. Seu Anjo da Guarda o ajudará sempre!
Se você usar todo seu potencial, conseguirá usufruir as graças que vem do Alto. Expresse seus talentos e seja o primeiro a acreditar que sua vida dará certo.
Vença seus medos e seja feliz!
Padre Bantu Mendonça

domingo, 6 de janeiro de 2013

Para sua reflexão:


Quando alguém está doente, mesmo que em estado terminal, procura um médico, busca seguir um tratamento, e não raras vezes conforto entre os seus, partilhando, dividindo suas dores, emoções e sentimentos.   Mesmo que não obtenha a sua cura, isto é bom para quem esta doente, e também para os que estão a sua volta, pois puderam através da partilha e da presença fazer algo para amenizar o sofrimento daquela pessoa, um grande gesto de amor.

Quando nós estamos mal, confusos, com a alma pesada e com dificuldades de toda a sorte que nos cercam, em geral buscamos auxílio junto a quem esta próximo ou pode nos compreender melhor, e os que são cristãos buscam conforto na Palavra de Deus, nas orações, na Igreja, ou entregando-se ao amor de Jesus e confiando na ação do Espírito Santo.  O que é bom, pois alimenta em nós a esperança de encontrarmos a paz necessária, assim como a forma de reverter a situação em que estamos.  Mesmo que não tenhamos a solução dos problemas, a sensação de conforto em si já é algo formidável e valioso, com poder de recuperar nossa autoestima.

Nós agimos geralmente desta forma, em razão da importância que damos as nossas vidas, ou ao nosso bem estar espiritual e emocional, o que é bom e justo. 

Epifania do amor  - Canção Nova

Mas quando um relacionamento não vai bem, por que em geral as pessoas tendem a desistir deste e das outras pessoas envolvidas, e muitas vezes procuram substituí-las, abandonando a relação atual e buscando novas relações com outras pessoas?  

Mesmo entre alguns dos cristãos, por que é mais fácil por fim as relações, do que acreditar nas transformações  necessárias e contribuir para que elas aconteçam, ao menos seguindo o que está na Palavra, perdoando, perdoando,  e dando oportunidade ao amor verdadeiro, no qual Jesus é refletido na transformações que vivenciamos?

As razões são muitas, mas entre elas estarão presentes uma grande dose de incompreensão e egoísmo, muito comuns entre as pessoas e reforçada pela nossa sociedade em detrimento do que seria justo e bom, e que são decisivos para o desfecho do relacionamento, por força-nos a trocar o amor, a fé, a partilha e o perdão, pelos excessos inerentes a esta dupla concepção: agressões; desequilíbrio nas emoções; supervalorização de nós e dos nossos sentimentos e desejos; inferiorização do outro; a cultura do descarte; em alguns casos até violências mútuas, etc.

Nos níveis que tais coisas ocorrem, são um claro sinal de que a vida e os sentimentos dos outros são muito menos importantes do que nós, e os nossos!  Que construímos relações doentes e utilitaristas!

Isto é um erro, uma  manifestação de puro egoísmo e incompreensão!  Uma manifestação do mal!


Lucas 17:3-4

Prestem atenção! Se o seu irmão peca contra você, chame a atenção dele. Se ele se arrepender, perdoe.  Se ele pecar contra você sete vezes num só dia, e sete vezes vier a você, dizendo: "Estou arrependido", você deve perdoá-lo.

domingo, 30 de dezembro de 2012

Pessoas, sentimentos e relações não são acessórios.

Pessoas não são objetos, sentimentos não são bens e relações não são contratos, nem são frutos dos modismos ou alvo dos nossos gestos egoístas!

Muitas vezes as pessoas tendem a transferir suas impressões, construídas a partir de juízo de valores influenciados pela estética em moda, pela cultura do material, pela associação de pessoas e sentimentos a conceitos de propriedade (ter, possuir, dispor, usufruir, descartar, etc.),  e adotam em seus hábitos a prática da superficialidade de relações, não dando importância adequada ao que tem um valor em si mesmo, pessoas e sentimentos.

Se livrar dos acessórios é até fácil e saudável! Necessário em muitos momentos, e útil até para nos sentirmos melhor e renovados.

Mas devemos ter muito cuidado ao avaliar o que é acessório para nós, para não confundir com o que é essencial, sob pena de estarmos abandonando um pedaço significativo de nossas vidas e plantando algo de muito ruim para o nosso futuro.

A regra é simples: tudo que não se encontra na primeira esquina, ou exposto e ofertado, e que não pode ser precificado, não deve ser encarado como um acessório a ser descartado e substituído facilmente!

Tudo que nos liga a sentimentos e a pessoas, relações e a uma vida comum ou partilhada com outros, também não deve ser visto como acessório!

Em se tratando de pessoas, relações e sentimentos não há nada de absoluto e definitivo, se quisermos, tudo pode se transformar e gerar algo bom e sustentável, mesmo quando as coisas não vão bem, pois no momento certo e sobre as condições adequadas as mudanças podem ocorrer, ao menos foi esta uma das lições que nos deixou Jesus Cristo.  Ele acredita na nossa mudança, e ao intervir na vida dos que encontram-no pelo caminho, isto se torna realidade.

Na contramão do que as pessoas costumam fazer desde muitos séculos (ou desde sempre), o Senhor não descarta os homens que estão à margem ou não são úteis as sociedades.

Jesus tende a buscar em nós aquilo que outros não enxergam, ou que muitos tratam com pouco valor e já nem levam em conta, como se nunca tivesse existido algo de bom em nós.

E Jesus faz isto a nós por uma razão simples e direta, por amor! Mas uma amor profundo e transformador!

Amor tão verdadeiro e intenso (como o que manifestou diante da mulher adultera, João 8:2-11), que é capaz de fazer ressurgir nos corações abatidos e por vezes carente de Vida, a chama que mantém o homem vivo e a alma repleta de  luz e amor.

Um gesto de acolhimento e confiança, culmina por resgatar-nos em meio as trevas com as quais nos cercamos, presente na forma de sofrimentos, dores, indignidade, tristeza e desesperanças, que nós vamos acumulando ou que nos são postas por outros ao longo da nossa vida.

O amor de Jesus é capaz de transformar àqueles que foram ou seriam por muitos descartados (como sem valor), em alguém novo, cheio de valor e muito precioso para ser tratado apenas como alguma coisa qualquer, substituível e com prazo vencido.  Por isso não devemos alimentar as idéias utilitaristas, onde pessoas, sentimentos e relações, são medidas e avaliadas, e necessitam ser tratadas segundo o grau de satisfação que nos trazem de uma forma imediata, tendo por primícia o que podem nos propiciar  sem ônus ou compromissos que nos exijam alguma dedicação, compreensão e esforço para um mútuo acolhimento.

Então, quando decidir fazer uma reflexão sobre sua vida e quiser se livrar do que é acessório, pense em substituir o que de fato não lhe é útil, despreze tudo que pode ser trocado e opte por algo bom e verdadeiro, jogue fora as coisas ruins, os sentimentos ruins e o sofrimento, as mágoas, as tristezas e rancor.  Mas mantenha ao seu lado tudo o que é bom, principalmente a esperança de poder renovar e transformar os que estão em seu caminho, não abrindo mão desta experiência e de viver tudo o que se faz necessário para nos tornarmos pessoas melhores, como fez Jesus, através do amor, do perdão e da verdade.


Romanos 12:02

Não se amoldem às estruturas deste mundo, mas transformem-se pela renovação da mente, a fim de distinguir qual é a vontade de Deus: o que é bom, o que é agradável a ele, o que é perfeito.

I João 2:15

Não amem o mundo e nem o que há no mundo. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele.