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O que nos inspirou a criar este espaço foi resumido pelas palavras de JESUS em João 12:46 à 50, e foi também nossa primeira postagem. Espero que possamos cumprir o propósito desta obra, que é: levar a palavra e a verdade ao alcance de todos, e poder propiciar um espaço destinado à paz, à caridade, ao conforto e ao convívio dos cristãos. Segundo a URLmétrica estamos na posição 605.892 (antes 599.772º há 5 anos) no ranking do Brasil, entre vários milhões de sites existentes! Mas segundo o Google, são 1.113 visitas no mês passado. Obrigado aos mais de 59,2 mil visitantes nos 8 anos e 8 meses, numa média de 569 acessos por mês. Obrigado Jesus!
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A grandiosidade de DEUS

A grandiosidade de DEUS
Via láctea, presente divino

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

O cristão, o medo e a culpa

Não faz muito tempo, nos deparamos com uma pessoa que demonstrava certo desencantamento com o cristianismo, numa situação corriqueira em um encontro com amigos comemorando um aniversário, enquanto conversavamos com uma colega sobre a cultura de negação de valores, e a Cristo de forma até indireta, algo que achamos muito freqüente em grupos sociais e culturas "atuais".

A manifestação do interlocutor "cético" que adentrou a nossa conversa, partia da defesa de um pensamento supostamente sustentado em uma visão "libertadora", na qual toda forma de negação, era de alguma forma uma reação a um processo opressor, que foi segundo ele, instituído pelos cristãos e a Igreja ao longo dos tempos, na tentativa de controlar, manipular as pessoas e sociedades por meio do medo e da culpa, encurtida nas mentes e na moral das pessoas e sociedades por meio de crenças, e da fé, usando de doutrinas e mensagens, mesmo como em suas palavras, "distorções de textos bíblicas". Isso mostra um desconhecimento histórico e social sobre aspectos humanos antigos.

Claro que de pronto percebemos uma pré-disposição a exageros, e certa suscetibilidade que ele apresentava ao repetir clichês e frases de efeitos, comuns a períodos históricos marcados por contestações em geral associados a movimentos temporais, como os relacionados a liberdade sexual apregoada nos anos 60/70, ou com distorções e interpretações, inclusive de linha de pensamento atribuídas a Igreja, com uma deformação de valores e bases de pesnamento, típicas dos supostos ateus (com total negação de Cristo) ou em alguns casos de "seitas externas" de práticas questionáveis (como as messiânicas, ou reverendo Moon, com seu materialismo e doutrinação alienadora). Mas nos mantemos longe de julgamentos, apenas pontuamos equívocos e aspectos necessáriios a uma clareza dos fatos, livres de liberalismos irresponsáveis ou filtros distorcidos vendidos nas mídias e mercados,

Algo assim é sinal de que pode haver desajustes, sejam emocionais ou de outra ordem, e indicam problemas de percepção da realidade que levam a tansferir ou identificar falhas em terceiros, responsabilidades ou influências que necessariamente não são verdadeiras da forma que se expõem, não dá para por na conta da Igreja problemas que podem ser relativos a excessos e desequilíbrios que se manifestam por má administração de nossos próprios limites e dificuldades, que impactam muito.

Ainda assim fizemos uma defesa, onde mostramos que não se trata de verdades absolutas, nem há de fato uma fundamentação ética em tais posturas contestadora, e na percepção de como surge o medo ou a culpa no imagiário ou no caráter de uma pessoa de alguma forma vinculada a religiosidade. Não nos furtamos de entender exageros que são em parte resultado de falhas de indivíduos e pensamentos num certo contexto histórico, como a exemplo dos excessos cometidos em nome de Cristo, na Europa na Idade Média e períodos próximos.  Mas apesar disso  ressaltamos o distanciamento da Igreja atual.

É contraditório tal pensamento, atribuir exclusivamente a Igreja e ao cristianismo uma suposta utilização do medo, como ferramenta de doutrinação ou manipulação, pois na palavra dos evangelistas, no Novo Testamento por exemplo, fala-se do temor a Deus (como forma de obediência e respeito, não como coerção e intimidação), e não do que é comum e de uso pelos estados e autoritários, que em dado momento fizeram uso de seu poder ou proximidade com a religião para impor vontades e interesses, tentando associá-los a religião, o que gera confusões, mas essa não é a base da mensagem cristã, de amor e serviço, e também de respeito e justiça.

Lucas 12:4-5

"Pois bem, eu digo a vocês, meus amigos: não tenham medo daqueles que matam o corpo e depois disso nada tem a fazer. Vou mostrar a quem vocês devem temer: tenham medo daquele que, depois de ter matado, tem poder de jogá-los no inferno. Eu lhes digo: é a este que vocês devem temer."

Na mensagem cristã, há exortação a não se deixar levar pelo medo, a não permitir que este impessa a possibilidade de ruptura com os padrões e propostas do mundo, inclusive com a disposição de doar a vida, em todos os sentidos possíveis, e alicerçados em um amor especial e em fortes valores morais, evitando assim sermos tomados e guiados pelo medo cego e desmedido, que condiciona ou até escraviza, e que prevaleça sobre escolhas e nossa vida.  Ressaltamos também que o medo é inerente a natureza humana, e em dados momentos de alguma forma uma defesa contra um desprendimento desmedido e irresponsável que leva a males, a outras situações indesejadas ou mesmo a morte. Dessa forma é um erro e exagero potencializar e dizer que a Igreja tem uma cultura sistemática do medo, para qualquer fim, mesmo que haja falhas em alguns momentos ou em alguns pastores, não é assim e a mensagem cristã defendida é permeada por gestos verdadeiros e libertadores, pelo amor de Cristo.

Desarmada as argumentações adentrou-se na questão da culpa, também supostamente explorada pela Igreja segunto a pessoa mencionada, com o propósito de podar liberdades e conter pessoas segundo os seus propósitos institucionais, e que fazem dos cristãos oprimidos e opressores, também martirizados pela culpa na forma de sentimento difundido pela Igreja, com a percepção do pecado. Outro exagero, que não querendo sermos reducionista, é muito apregoado pelos adeptos de uma liberalidade total e até imoral, pois não raras as vezes em que idéias e práticas transpassam e ferem a ética, não só cristã, mas social adotadas mundo à fora.  Em que pessoas tentam viver ou usar de valores estranhos ou conflituosos com os tidos por "socialmente aceitável" segundo as boas práticas morais, de grupos sociais estruturados, "bem além de convenções ou mesmo da moral cristã", quando fundamentados em valores ditos como universais, Fatos que se veem mais comumente durante as fases de transformações culturais, como as que vivemos nessa sociedade global individualista, egoísta e que cultuam o corpo, o sexo, o consumismo e a percepção de pessoas e sentimentos como objetos.

O pecado é bem definido na mensagem de Cristo, como um mal, com potencial escravizador e sustentado em falsa percepção de liberdades e em desejos desequilibrados, que causam males a quem os comete e a quem é de alguma forma dirigido, são atos ruins ou provenientes de escolhas ruins que aos olhos e valores da ética cristã, são condenáveis e nos afastam de Deus e seu projeto, mas não necessariamente algo irremediável, ou por si só sentenças condenatórias.  Nesta percepção cristã, a culpa passa a ser uma tomada de consciência, uma depuração que conduz ao perdão, e o início de uma libertação de uma cultura ou de desapego a uma forma de viver, sem responsabilidade consigo e com outros em meio a males mútuos, que depõem contra uma vida saudável e harmoniosa, e minam relações de amor e fraternidade.  Quando Cristo diz perdoem, diz também curem-se, tirem pesos de si mesmos, administrem a culpa que vem de seus erros aprendendo a tratar a de outros, através do amor.

Lucas 6:37

Não julguem, e vocês não serão julgados; não condenem, e não serão condenados; perdoem e serão perdoados.

Engana-se quem pensa que sentir algo que nos leve a consciência de nossos atos, é ruim, pois não é, é o início de uma trajetória mais livre e responsável, que leva ao equilíbrio e a paz.  Exageros na forma de ver e se "cobrar", potencializando e instrumentalizando a culpa não são saudáveis e nem estão no cerne da mensagem cristã.  Cristo veio praticar e ensinar o perdão, que demandava de uma consciência e mudança, pelo amor e pela verdade.  Não há a cultura da culpa na mensagem de Cristo como um instrumento de manipulação, e nem há a invenção do pecado, mas há ênfase na cura dos males, e na adoção de posturas equilibradas e fraternas, como remédio e prevenção, com limites sim, pois sem eles estaríamos submetidos a absoluta irracionalidade, a desumanização das ações e gestos.

São formas e ações que nos preparam para uma vida congregada, aqui e em meio a Igreja, que vai perdurar aos tempos e superar a morte, como prometeu Jesus, num novo reino de amoe e sem culpas.

Uma forma de compreender bem a mensagem, que não faz de sentimentos e impressões de medo ou culpa, que são inerentes as pessoas e a um processo bem mais amplo de eveolução e vida em sociedade, que se manifestam em graus e intensidades diversas em momentos e tempos diferentes, que podem até ter algum vinculo com a religiosidade, mas que não são instrumentos nem exploração de desequilíbrios pela Igreja, é ler a Bíblia, permeada especialmente no Novo Testamento  pelo amor, onde limites e predisposição a mudanças são bem vindos, e se tratam de temor e consciência, pecado, misericórdia e relação íntima conosco, com outros e com Deus com muita dignidade e respeito.

Buscar ajuda para o que estravaza o normal ou aceitável, pode evitar dissiminar distorções e manter em nosso íntimo e nossa cultura ou moral, inverdades e distorções até pré-existentes e que fazem mal.

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Sabedoria e coragem para apontar caminhos, uma característica de Francisco


O papel de um pastor, alertar as ovelhas, e de um estadistas, cuidar dos interesses do seu povo.

Papa Francisco exerce bem esses papeis e devíamos prestar mais atenção em suas palavras, nestes momentos de dificuldades e incertezas, precisamos mais que ouvir mas dá conseqüência as suas palavras de gestos e multiplicar a informação para que juntos os cristãos e outros, possam lutar contra as ameaças de cada situação, ou transformar suas vidas de fato, e não apenas em aparências.


Algumas mensagens importantes e providenciais o Papa enviou à todos nos últimos dias, e vale destacar:







Papa Francisco - Imagem AFP



Questões cruciais foram tratadas pelo Papa, não só para cristãos, mas para o futuro do mundo.

Devemos nos apropriar de suas palavras e nos preparar melhor para o tempo vindouro, urgente!


quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Cristo é a luz que afasta as trevas

A Igreja está em festa, e por ocasião desta, nos propõem as seguintes mensagens:

https://dm8sjho5caga5.cloudfront.net/images/diasLiturgicos/
Epifânia do Senhor, adoração a Jesus - Músicas para Missa

Isaías 60:1-6

Levante-se, Jerusalém! Brilhe, pois chegou a sua luz, a glória de Javé brilha sobre você. Sim, a treva cobre a terra, nêvoas espessas envolvem os povos, mas sobre você brilha Javé, e sua glória a ilumina. Sob a luz de você caminharão os povos, e os reis andarão ao brilho do seu esplendor.  Lance um olhar envolta e observe: todos esses que ai reúnem vieram procurá-la. Seus filhos vem de longe suas filhas vêm carregadas no colo. Então, bastará ver, e seu rosto se iluminará, seu coração parecerá explodir de emoção, porque estarão trazendo para você os teusouros de além-mar, estarão chegando a você as riquezas das nações.  Uma grande multidão de camelos a invade, camelos de Midiã e Efa; de Sabá vem todo mundo, ouro e incenso é o que eles trazem, e vêm anunciando os louvores de Javé.

Efésios 3:2-3 e 5-6


Mateus 2:1-12
Tendo, pois, Jesus nascido em Belém de Judá, no tempo do rei Herodes, eis que magos vieram do oriente a Jerusalém. Perguntaram eles: Onde está o rei dos judeus que acaba de nascer? Vimos a sua estrela no orient e e viemos adorá-lo. A esta notícia, o rei Herodes ficou perturbado e toda Jerusalém com ele. Convocou os príncipes dos sacerdotes e os escribas do povo e indagou deles onde havia de nascer o Cristo. Disseram-lhe: Em Belém, na Judéia, porque assim foi escrito pelo profeta: E tu, Belém, terra de Judá, não és de modo algum a menor entre as cidades de Judá, porque de ti sairá o chefe que governará Israel, meu povo(Miq 5,2). Herodes, então, chamou secretamente os magos e perguntou-lhes sobre a época exata em que o astro lhes tinha aparecido.E, enviando-os a Belém, disse: Ide e informai-vos bem a respeito do menino. Quando o tiverdes encontrado, comunicai-me, para que eu também vá adorá-lo. Tendo eles ouvido as palavras do rei, partiram. E eis que e estrela, que tinham visto no oriente, os foi precedendo até chegar sobre o lugar onde estava o menino e ali parou. A aparição daquela estrela os encheu de profunda alegria. Entrando na casa, acharam o menino com Maria, sua mãe. Prostrando-se diante dele, o adoraram. Depois, abrindo seus tesouros, ofereceram-lhe como presentes: ouro, incenso e mirra. Avisados em sonhos de não tornarem a Herodes, voltaram para sua terra por outro caminho.


Esta semana comemoramos a Epifania do Senhor, e no último domingo no sermão tradicional a celebração da Santa Missa, ouvimos uma bela explanação sobre como Deus trouxe a nós a luz de Cristo, e o sinal aos que buscavam pela realização da promessa do salvador, que nos tira das trevas e brilha em nossas vidas. Assim foi para os simples pastores que em Cristo recém nascido, enxergaram o salvador, ou para os três magos, que foram capazes de interpretar os sinais de Deus e se deixar guiar pela estrela de Jesus, até onde ele se revelaria como a criança que fora anunciada pelos profetas, especialmente Miqueias 5:1-5, como o futuro rei, áquele que resgataria os homens para Deus.

A estrêla brilhou no firmamento, e com sua luz conduziu os que acreditaram nas promessas e souberamm esperar e perceber o sinal do Pai, e assim antecipou como a luz que emana de Cristo, em suas palavas, com sua existência e sua forma própria de brilhar acima das trevas que cercam o mundo, e que para os  homens fracos na fé e distantes de Deus, levam a perdição.  Um brilho, um momento, que a Igreja celebra como revelação, epifania, onde Cristo consumador das promessas, surge intensamente segundo a vontade de Deus manifestada. 

Mas a celebração e as palavras proferidas pelos sacerdotes, nos remetem a algumas reflexões e questionamentos que tem haver com a atualidade, as pessoas, e a forma íntima ou pública que cada um tem de entender e se portar diante dos sinais, da fé e de Cristo, que se manifesta como luz para guiar-nos rumo ao caminho da salvação.

Uma delas, é como a luz de Cristo se manifesta? E se como estrêla, seu brilho é ou não percebido pelas pessoas?

Se percebida, se vista, ou mesmo se é sentida a força e a intensidade desta luz, de que forma e quem se dispõem a despojar-se de privilégios e confortos para seguir uma jornada em busca da luz que revela-se, numa jornada para Cristo, que faz brotar a verdadeira sabedoria, capaz de mover os homens e aquecer profundamente os corações e almas esperançosas?

Na epifania que celebremos, sábios se dispuseram a encontrar a luz, encontrar o menino que seria a encarnação de Deus entre os homens, empreenderam uma longa e difícil jornada e não perderam as oportunidades, e encontraram Jesus entre os mais simples e humildes, que também se deixaram guiar e puseram tudo que era importante para eles (no mundo) de lado, e juntos louvaram o salvador, a luz do mundo, que nasceu e foi confirmado pelos anjos. Eles acreditaram, depositaram esperanças e não se deixaram desviar do que os guiaria, ainda que no firmamento tivessem muitas estrêlas e brilhos.

Os cristãos precisam compreender o signficado desse grande sinal, e ter uma postura semelhante a dos magos e pastores, que foram capazes de reconhecer Jesus, de ver sua estrêla no firmamento e saber o que representava, de enxergar o brilho e a luz que vem para guiar e resgatar os homens das trevas, mesmo em meio a outros.  Pois hoje é cada vez mais desafiador e difícil agir assim em meio a tantas luzes, nas cidades, nas casas e estabelecimentos, e tantas outras formas de distrações e brilhos, que desviam-nos da verdadeira luz (presentes nas mensagem e nos exemplos de vida de Jesus, que são transmitidos ao longos dos séculos).

O brilho e a luz de Cristo não é como a de muitos outros "astros menores", artistas, politicos, famosos, homens de sucesso, jogadores, atletas, músicos e cantores, escritores, religiosos, programas de tv's, shows e espetáculos, jogos, e outras atrações e formas cujas luzes e os brilhos são artificiais, temporários e enganadores, que ao final ou em dados momentos, levam a mais trevas e confusão, põem no caminho da perdição e da dor, e nos deixam distante da luz de Cristo.

Mas infelizmnte muitos se deixam ofuscar e não percebem o quanto são falsos, o brilho de algumas "estrêlas", adornadas, opulentas e decadentes já no surgimento, e que levam a quedas enquanto caem. 

Essas pessoas estão atentas a sinais e brilhos artificiais, que não suplantam o tempo como o de Jesus, e são imcapazes de perceber isso mergulhadas em rotinas e hábitos que confundem, e são deficientes em seus valores, pensamentos e sabedoria, porque olham para todos os lados e não fixam o olhar em Cristo, na estrêla maior, que ainda brilha pela verdade de suas palavras e é capaz de aquecer corações, e se faz presente por meio da Igreja, de modo que até os que não tem visão, podem sentir sua presença e ter motivos para se deixar guiar pela verdade, que não é compreendida pelos que são seduzidos e escravos do mundo, cujos olhares não alcançam a luz do Senhor.

Por isso vemos tantos homens e mulheres, muitos desses jovens, cada vez mais jovens, a seguir as luzes e estrêlas decadentes, a caminhar e logo se verem cercados de trevas, pelas drogas, pela promiscuidade, em vidas vázias e tristes, sofridas e não raras as vezes em que estão oprimidas e deprimidas, ou mergulhadas em violências e condições perversas.

Infelizmente ainda há muitos que não fizeram as perguntas que precisam no seu íntimo, como as que propomos na reflexão, e de certa maneira já respondemos na sequência com estas palavras escritas.

Lembrem-se, disse Jesus:

João 8:12

Jesus continuou dizendo: "Eu sou a luz do mundo. Quem me segue não andará nas trevas, mas possuirá a luz da vida."