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O que nos inspirou a criar este espaço foi resumido pelas palavras de JESUS em João 12:46 à 50, e foi também nossa primeira postagem. Espero que possamos cumprir o propósito desta obra, que é: levar a palavra e a verdade ao alcance de todos, e poder propiciar um espaço destinado à paz, à caridade, ao conforto e ao convívio dos cristãos. Segundo a URLmétrica estamos na posição 605.892 (antes 599.772º há 5 anos) no ranking do Brasil, entre vários milhões de sites existentes! Mas segundo o Google, são 1.113 visitas no mês passado. Obrigado aos mais de 59,2 mil visitantes nos 8 anos e 8 meses, numa média de 569 acessos por mês. Obrigado Jesus!
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A grandiosidade de DEUS

A grandiosidade de DEUS
Via láctea, presente divino

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Reprodução na íntegra da mensagem do Papa Francisco em 23/12/2013 - Radio Vaticano

Discurso do Papa Francisco à Cúria Romana – texto integral



Papa Francisco discursa à Cúria Romana - AP

23/12/2014 17:47
Publicamos abaixo o discurso integral proferido pelo Papa à Cúria Romana em 22 de dezembro de 2014:

“Tu estás acima dos querubins, tu que transformaste a miserável condição do mundo quando te fizeste como nós” (Santo Agostinho).

Amados irmãos,

Ao final do Advento, encontramo-nos para as tradicionais saudações. Dentro de alguns dias teremos a alegria de celebrar o Natal do Senhor; o evento de Deus que se faz homem para salvar os homens; a manifestação do amor de Deus que não se limita a dar-nos algo ou a enviar-nos uma mensagem ou alguns mensageiros, doa-se-nos a si mesmo; o mistério de Deus que toma sobre si a nossa condição humana e os nossos pecados para revelar-nos a sua Vida divina, a sua graça imensa e o seu perdão gratuito. É o encontro com Deus que nasce na pobreza da gruta de Belém para ensinar-nos a potência da humildade. Na realidade, o Natal é também a festa da luz que não é acolhida pela gente “eleita”, mas pela gente pobre e simples que esperava a salvação do Senhor.

Em primeiro lugar, gostaria de desejar a todos vós – cooperadores, irmãos e irmãs, Representantes pontifícios disseminados pelo mundo – e a todos os vossos entes queridos um santo Natal e um feliz Ano Novo. Desejo agradecer-vos cordialmente, pelo vosso compromisso quotidiano ao serviço da Santa Sé, da Igreja Católica, das Igrejas particulares e do Sucessor de Pedro.

Como somos pessoas e não números ou somente denominações, lembro de maneira especial os que, durante este ano, terminaram o seu serviço por terem chegado ao limite de idade ou por terem assumido outras funções ou ainda porque foram chamados à Casa do Pai. Também a todos eles e aos seus familiares dirijo o meu pensamento e gratidão.

Desejo juntamente convosco erguer ao Senhor vivo e sentido agradecimento pelo ano que está a nos deixar, pelos acontecimentos vividos e por todo o bem que Ele quis generosamente realizar mediante o serviço da Santa Sé, pedindo-lhe humildemente perdão pelas faltas cometidas “por pensamentos, palavras, obras e omissões”.

E partindo precisamente deste pedido de perdão, desejaria que este nosso encontro e as reflexões que partilharei convosco se tornassem, para todos nós, apoio e estímulo a um verdadeiro exame de consciência a fim de preparar o nosso coração ao Santo Natal.

Pensando neste nosso encontro veio-me à mente a imagem da Igreja como Corpo místico de Jesus Cristo. É uma expressão que, como explicou o Papa Pio XII “brota e como que germina do que é frequentemente exposto na Sagrada Escritura e nos Santos Padres”. A este respeito, São Paulo escreveu: “Porque, como o corpo é um todo tendo muitos membros e todos os membros do corpo, embora muitos, formam um só corpo, assim também é Cristo” (1 Cor 12,12).

Neste sentido, o Concílio Vaticano II lembra-nos que “na edificação do Corpo de Cristo há diversidade de membros e de funções. Um só é o Espírito que, para utilidade da Igreja, distribui os seus vários dons segundo as suas riquezas e as necessidades dos ministérios (cf. 1 Cor 12,1-11)”. Por isto “Cristo e a Igreja formam o «Cristo total» - Christus totus -. A Igreja é una com Cristo».
É belo pensar na Cúria Romana como sendo um pequeno modelo da Igreja, ou seja, um “Corpo” que procura séria e quotidianamente ser mais vivo, mais sadio, mais harmonioso e mais unido em si mesmo e com Cristo.

Na realidade, a Cúria Romana é um corpo complexo, composto de muitos Dicastérios, Conselhos, Departamentos, Tribunais, Comissões e de numerosos elementos que não têm todos a mesma tarefa, mas são coordenados para um funcionamento eficaz, edificante, disciplinado e exemplar, não obstante as diversidades culturais, linguísticas e nacionais dos seus membros.

Em todo o caso, sendo a Cúria um corpo dinâmico, ela não pode viver sem alimentar-se e sem cuidar de si. De facto, a Cúria – como a Igreja – não pode viver sem ter uma ralação vital, pessoal, autêntica e sólida com Cristo. Um membro da Cúria que não se alimenta quotidianamente com aquele Alimento tornar-se-á um burocrata (um formalista, um funcionalista, um mero empregado): um ramo que seca e pouco a pouco morre e é lançado fora. A oração diária, a participação assídua nos Sacramentos, de modo especial, da Eucaristia e da reconciliação, o contacto quotidiano com a palavra de Deus e a espiritualidade traduzida em caridade vivida são o alimento vital para cada um de nós. Que todos nós tenhamos bem claro que sem Ele nada poderemos fazer (cf Jo 15, 8).

Consequentemente, a relação viva com Deus alimenta e fortalece também a comunhão com os outros, ou seja, quanto mais estivermos intimamente unidos a Deus tanto mais estaremos unidos entre nós porque o Espírito de Deus une e o espírito do maligno divide.

A Cúria está chamada a melhorar-se, a melhorar-se sempre e a crescer em comunhão, santidade e sabedoria a fim de realizar plenamente a sua missão. No entanto, ela, como todo corpo, como todo corpo humano, está exposta também às doenças, ao mau funcionamento, à enfermidade. E aqui gostaria de mencionar algumas destas prováveis doenças, doenças curiais. São doenças mais costumeiras na nossa vida de Cúria. São doenças e tentações que enfraquecem o nosso serviço ao Senhor. Penso que nos ajudará o “catálogo” das doenças – nas pegadas dos Padres do deserto, que faziam aqueles catálogos – dos quais falamos hoje: ajudar-nos-á na nossa preparação ao Sacramento da Reconciliação, que será um passo importante de todos nós em preparação do Natal.

1. A doença do sentir-se “imortal”, “imune” ou até mesmo “indispensável” pondo de lado os controles necessários e habituais. Uma Cúria que não faz autocrítica, que não se actualiza, que não procura melhorar é um corpo enfermo. Uma visita ordinária aos cemitérios poderia ajudar-nos a ver os nomes de tantas pessoas, algumas das quais pensassem talvez que eram imortais, imunes e indispensáveis! É a doença do rico insensato do Evangelho que pensava viver eternamente (cf Lc 12, 13-21) e também daqueles que se transformam em senhores e se sentem superiores a todos e não ao serviço de todos. Esta doença deriva muitas vezes da patologia do poder, do “complexo dos Eleitos”, do narcisismo que fixa apaixonadamente a sua imagem e não vê a imagem de Deus impressa na face dos outros, principalmente dos mais fracos e necessitados. O antídoto para esta epidemia é a graça de nos sentirmos pecadores e de dizer com todo o coração «Somos servos inúteis. Fizemos o que devíamos fazer» (Lc 17, 10).

2. Outra doença: a doença do “martalismo” (que vem de Marta), da excessiva operosidade: ou seja, daqueles que mergulham no trabalho, descuidando, inevitavelmente, “a melhor parte”: sentar-se aos pés de Jesus (cf Lc 10,38-42). Por isto Jesus chamou os seus discípulos a “descansar um pouco’” (cf Mc 6,31) porque descuidar do descanso necessário leva ao estresse e à agitação. O tempo do descanso, para quem levou a termo a sua missão, é necessário, obrigatório e deve ser lavado a sério: no passar um pouco de tempo com os familiares e no respeitar as férias como momentos de recarga espiritual e física; é necessário aprender o que ensina Coelet que «para tudo há um tempo» (3,1-15).

3. Há ainda a doença do “empedernimento” mental e espiritual, ou seja, daqueles que possuem um coração de pedra e são de “dura cerviz” (At 7,51-60); daqueles que, com o passar do tempo, perdem a serenidade interior, a vivacidade a audácia e escondem-se atrás das folhas de papel, tornando-se “máquinas de práticas” e não “homens de Deus” (cf Hb 3,12). É perigoso perder a sensibilidade humana necessária que nos faz chorar com os que choram e alegrar-se com os que se alegram! É a doença dos que perdem “os sentimentos de Jesus ” (cf Fl 2,5-11) porque o seu coração, com o passar do tempo, endurece e torna-se incapaz de amar incondicionalmente ao Pai e o próximo (cf Mt 22,34-40). Ser cristão, com efeito, significa ter os mesmos sentimentos de Jesus Cristo» (Fl 2,5), sentimentos de humildade e de doação, de desapego e de generosidade.

4. A doença da planificação excessiva e do funcionalismo. Quando o apóstolo planifica tudo minuciosamente e pensa que, fazendo uma perfeita planificação, as coisas efectivamente progridem, tornando-se, assim, um contabilista  ou um comercialista. Preparar tudo bem é necessário, mas sem jamais cair na tentação de querer encerrar e pilotar a liberdade do Espírito Santo, que é sempre maior, mais generosa do que toda a planificação humana (cf Jo 3,8). Cai-se nesta doença porque «é sempre mais fácil e cómodo adaptar-se às próprias posições estáticas e imutadas. Na realidade, a Igreja mostra-se fiel ao Espírito Santo na medida em que não tem a pretensão de regulamentá-lo e de domesticá-lo… - domesticar o Espírito Santo! - … Ele é frescor, fantasia, novidade».

5. A doença da má coordenação. Quando os membros perdem a comunhão entre si e o corpo perde a sua funcionalidade harmoniosa e a sua temperança, tornando-se uma orquestra que produz barulho, porque os seus membros não cooperam e não vivem o espírito de comunhão e de equipe. Quando o pé diz ao braço: “não preciso de ti”, ou a mão à cabeça: “quem manda sou eu”, causando, assim, mal-estar ou escândalo.

6. Há também a doença do “alzheimer espiritual”: ou seja, o esquecimento da “história da salvação”, da história pessoal com o Senhor, do «primeiro amor» (Ap 2,4). Trata-se de uma perda progressiva das faculdades espirituais que num intervalo mais ou menos longo de tempo causa graves deficiências à pessoa, tornando-a incapaz de exercer algumas atividades autónomas, vivendo num estado de absoluta dependência das próprias visões, tantas vezes imaginárias. É o que vemos naqueles que perderam a memória do seu encontro com o Senhor; naqueles que não têm o sentido deuteronómico da vida; naqueles que dependem completamente do seu presente, das suas paixões, caprichos e manias; naqueles que constroem em torno de si barreiras e hábitos, tornando-se, sempre mais escravos dos ídolos que esculpiram com as suas próprias mãos.

7. A doença da rivalidade e da vanglória. Quando a aparência, as cores das vestes e as insígnias de honra se tornam o objectivo primordial da vida, esquecendo as palavras de São Paulo: «Nada façais por espírito de partido ou vanglória, mas que a humildade vos ensine a considerar os outros superiores a vós mesmos. Cada qual tenha em vista não os seus próprios interesses , e sim os dos outros» (Fl 2,1-4). É a doença que nos leva a ser homens e mulheres falsos, e a vivermos um falso “misticismo” e um falso “quietismo”. O mesmo São Paulo os define «inimigos da Cruz de Cristo» porque se envaidecem da própria ignomínia e só têm prazer no que é terreno» (Fl 3,19).

8. A doença da esquizofrenia existencial. É a doença dos que vivem uma vida dupla, fruto da hipocrisia típica do medíocre e do vazio espiritual progressivo que formaturas ou títulos académicos não podem preencher. Uma doença que atinge frequentemente aquele que, abandonando o serviço pastoral, se limitam aos afazeres burocráticos, perdendo, assim, o contacto com a realidade, com as pessoas concretas. Criam, assim, um seu mundo paralelo, onde colocam à parte tudo o que ensinam severamente aos outros e começam a viver uma vida oculta e muitas vezes dissoluta. A conversão é por demais urgente e indispensável para esta gravíssima doença (cf Lc 15,11-32).

9. A doença das bisbilhotices, das murmurações e do mexerico. Já falei muitas vezes desta doença, mas nunca é suficiente. É uma doença grave, que começa simplesmente, quem sabe, para trocar duas palavras e se apodera da pessoa, transformando-a em “semeadora de cizânia” (como satanás), e em tantos casos “homicida a sangue frio” da fama dos seus colegas e confrades. É a doença das pessoas cobardes que, não tendo a coragem de falar directamente, falam pelas costas. São Paulo nos adverte: «Fazei todas as coisas sem murmurações nem críticas a fim de serdes irrepreensíveis e inocentes» (Fl 2,14-18). Irmãos, guardemo-nos do terrorismo das maledicências!

10. A doença de divinizar os chefes: é a dos que cortejam os Superiores, esperando obter a benevolência deles. São vítimas do carreirismo e do oportunismo, honrando as pessoas e não a Deus (cf Mt 23,8-12). São pessoas que vivem o serviço, pensando exclusivamente no que devem obter e não no que devem dar. Pessoas mesquinhas, infelizes e inspiradas só pelo seu próprio egoísmo (cf Gal 5,16-25). Esta doença poderia atingir também os Superiores, quando cortejam alguns seus colaboradores para obter a sua submissão, lealdade e dependência psicológica, mas o resultado final é uma verdadeira cumplicidade.

11. A doença da indiferença para com os outros. Quando alguém pensa somente em si mesmo e perde a sinceridade e o calor das relações humanas. Quando o mais especializado não coloca o seu conhecimento ao serviço dos colegas menos especialistas. Quando se chega ao conhecimento de algo e o esconde para si, ao invés de partilhar positivamente com os outros. Quando, por ciúme ou por astúcia, se sente alegria ao ver o outro cair, ao invés de erguê-lo e encorajá-lo.

12. A doença da cara fúnebre. Quer dizer, das pessoas grosseiras e sisudas que pensam que, para ser sérias, é necessário assumir as feições de melancolia, de severidade e tratar os outros – principalmente os que consideram inferiores – com rigidez, dureza e arrogância. Na realidade, a severidade teatral e o pessimismo estéril são muitas vezes sintomas de medo e de insegurança. O apóstolo deve esforçar-se por ser uma pessoa amável, serena e alegre que transmite alegria por toda parte onde quer que se encontre. Um coração repleto de Deus é um coração feliz que irradia e contagia de alegria todos os que estão à sua volta: é o que se vê imediatamente! Não percamos, portanto, aquele espírito jovial, cheio de humor, e até autoirónico, que nos torna pessoas amáveis, mesmo nas situações difíceis. Quanto bem nos faz uma boa dose de sadio humorismo! Far-nos-á muito bem recitar muitas vezes a oração de São Tomás Moro: rezo-a todos os dias; me faz bem.

13. A doença de acumular: quando o apóstolo procura preencher um vazio existencial no seu coração, acumulando bens materiais, não por necessidade, mas só para sentir-se seguro. Na realidade, nada de material poderemos levar connosco, porque “a mortalha não tem bolsos” e todos os nossos tesouros terrenos – mesmo que sejam presentes – jamais poderão preencher aquele vazio; pelo contrário, torná-lo-ão cada vez mais exigente e mais profundo. A estas pessoas o Senhor repete: «Dizes: sou rico, faço bons negócios, de nada necessito – e não sabes que és infeliz, miserável, pobre, cego e nu ... Reanima, pois, o teu zelo e arrepende-te» (Ap 3,17-19). A acumulação só pesa e freia inexoravelmente o caminho! E penso numa anedota: um tempo, os jesuítas espanhóis descreviam que a Companhia de Jesus era como a “cavalaria leve da Igreja”. Lembro-me da mudança de um jovem jesuíta que, enquanto carregava num caminhão os seus muitos bens: bagagens, livros, objectos e presentes, ouvi um velho jesuíta, que estava a observá-lo, dizer com um sorriso sábio: e esta seria a “cavalaria leve da Igreja?”. As nossas mudanças são um sinal desta doença.

14. A doença dos círculos fechados onde a pertença ao grupinho se torna mais forte do que a pertença ao Corpo  e, em algumas situações, ao próprio Cristo. Também esta doença começa sempre por boas intenções, mas com o passar do tempo, escraviza os membros, tornando-se um câncer que ameaça a harmonia do Corpo e causa tanto mal – escândalos – especialmente aos nossos irmãos menores. A autodestruição ou o “tiro amigo” dos camaradas é o perigo mais sorrateiro. É o mal que atinge a partir de dentro; e, como diz Cristo, «todo o reino dividido contra si mesmo será destruído» (Lc 11,17).

15. E a última: a doença do proveito mundano, dos exibicionismos, quando o apóstolo transforma o seu serviço em poder e o seu poder em mercadoria para obter dividendos humanos ou mais poder; é a doença das pessoas que procuram insaciavelmente multiplicar poderes e, com esta finalidade, são capazes de caluniar, de difamar e de desacreditar os outros, até mesmo nos jornais e nas revistas. Naturalmente para se exibirem e se demonstrarem mais capazes do que os outros. Também esta doença faz muito mal ao Corpo porque leva as pessoas a justificar o uso de todo o meio, contanto que atinja o seu objectivo, muitas vezes em nome da justiça e da transparência! E vem-me aqui à mente a lembrança de um sacerdote que chamava os jornalistas para lhes contar – e inventar – coisas privadas e reservadas dos seus confrades e paroquianos. Para ele a única coisa importante era ver-se nas primeiras páginas, porque assim se sentia “potente e convincente”, causando tanto mal aos outros e à Igreja. Pobrezinho!

Irmãos, estas doenças e tais tentações são naturalmente um perigo para todo cristão e para toda a Cúria, Comunidade, Congregação, Paróquia, Movimento eclesial e podem atingir quer em nível individual quer comunitário.

É necessário esclarecer que só o Espírito Santo - a alma do Corpo Místico de Cristo, como afirma o Credo Niceno-Constantinopolitano: «Creio... no Espírito Santo, Senhor e que dá vida» - pode curar todas as enfermidades. É o Espírito Santo que sustenta todo o esforço sincero de purificação e toda boa vontade de conversão. É Ele que nos faz compreender que todo o membro participa da santificação do Corpo ou do seu enfraquecimento. É Ele o promotor da harmonia: “Ipse harmonia est”, diz São Basílio. Santo Agostinho diz-nos: «Enquanto uma parte aderir ao corpo, a sua cura não é desesperada; mas o que foi cortado não pode nem curar-se nem sarar».

O restabelecimento é também fruto da consciência da doença e da decisão pessoal e comunitária de tratar-se, suportando pacientemente e com perseverança a terapia.
Somos chamados, portanto – neste tempo de Natal e por todo o tempo do nosso serviço e da nossa existência - a viver «pela prática sincera da caridade, crescendo em todos os sentidos, naquele que é a Cabeça, Cristo. É por Ele que todo o Corpo – coordenado e unido por conexões que estão ao seu dispor, trabalhando cada um conforme a actividade que lhe é própria – efectua esse crescimento , visando à sua plena edificação na caridade» (Ef 4,15-16).

Amados irmãos!

Certa vez li que os sacerdotes são como aviões: só fazem notícia quando caem, mas há tantos que voam. Muitos criticam e poucos rezam por eles. É uma frase muito simpática, mas também muito verdadeira, porque delineia a importância e a delicadeza do nosso serviço sacerdotal e quanto mal poderia causar um só sacerdote que “cai”, a todo o Corpo da Igreja.

Portanto, para não cair nestes dias em que nos preparamos à Confissão, peçamos à Virgem Maria, Mãe de Deus e Mãe da Igreja, que cure as feridas do pecado que cada um de nós tem no seu coração e que ampare a Igreja e a Cúria a fim de que sejam sadias e saneadoras; santas e santificadoras para a glória do seu Filho e para a nossa salvação e do mundo inteiro. Peçamos a Ela que nos faça amar a Igreja como a amou Cristo, seu Filho e nosso Senhor, e que tenhamos a coragem de nos reconhecermos pecadores e necessitados da sua misericórdia e que não tenhamos medo de abandonar a nossa mão entre as suas mãos maternais.

Os melhores votos de um santo Natal a todos vós, às vossas famílias e aos vossos colaboradores. E, por favor, não vos esqueçais de rezar por mim! Obrigado de coração!

sábado, 13 de dezembro de 2014

Um Ano Novo de luz para você!

Imagem obtida no Google Imagens

Mais um Natal se aproxima, e para muitos trata-se de uma oportunidade de viver momentos "felizes" como em outras datas festivas, carnaval, festas juninas, etc.

Associar uma data marcante do cristianismo a expectativas do cotidiano festivo, e a outros valores distante da espiritualidade, precificados ou vinculados ao consumo, numa percepção menor do que seja felicidade, tratada como pouco mais que a satisfação de desejos pessoais ou de alguns grupos, sob a ótica emocional, fisiológica e imediata ou puramente material, não é algo que faz jus ao sentido verdadeiro das festas natalinas.

Natal é no mínimo uma oportunidade concreta para uma reflexão madura sobre a vida e nossos propósitos, sobre como temos agido e que nos leve além do presente e do que somos. Uma pausa no cotidiano, suas pressas e carências, prioridades e caminhar tantas vezes distorcidos. Uma reflexão que se torna ainda mais rica e útil se for feita à luz da fé, num ato sincero e profundo, em meio a alguma sobriedade, serenidade e sentimentos, que nos mova na direção de transformações boas em nós, em nossas famílias e ao nosso redor.

Natal representa muita mais, e em tudo que se diz devemos recordar e destacar, que muito mais do que uma data festiva, marca acima de tudo a consumação de um dos maiores gestos de amor de Deus por nós, que se inicia com o nascimento de Jesus (Emanuel, "Deus conosco", a encarnação de Deus), seu convívio ainda mais próximo aos homens, e seu grande legado de amor e paz, partilha e doação, fraternidade e justiça, esperança e fé, perdão e salvação, por meio de uma mensagem concreta e perene consumada por sua presença e vida entre nós, seus exemplos e palavras, mas principalmente pela total entrega e amor misericordioso até o sacrifício na cruz, e pela posteridade que vai além deste gesto, do agora e de nós.

Neste Natal e no Ano Novo que já se aproxima, façamos algo mais concreto e verdadeiro em nossas vidas, pelos que nós amamos, por nossas família, pelos nossos amigos, pelos nossos vizinhos, por àqueles que nos pedem ajuda e pela nossa sociedade necessitada de amor e paz. 

Sejamos imitadores de Jesus Cristo, e por meio e graças a manifestação do Santo Espírito em nós, procuremos todos agir com amor, paz, verdade, fraternidade, justiça e determinação, buscando fazer o melhor mesmo nos gestos mais simples, seja em nossa vida pessoal, na nossa formação, no trabalho, no dia-a-dia e em nossas relações, acolhendo, compreendendo, ajudando, cuidando, ensinando, corrigindo, doando, recebendo fraternalmente nossos irmãos (todos os que encontramos em nossa caminhada, ou nos foram confiados por Deus a partilhar de uma vida em comum) e todas as situações e provas a nós e a eles associados.

Cada pequeno gesto de carinho, afeto, atenção e fraternidade, é um grande ato de fé, esperança e amor, que se faz gratidão e nos irmana a Cristo, conduz a paz e a verdadeira felicidade, a um mundo melhor e mais justo, e principalmente à uma vida plena com Deus que supera todos limites, o tempo e nossa existência.  Cada gesto de amor tem a força de mudar o mundo, por menor que seja sua ação, iniciando a mudança dentro de cada pessoa que o recebe.

Desde já, como simbolizou a estrela guia no nascimento de Cristo, brilhe intensamente em todos os dias de sua vida, à luz que não se apaga e nos leva a encontrar o Salvador. E guiados pela luz façamos do Natal um momento de compromisso renovado, para que nós lembremos de honrar Jesus com nossas vidas, amando como ele nos ensinou. multiplicando este amor entre todos nós!

FELIZ NATAL! E UM 2015 CADA VEZ MAIS PRÓXIMO DO PROJETO DE DEUS PARA VOCÊ E PARA NÓS!


Lucas 02:10-14

Mas o anjo do Senhor apareceu aos pastores: "Não tenham medo! Eu anúncio para vocês a Boa Notícia, que será uma grande alegria para todo o povo: hoje, na cidade de Davi, nasceu para vocês um Salvador, que é o Messias, o Senhor.  Isto lhes servirá de sinal: vocês encontraram um recém nascido, envolto em faixas e deitado numa manjedoura." De repente juntou-se ao anjo uma grande multidão de anjos. Cantavam louvores a Deus, dizendo: "Glória a Deus no mais alto dos céus, e paz na terra aos homens poe ele amados."

A luz põem fim a escuridão e revela toda beleza - Foto:
Praia do Janga - Paulista PE.  José Dilson

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Every little gesture of affection, affection, attention and fraternity, is a great act of faith, hope and love, that makes gratitude and unites Christ leads to peace and true happiness, to a better and fairer world, and mainly to a full life with God that surpasses all limits, time and our existence. Each gesture of love has the power to change the world, no matter how small their action, initiating change within each person who receives it.

Already, as symbolized the guiding star in the birth of Christ shine brightly in every day of his life, the light does not go out and leads us to meet the Savior. And guided by the light do Christmas a time of renewed commitment for us to remember to honor Jesus with our lives, loving as he taught us. multiplying this love between us all!

Merry Christmas! AND A 2015 EACH NEAREST TIME OF GOD'S DESIGN FOR YOU AND FOR US!

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Cada pequeño gesto de afecto, el cariño, la atención y la fraternidad, es un gran acto de fe, esperanza y amor, que hace que la gratitud y la une a Cristo lleva a la paz y la verdadera felicidad, a un mundo mejor y más justo, y principalmente a una vida plena con Dios que supera todos los límites, el tiempo y nuestra existencia. Cada gesto de amor tiene el poder de cambiar el mundo, no importa lo pequeño que sea su acción, iniciar el cambio dentro de cada persona que lo recibe.

Ya, como simboliza la estrella guía en el nacimiento de Cristo resplandezca en todos los días de su vida, la luz no se apaga y nos lleva a conocer al Salvador. Y guiado por la luz de Navidad hacer un momento de renovado compromiso para nosotros recordar a honrar a Jesús con nuestra vida, amar como él nos enseñó. multiplicando este amor entre todos nosotros!

Feliz Navidad! Y UN 2015 CADA VEZ MÁS CERCANO DE DISEÑO DE DIOS PARA USTED Y PARA NOSOTROS!

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Jede noch so kleine Geste der Zuneigung, Zärtlichkeit, Liebe und Brüderlichkeit, ist ein großer Akt des Glaubens, der Hoffnung und der Liebe, die Dankbarkeit macht und vereint Christus führt zu Frieden und wahres Glück, auf eine bessere und gerechtere Welt und vor allem zu einem vollen Leben mit Gott, das alle Grenzen, Zeit und unser Dasein übertrifft. Jede Geste der Liebe hat die Macht, die Welt zu verändern, egal wie klein ihre Wirkung, als Auslöser einer Veränderung innerhalb der einzelnen Person, die sie empfängt.

Bereits als symbolisiert in jedem Tag seines Lebens Leitstern in der Geburt Christi strahlen das Licht nicht ausgeht und führt uns zu dem Erretter zu begegnen. Und durch das Licht geführt zu tun Weihnachten eine Zeit der erneute Verpflichtung für uns zu erinnern, um Jesus mit unserem Leben zu ehren, zu lieben, wie er uns gelehrt hat. Multiplikation dieser Liebe zwischen uns allen!


Frohe Weihnachten! UND 2015 JEWEILS NÄCHSTEN ZEIT DES GOTTES DESIGN FÜR EUCH UND FÜR US!

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Каждый маленький жест любви, привязанности, внимания и братства, это великий акт веры, надежды и любви, что делает благодарность и объединяет Христос ведет к миру и истинного счастья, для лучшего и более справедливого мира, и в основном к полной жизни с Богом, которая превосходит все пределы, время и наше существование. Каждый жест любви не имеет силы, чтобы изменить мир, каким бы малым ни их действия, инициирование изменений внутри каждого человека, который ее получает.

Уже в символизировал путеводной звездой при рождении Христа, который сияет ярко каждый день своей жизни, свет не выходить на улицу и приводит нас к встрече со Спасителем. И руководствоваться светом сделать Рождество время новых обязательств для нас, чтобы помнить, чтобы почтить Иисуса нашей жизни, любящим, как он учил нас. Умножая это любовь между всеми нами!


С Рождеством! И 2015 году каждая ближайшее время Божьего замысла для вас и для США!

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亲情 亲情 关注和友爱每一个小的姿态 是信仰 希望和爱的一个重大举措 使感恩和团结基督通向和平和真正的幸福 更美好 更公平的世界 主要是一个完整的生命与神超越所有限制 时间和我们的存在 爱的每个手势有可能改变世界的力量 不管多么小的动作 开始每个人谁接收它内部的变化 

目前 作为象征基督诞生的指路明灯光芒在他生命中的每一天 光不出去 使我们能够满足救主 并引导由光做圣诞节再次承诺一个时间让我们记住兑现耶稣与我们的生活 有爱心 他教给我们 我们之间的一切乘以爱 

圣诞节快乐 2015年 上帝的设计为你 为我们每一个最近TIME

sábado, 6 de dezembro de 2014

Escolha viver bem!


Quem escolhe o caminho mais fácil, se deixa seduzir pelas circunstâncias e momentos, despreza a plenitude da verdadeira vitória construída no tempo e da forma correta, com luta, força, respeito, partilha, esperança, fé e por meio do desenvolvimento dos potenciais que são graças dadas pelo Pai, para que cheguemos aos objetivos bons de forma madura, em paz e com segurança, e com completa liberdade e consciência.

Uma dica para viver bem!

Quem escolhe o caminho mais fácil, se deixa seduzir pelas circunstâncias e momentos, despreza a plenitude da verdadeira vitória, construída no tempo e da forma correta, com luta, força, respeito, partilha, esperança, fé e por meio do desenvolvimento dos potenciais que são graças dada pelo Pai, para que chegamos aos objetivos bons de forma madura, em paz e com segurança, e com completa liberdade e consciência.

Quem vai pelo caminho mais fácil e menos valoroso, mesmo que cheque a algum lugar, fracassou desde o início!

Deus os conceda força, esperança, fé e motivação para caminhar da forma certa e ao lados das pessoas que desejam edificar o bem!

Quem vai pelo caminho mais fácil e menos valoroso, mesmo que cheque a algum lugar, fracassou desde o início! 

Perdeu o melhor que há no caminho!

Perdeu uma chance de caminhar no amor do Pai, junto àqueles que ele incumbiu de ser para nós companheiros de uma construção de vida, a cada momento e dificuldade que por sua misericórdia nós superamos.

Deus nos conceda força, esperança, fé e motivação para caminhar da forma certa e ao lados das pessoas que desejam edificar o bem.


Salmo  27:01

De quem terei medo?

De Davi.

Javé é minha luz e salvação:
    de quem terei medo?
Javé é a fortaleza da minha vida:
    frente a quem temerei?