Bem vindos! O Senhor precisa de nós em sua obra, participe!

O que nos inspirou a criar este espaço foi resumido pelas palavras de JESUS em João 12:46 à 50, e foi também nossa primeira postagem. Espero que possamos cumprir o propósito desta obra, que é: levar a palavra e a verdade ao alcance de todos, e poder propiciar um espaço destinado à paz, à caridade, ao conforto e ao convívio dos cristãos. Segundo a URLmétrica estamos na posição 605.892 (antes 599.772º há 5 anos) no ranking do Brasil, entre vários milhões de sites existentes! Mas segundo o Google, são 1.113 visitas no mês passado. Obrigado aos mais de 59,2 mil visitantes nos 8 anos e 8 meses, numa média de 569 acessos por mês. Obrigado Jesus!
FELIZ 2019 A TODOS QUE NOS VISITAM!

A grandiosidade de DEUS

A grandiosidade de DEUS
Via láctea, presente divino

domingo, 30 de dezembro de 2012

Pessoas, sentimentos e relações não são acessórios.

Pessoas não são objetos, sentimentos não são bens e relações não são contratos, nem são frutos dos modismos ou alvo dos nossos gestos egoístas!

Muitas vezes as pessoas tendem a transferir suas impressões, construídas a partir de juízo de valores influenciados pela estética em moda, pela cultura do material, pela associação de pessoas e sentimentos a conceitos de propriedade (ter, possuir, dispor, usufruir, descartar, etc.),  e adotam em seus hábitos a prática da superficialidade de relações, não dando importância adequada ao que tem um valor em si mesmo, pessoas e sentimentos.

Se livrar dos acessórios é até fácil e saudável! Necessário em muitos momentos, e útil até para nos sentirmos melhor e renovados.

Mas devemos ter muito cuidado ao avaliar o que é acessório para nós, para não confundir com o que é essencial, sob pena de estarmos abandonando um pedaço significativo de nossas vidas e plantando algo de muito ruim para o nosso futuro.

A regra é simples: tudo que não se encontra na primeira esquina, ou exposto e ofertado, e que não pode ser precificado, não deve ser encarado como um acessório a ser descartado e substituído facilmente!

Tudo que nos liga a sentimentos e a pessoas, relações e a uma vida comum ou partilhada com outros, também não deve ser visto como acessório!

Em se tratando de pessoas, relações e sentimentos não há nada de absoluto e definitivo, se quisermos, tudo pode se transformar e gerar algo bom e sustentável, mesmo quando as coisas não vão bem, pois no momento certo e sobre as condições adequadas as mudanças podem ocorrer, ao menos foi esta uma das lições que nos deixou Jesus Cristo.  Ele acredita na nossa mudança, e ao intervir na vida dos que encontram-no pelo caminho, isto se torna realidade.

Na contramão do que as pessoas costumam fazer desde muitos séculos (ou desde sempre), o Senhor não descarta os homens que estão à margem ou não são úteis as sociedades.

Jesus tende a buscar em nós aquilo que outros não enxergam, ou que muitos tratam com pouco valor e já nem levam em conta, como se nunca tivesse existido algo de bom em nós.

E Jesus faz isto a nós por uma razão simples e direta, por amor! Mas uma amor profundo e transformador!

Amor tão verdadeiro e intenso (como o que manifestou diante da mulher adultera, João 8:2-11), que é capaz de fazer ressurgir nos corações abatidos e por vezes carente de Vida, a chama que mantém o homem vivo e a alma repleta de  luz e amor.

Um gesto de acolhimento e confiança, culmina por resgatar-nos em meio as trevas com as quais nos cercamos, presente na forma de sofrimentos, dores, indignidade, tristeza e desesperanças, que nós vamos acumulando ou que nos são postas por outros ao longo da nossa vida.

O amor de Jesus é capaz de transformar àqueles que foram ou seriam por muitos descartados (como sem valor), em alguém novo, cheio de valor e muito precioso para ser tratado apenas como alguma coisa qualquer, substituível e com prazo vencido.  Por isso não devemos alimentar as idéias utilitaristas, onde pessoas, sentimentos e relações, são medidas e avaliadas, e necessitam ser tratadas segundo o grau de satisfação que nos trazem de uma forma imediata, tendo por primícia o que podem nos propiciar  sem ônus ou compromissos que nos exijam alguma dedicação, compreensão e esforço para um mútuo acolhimento.

Então, quando decidir fazer uma reflexão sobre sua vida e quiser se livrar do que é acessório, pense em substituir o que de fato não lhe é útil, despreze tudo que pode ser trocado e opte por algo bom e verdadeiro, jogue fora as coisas ruins, os sentimentos ruins e o sofrimento, as mágoas, as tristezas e rancor.  Mas mantenha ao seu lado tudo o que é bom, principalmente a esperança de poder renovar e transformar os que estão em seu caminho, não abrindo mão desta experiência e de viver tudo o que se faz necessário para nos tornarmos pessoas melhores, como fez Jesus, através do amor, do perdão e da verdade.


Romanos 12:02

Não se amoldem às estruturas deste mundo, mas transformem-se pela renovação da mente, a fim de distinguir qual é a vontade de Deus: o que é bom, o que é agradável a ele, o que é perfeito.

I João 2:15

Não amem o mundo e nem o que há no mundo. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele. 


terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Mensagem de gratidão!

Hoje mais uma vez o Sol brilhou!  Mais uma vez a graça do Espírito Santo sobre mim se derramou, por isto mesmo sou grato, sou grato a Jesus por ter com Ele nos ter presenteado!  Com o Espírito Santo que sobre os meus amor e graças tem derramado!

Obrigado Senhor!  Muito obrigado por hoje, e por teu amor em nós ter se manifestado!
Obtida em Portal Católico
Hoje mais uma vez o Sol brilhou!

Mais uma vez a graça do Espírito Santo sobre mim se derramou,
por  isto mesmo sou grato.

Sou grato a Jesus por ter com Ele nos presenteado!

Com o Espírito Santo, que sobre os meus,
 amor e graças tem derramado!

Obrigado Senhor!

Muito obrigado por hoje,
e por teu amor em nós ter se manifestado!

José Dilson

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Catequese com Bento XVI e texto sobre Advento - Canção Nova 12.12.2012

Neste período festivo onde celebramos o nascimento de Jesus recomendamos ler o texto abaixo:

Advento - Canção Nova 


Aproveitamos para reproduzir um momento de verdadeiro ensinamento através das palavras de Bento XVI:


Quarta-feira, 12 de dezembro de 2012, 14h43

Bento XVI: fazer memória do agir de Deus é fundamental para a fé

André Luiz
Da Redação


Na catequese desta quarta-feira, 12, o Papa Bento XVI lembrou os católicos sobre a importância de não se esquecerem do agir de Deus que percorre a história da humanidade, desde Adão e Eva, culminando em Jesus Cristo, mas que atua até hoje.

Acesse:

.: NA ÍNTEGRA: Catequese do Papa: Etapas da Revelação - 12/12/2012

  Segundo o Papa, fazer memória da ação de Deus e reconhecer as etapas da Sua revelação no decorrer da história, registrada na Sagrada Escritura, é fundamental para o caminho da fé. 
“A fé é alimentada pela descoberta e pela memória de Deus sempre fiel, que conduz a história e que constitui o fundamento seguro e estável sobre o qual constrói a própria vida.”
Bento XVI afirma que a Sagrada Escritura é o lugar privilegiado para descobrir as etapas da Revelação de Deus e convida aos católicos a, neste Ano da Fé, terem em mãos a Bíblia para lê-la e meditá-la e a prestarem mais atenção às Leituras da Missa dominical, isto, segundo o Papa, constitui um alimento precioso para a fé.


Ao recordar o Tempo Litúrgico do Advento, que prepara a Igreja para o Natal, o Pontífice explicou que na Palavra de Deus é possível compreender o mistério Divino que permeia este tempo. De acordo o Santo Padre, na Palavra está explícita uma realidade maravilhosa e perturbadora: “o próprio Deus cruzou seu Céu e se inclinou sobre o homem; estabeleceu aliança com ele entrando na história de um povo."
O Papa concluiu a catequese convidando os católicos a utilizarem-se do Advento como uma oportunidade para recordar os feitos de Deus na história de salvação do homem e não esquecer o agir Divino.
“O Advento nos convida a traçar o caminho desta presença e nos recorda sempre novamente que Deus não se retirou do mundo, não está ausente, não nos abandonou a nós mesmos, mas vem ao nosso encontro de diversos modos, que devemos aprender a discernir.”