Bem vindos! O Senhor precisa de nós em sua obra, participe!

O que nos inspirou a criar este espaço foi resumido pelas palavras de JESUS em João 12:46 à 50, e foi também nossa primeira postagem. Espero que possamos cumprir o propósito desta obra, que é: levar a palavra e a verdade ao alcance de todos, e poder propiciar um espaço destinado à paz, à caridade, ao conforto e ao convívio dos cristãos. Segundo a URLmétrica estamos na posição 605.892 (antes 599.772º há 5 anos) no ranking do Brasil, entre vários milhões de sites existentes! Mas segundo o Google, são 1.113 visitas no mês passado. Obrigado aos mais de 59,2 mil visitantes nos 8 anos e 8 meses, numa média de 569 acessos por mês. Obrigado Jesus!
FELIZ 2019 A TODOS QUE NOS VISITAM!

A grandiosidade de DEUS

A grandiosidade de DEUS
Via láctea, presente divino

quinta-feira, 21 de março de 2013

Sorrindo Pra Vida com Marcio Mendes 20.03.2013


Nós reproduzimos a mensagem na íntegra do Clube da Evangelização - Canção Nova em 20.03.2013

Recomendamos e clamamos que todos os que lerem e ouvirem a mensagem de Marcio Mendes, percebam que esta obra precisa continuar, e para tanto precisa da contribuição de cada um de nós, a ajuda financeira irá assegurar a continuidade da evangelização feita através da Canção Nova.  Por isso recomendamos que através do portal da www.cancaonova.com escolham e se informem sobre como ajudar a manter este trabalho.


A Palavra meditada, hoje, está em Atos dos Apóstolos 10,34-48.
"Deus fala conosco por meio da Sua palavra e a nossa fé é que valida essa palavra e transforma a nossa vida", afirma Márcio.
Foto: Wesley Almeida/Arquivo Fotos CN


Por que Pedro faz esse discurso, dizendo compreender que Deus não faz diferença entre as pessoas? Porque ele fazia essa distinção. Para ele, os judeus eram o povo escolhido e os outros eram os pagãos. Tanto que, no Capítulo 10, o Espírito Santo precisou falar ao seu coração para que ele entendesse.

Pedro estava em oração quando Deus deu a ele a imagem de um lençol cheio de animais impuros que desciam do céu para ser alimento. Nesse momento, uma voz disse: “Pega e come.” Daí, Pedro fala: “Como vou comer o que o Senhor diz ser impuro?”, mas Deus responde: “Não ouse falar que é impuro o que foi purificado por Deus.” Compreendendo isso, Pedro diz: “Pelo contrário, ele aceita quem o teme e pratica a justiça, seja qual for a nação a que pertença.”

A pessoa que aceita a verdade teme a Deus, tem amor no seu coração e sempre pratica o que é certo e justo, é sempre iluminada pelo Senhor, mesmo que, no começo, não acredite n’Ele.

Por várias razões homens e mulheres de boa vontade já tiveram o seu coração afastado de Deus, mas, por causa do seu temor, respeito e amor pelo desejo de viver na verdade e na justiça, o Espírito Santo os iluminou e os conduziu ao encontro do Pai.

Depois de falar tudo isso, Pedro começou a testemunhar a sua experiência de transformação de vida. Ele disse que o Senhor veio anunciar a Boa Notícia por meio de Jesus e que Ele estava ungido com o Espírito Santo e com poder, andando por toda parte, fazendo o bem e curando todos os que estavam dominados pelo diabo, porque Deus estava com Jesus.

O Senhor tem sempre um “para quê” na nossa vida. Quando Ele nos unge, guia, ampara e permite que passemos pelo vale escuro, podemos ter a certeza de que, por trás de tudo isso, existe um motivo. A obra do Pai é fazer o bem e nos libertar das garras do demônio que tirou a nossa liberdade à custa do pecado.

Depois de falar isso para todos que estavam ali, Pedro continua: “E nós somos testemunhas de tudo o que Jesus fez na terra dos judeus e em Jerusalém. Eles mataram Jesus, suspendendo-O numa cruz. Deus, porém, O ressuscitou no terceiro dia e Lhe concedeu manifestar a Sua presença, não para todo o povo, mas para as testemunhas que Deus já havia escolhido: para nós, que comemos e bebemos com Jesus, depois que Ele ressuscitou dos mortos.

O Senhor nos mandou pregar ao povo e testemunhar que Deus o constituiu Juiz dos vivos e dos mortos. Sobre Ele todos os profetas dão o seguinte testemunho: ‘todo aquele que acredita em Jesus recebe, em Seu nome, o perdão dos pecados’.” Nessa hora, Pedro nem havia terminado de falar, quando o Espírito desceu sobre todos que ali estavam. Pagãos que, quando ouviram a Palavra, acreditaram, receberam o perdão dos seus pecados e foram batizados no Espírito Santo.

O anúncio de Jesus abre o coração da pessoa de boa vontade para receber o Espírito Santo. Basta acreditar em Deus e colocar n’Ele a sua força. Para experimentar o céu, aqui na terra, você precisa acreditar na Palavra e querer de todo coração.

Aquelas pessoas não viram as obras de Jesus, mas acreditaram na palavra de Pedro. Bastou isso para que todos fossem perdoados dos seus pecados. Então, Pedro falou: “Será que podemos negar a água do batismo a estas pessoas que receberam o Espírito Santo, da mesma forma que nós recebemos? Então Pedro mandou que fossem batizados em nome de Jesus Cristo.”

O que o Espírito Santo faz quando entra no coração da pessoa? Enche o coração dela de bem, renova a sua esperança, dá forças e a coloca de pé novamente. O que ela recebe é uma experiência de vida tão grande que tudo que é ruim sai imediatamente da sua vida.

Abrir-se ao Espírito Santo é clamar por Ele para receber o que você precisa. É acreditar que Ele vem socorrê-lo nas suas fraquezas e curar suas enfermidades. Se você O quiser e colocar a sua fé naquele que pode lhe dar o Espírito, você será cheio do d’Ele.

Essa leitura, feita com o coração em Deus, nos faz abrir o coração para recebermos d’Ele a força e a cura que precisamos. E assim como Ele veio para socorrer àquela família, Ele vem em nosso socorro.

Jesus foi enviado pelo Pai, ungido com Espírito Santo e com poder. Onde você mais precisar Ele agirá. Independente da sua fraqueza ou necessidade, é nela que Jesus vai atuar por meio do Espírito Santo.

Deus fala conosco por meio da Sua Palavra e a nossa fé é que valida essa palavra e transforma a nossa vida.

A Palavra de Deus ilumina a sua vida, faz você se compreender. À medida que você se compreende, Deus faz você compreender melhor a Palavra d’Ele. E assim se vai, de bem em bem, libertação em libertação, fazendo a experiência de que Jesus continua fazendo o bem por onde passa e curando a todos dos malefícios do maligno. Amém.

Márcio Mendes
Membro da Comunidade Canção Nova


Transcrição e adaptação: Débora Ferreira

Assista a uma parte do programa:

domingo, 17 de março de 2013

A educação que precisamos dar as nossas crianças


A educação que precisamos dar as nossas crianças vai além de nossos sentimentos e limitações, e precisa estar alicerçada no exemplo de Jesus Cristo.

É difícil educar, é difícil ajudar as pessoas a transformarem suas vidas, a reverem conceitos e formas de agir e pensar enraizadas e tão negativas (mesmo que não aparentem), sobretudo quando estão formados (ou deformados) em sue caráter e como pessoas, e que tantas vezes limitam nossa capacidade de sermos pessoas melhores e de simplesmente amar.

Desde cedo nós ensinamos as crianças a se apegarem as coisas mais banais, a pensarem que são apenas suas, e que ter responsabilidades (zelar) é não partilhar o que receberam (algo muito precioso, mas não para elas).  É fazer com que percam algo que é próprio da criança, que elas tem por natureza, que é a pureza e a generosidade, com sérias conseqüências para o seu caráter e sua capacidade de relacionar-se com os outros. Ensinamos-as a serem egoístas e quando não a mentirem para resguardar o que é seu.

Infelizmente espelhamos nelas as nossas falhas, transferimos a elas nosso caráter corrompido, e as transformamos em pequenos adultos, na verdade cópias desproporcionais e  mal  acabadas de nós mesmos.

Não raras são as vezes, que além de ensinarmos o egoísmo e a mentira, ensinamos a serem superficiais  e a absorverem nossos conceitos destorcidos sobre pessoas, fazendo com que absorvam as más impressões causadas por problemas que são nossos e de relacionamentos que não soubemos conduzir, ensinando-lhes a sentir raiva de quem não lhes fez nada, a desprezar quem não merece desprezo, a absorver tristeza e dor que mão foram direcionadas a elas e que estão no nosso íntimo ou fazem parte dos nossos problemas.

Seja voluntariamente ou não, isto acontece com muito mais freqüência do que poderia, e é a base de problemas de adultos mal resolvidos e que mesmo sem perceber usam as crianças como escudo, ou como forma de atingir quem lhes ferem ou decepciona. Isto, quando não se caracteriza como uma tentativa de projetar nossas vidas naqueles que ainda estão se formando, como se fossem e representassem a chance de ver se realizar neles o que não fizemos nós em nossas vidas.

Cristo com as crianças, Lucas 18:16-17
Daí surgiram as formas mais duras de desamor e males, alienação parental, conflito familiares, problemas com a sexualidade e afetividade, desajustes emocionais que transformam crianças em pessoas agressivas ou inseguras, tristes ou descrentes com as pessoas, egoístas e insensíveis, algumas vezes incapazes de romper com um ciclo de maldades que se transfere de geração em geração, que faz com que lares saudáveis sejam cada vez menos prováveis e que a sociedade seja cada vez mais  imediatista, frenética por compensações, e/ou indiferente e egoísta ao ponto de aceitar como normais as mais diversas violências, físicas, psicológicas, espirituais, individuais e coletivas.

Educar é uma necessidade, está na base do homem que se forma, mas educar não é apenas transferir conhecimento e preparar a intelectualidade, é acima de tudo ajudar a construir valores perenes e universais, é partilhar experiências boas e verdadeiras e advertir sobre as más, é levar os que estão em formação a conhecer a supremacia do Criador, um ato de humildade diante do testemunho que representa nossa existência.  Mas sempre respeitando a pureza própria de quem se desenvolve, e a natural felicidade de ser criança e agir como tal, com sentimentos e tudo que as caracterizam dentro de um padrão normal de afeto, crescimento e vida cristã.

Não transformemos crianças em caricaturas corrompidas de nós mesmos! Antes nós nos moldemos a sua pureza, seu entusiasmo e alegria, ao seu jeito de amar espontâneo e sem reservas, a sua sinceridade, generosidade e capacidade de crer e aceitar sem medos!

Lucas 18:16-17

Jesus, porém, chamou os discípulos e disse: "Deixem a crianças a mim. Não lhes proíbam, porque o Reino de Deus pertence a elas. Eu garanto a vocês: Quem não receber como criança o Reino de Deus, nunca entrará nele."

Jesus que é o Mestre deu muitos exemplos com suas palavras e sua vida, seu amor e capacidade de servir, eis o que significa educar, precisamos aprender a imitá-lo!

Fiquem na paz de Cristo!

quarta-feira, 13 de março de 2013

Habemus Papam

Enquanto as instituições seculares e as pessoas pouco atentas aos fundamentos da Igreja, discutiam a cerca de seus próprios interesses e expectativas, o Espírito Santo de Deus age e prepara a nossa Igreja para os dias futuros, cada vez mais difíceis e onde se faz necessário a fé renovada e a disposição, o vigor e zelo pelo  sagrado mas com a determinação de levar mais longe a mensagem que Jesus semeou entre nós.

Para isto Bento XVI inspirado e com resignação de quem sabe que todo o cristão deve ser um servo humilde e fiel, fez o gesto que lhe cabia, abrir os caminhos para que a transformação ocorra na Igreja, mas não a "transformação" que alguns esperam, que mais tem haver com degradação e cumplicidade do que com transformação. Renúncia do Papa Bento XVI foi um testemunho de humildade e submissão à vontade de Deus, não aos interesses de alguns vaidosos ou de quem possa acreditar que tem poder sobre a Igreja, não é isto e veremos que o Espírito de Deus conduzirá as transformações, renovando e revitalizando a nossa   Igreja, não apenas com a ascensão de um novo pastor, mas com a renovação e mudanças adequadas.

As transformações que a Igreja necessita estão relacionadas com uma melhor comunicação, mais direta, efetiva e simples, acessível a todos (em especial aos jovens e adolescentes) sem contudo abrir mão dos dogmas e dos verdadeiros valores disseminados por Jesus, e também com a condução das ovelhas de forma firme, mas próxima e cheia de amor e acolhimento, como fez Jesus em seu exemplo, ao se colocar bem próximo aos pecadores sem contudo desviar-se do sagrado e da verdade que está em Deus.

Jesus o acolher os humildes, conviver e conhecer a realidade destes Cristo se fez próximo e mostrou que Deus está ao acesso dos que tem fé, reconhecem-se pecadores, e buscam em Jesus e em seus ensinamentos a salvação e a intimidade com o Pai.

A Igreja precisa se reinventar, reeditar o que fez Cristo neste sentido (novas formas de acolher e se fazer presente), deve aprimorar-se e torna-se mais acessível a todos que precisam e levar a mensagem de Jesus à todos, de uma forma mais atual e compreensível, mas sem retirar uma só vírgula do que é verdadeiro e bom, sem destorcer a Palavra e o significado do amor de Deus, e sem ceder nas ações apenas para agradar os que desejam justificar suas paixões e extintos egoístas (como citava o Apóstolo Paulo).

Brevemente tudo se consumara não pela vontade dos homens, mas pela ação do Espírito Santo, e quem acredita que pode manipular a Igreja do Senhor, verá que o Espírito se fez presente e estará a frente das situações futuras, as transformações vão ocorrer para que àqueles que são escolhidos por Deus possam receber a sua mensagem, não importam quem sejam ou onde estejam, a Igreja fará o que espera o Senhor.

Mas a Palavra é uma só e continuará sendo até o fim dos tempos, quando até lá tudo se cumprirá segundo o  que nos disse o Senhor, e não haverá transformação do que provém de Deus, a mensagem se tornará mais clara e efetiva, em tempos que a misericórdia nos deixa pela justiça, e que será necessária muita força, fé e um Igreja ainda mais unida e presente, limpa de seus erros e máculas.  (Enviado por um colaborador)


Neste sentido, nós cristãos precisamos estar prontos a dar nossa colaboração para as transformações que o Espírito implementará, e junto com os que conduzem nossa Igreja, trabalharmos para a realização e consumação de tudo que nos delegar o Senhor, unidos, clero, todo o povo de Deus sob a supervisão do Papa Francisco I e a condução e inspiração do Santo Espírito.

Deus seja louvado por sua atenção e providência para com o seu povo, glória e louvores a Jesus e ao Espírito Santo, pelo amor e pela condução do seu povo, e que nós possamos contar sempre com a interseção de Maria e dos Santos para servirmos a Santa Trindade.

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Temos um Papa: Francisco I


Radio Vaticano 13.03.2013




Habemus Papam: Francisco - Radio Vaticano 13.03.2013

Palavras do Papa:

Às 20h23min o recém-eleito assomou ao balcão central proclamando as seguintes palavras: "Irmãos e Irmãs, boa noite! Vocês sabem que o dever do Conclave era de dar um bispo a Roma. Parece que meus irmãos cardeais foram buscá-lo quase no fim do mundo. Mas, estamos aqui! Vos agradeço pela acolhida, à comunidade diocesana, ao seu bispo. Obrigado!(...aplausos...) Antes de tudo, gostaria de fazer uma oração pelo nosso bispo emérito Bento XVI (...aplausos...). Rezemos todos juntos por ele, para que Deus o abençoe e Nossa senhora o proteja. (segue a oração do Pai Nosso, da Ave Maria e do Glória ao Pai). E agora comecemos este caminho bispo e povo, bispo e povo. Este é o caminho da Igreja de Roma que é aquela que precede na caridade todas as outras Igrejas. Um caminho de Fraternidade, de amor, de confiança entre nós. Rezemos sempre por nós, um pelo outro, rezemos por todo o mundo, para que exista uma grande fraernidade. Desejo que este caminho de Igreja, que hoje começamos e que me ajudará o meu Cardeal Vigário aqui presente, seja frutuoso para a evangelização desta tão bela cidade. (...aplausos...).
E agora gostaria de dar uma bênção, mas antes vos peço 1 favor. Antes de o bispo abençoar o povo vos peço que vocês rezem ao Senhor para que me abençoe. A oração do povo pedindo a bênção pelo seu bispo. (...aplausos...). Façamos em silêncio esta oração de vocês por mim"!  (Radio Vaticano)


Imagem do Papa Francisco I, Jorge Mario Bergoglio (Argentina) e Bento XVI: