Bem vindos! O Senhor precisa de nós em sua obra, participe!

O que nos inspirou a criar este espaço foi resumido pelas palavras de JESUS em João 12:46 à 50, e foi também nossa primeira postagem. Espero que possamos cumprir o propósito desta obra, que é: levar a palavra e a verdade ao alcance de todos, e poder propiciar um espaço destinado à paz, à caridade, ao conforto e ao convívio dos cristãos. Segundo a URLmétrica estamos na posição 605.892 (antes 599.772º há 5 anos) no ranking do Brasil, entre vários milhões de sites existentes! Mas segundo o Google, são 1.113 visitas no mês passado. Obrigado aos mais de 59,2 mil visitantes nos 8 anos e 8 meses, numa média de 569 acessos por mês. Obrigado Jesus!
FELIZ 2019 A TODOS QUE NOS VISITAM!

A grandiosidade de DEUS

A grandiosidade de DEUS
Via láctea, presente divino

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Meu espaço para Deus


Mensagem enviada para publicação por José Dilson

Vou reconstruir meu Éden, e nele só haverá espaço para o que é bom e lindo, o que nos faz feliz e pode ser partilhado com todos que virem a habitá-lo ou apenas visitá-lo.

Nele haverá um espaço exclusivo para o meu Senhor, e com ele estarei intimamente ligado, também reservarei um lugar para os que amo residirem permanentemente.

Trabalharei todos os dias para que floresçam lindas e perfumadas flores, que sejam elas (com um sorriso nos lábios e uma palavra de carinho) a atrair todos de bom coração.

Plantarei, e também só permitirei que sejam plantadas árvores que deem sombra e frutos palatáveis, e as que com sua suavidade e fragilidade sirvam de colchão para todos aqueles que depois de provarem dos frutos (amor, caridade, bondade e amizade, perdão), possam pousar sobre suas folhas e embaixo da sombra do acolhimento, do afeto e da partilha, decidirem conosco ficar, e lá recuperar suas forças!

Correrá neste jardim bem no centro dele, um rio perene repleto de vida, onde há um espaço sublime como um altar, no qual depositarei meus sonhos e desejos, e onde vai habitar meu espírito, lá vou guardar o que de melhor tenho no coração, e deste rio de águas profundas e com muita força, capaz de mover e transformar todos e tudo onde as águas da verdade, do amor e da fonte da vida (Jesus) tocarem, ou os espaços inundarem, tirarei o que há de me renovar, como uma fonte da juventude e da vida, que também em seu curso estará fazendo nascer vida em abundância em todos e tudo a sua volta.

Neste lugar central poucos vão ter acesso, mas o que vierem a lá estar, terão que se deixar purificar pelas águas santas de Deus, e se alimentar do sagrado corpo de Cristo, deixando-se tomar pelos ensinamentos de Jesus banhando-se também nas águas da verdade e da vida, prova de um compromisso sagrado de fazer crescer o amor que lá encontrará, e do desejo pleno de assumir para si os mesmos sonhos, desejos e projetos que depositei naquele altar que reservo para meu Deus, lá no meu íntimo.

Deixarei a cargo do Espírito Santo a administração do meu Éden, e a cargo dos Santos Anjos de Deus, a guarda e proteção, para que possam escolher aqueles que vão comigo habitar.

E para que o jardim cresça e seja digno de receber o Espírito de Deus, e o próprio Deus encarnado, Jesus, servirei todos os dias com dedicação e viverei do amor!

E aqueles que decidirem comungar do amor que recebeu de nós, conosco deverá lutar, para partilhar com todos os outros, o desejo do mundo transformar, começando por reconstruir o jardim que há no seu coração e de cada um com quem partilhar!

A minha meta será tudo fazer para o meu Éden restaurar!

Jesus os abençoem, hoje e sempre!
Foto: Vou reconstruir meu Éden, e nele só haverá espaço para o que é bom e lindo, o que nos faz feliz e pode ser partilhado com todos que virem a habitá-lo ou apenas visitá-lo.

Nele haverá um espaço exclusivo para o meu Senhor, e com ele estarei intimamente ligado, também reservarei um lugar para os que amo residirem permanentemente.

Trabalharei todos os dias para que floresçam lindas e perfumadas flores, que sejam elas (com um sorriso nos lábios e uma palavra de carinho) a atrair todos de bom coração.

Plantarei, e também só permitirei que sejam plantadas árvores que deem sombra e frutos palatáveis, e as que com sua suavidade e fragilidade sirvam de colchão para todos aqueles que depois de provarem dos frutos (amor, caridade, bondade e amizade, perdão), possam pousar sobre suas folhas e em baixo da sombra do acolhimento, do afeto e da partilha, decidirem conosco ficar, e lá recuperar suas forças!

Correrá neste jardim bem no centro dele, um rio perene repleto de vida, onde há um espaço sublime como um altar, no qual depositarei meus sonhos e desejos, e onde vai habitar meu espírito, lá vou guardar o que de melhor tenho no coração, e deste rio de águas profundas e com muita força, capaz de mover e transformar todos e tudo onde as águas da verdade, do amor e da fonte da vida (Jesus) tocarem, ou os espaços inundarem, tirarei o que há de me renovar, como uma fonte da juventude e da vida, que também em seu curso estará fazendo nascer vida em abundância em todos e tudo a sua volta.

Neste lugar central poucos vão ter acesso, mas o que vierem a lá estar, terão que se deixar purificar pelas águas santas de Deus, e se alimentar do sagrado corpo de Cristo, deixando-se tomar pelos ensinamentos de Jesus banhando-se também nas águas da verdade e da vida, prova de um compromisso sagrado de fazer crescer o amor que lá encontrará, e do desejo pleno de assumir para si os mesmos sonhos, desejos e projetos que depositei naquele altar que reservo para meu Deus, lá no meu íntimo.

Deixarei a cargo do Espírito Santo a administração do meu Éden, e a cargo dos Santos Anjos de Deus, a guarda e proteção, para que possam escolher aqueles que vão comigo habitar.

E para que o jardim cresça e seja digno de receber o Espírito de Deus, e o próprio Deus encarnado Jesus, servirei todos os dias com dedicação e viverei do amor!

E aqueles que decidirem comungar do amor que recebeu de nós, conosco deverá lutar, para partilhar com todos os outros, o desejo do mundo transformar, começando por reconstruir o jardim que há no seu coração e de cada um com quem partilhar! 

A minha meta será tudo fazer para o meu Éden restaurar!

Jesus os abençoem, hoje e sempre!
Olhares Uol - Fotografia On-line

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

O sentido cristão do sexo – Parte I Prof. Felipe Aquino

Reproduzimos o Posted: 22 Jan 2013 11:21 AM PST 

Antes de tudo o casal cristão precisa conhecer bem o sentido do sexo no plano de Deus. Ele o quis. De todas as alternativas possíveis que Deus poderia ter empregado para gerar e manter a espécie humana, Ele escolheu a relação física e espiritual do amor conjugal. Deus quis que o casal humano fosse o arquétipo da humanidade, e que sua geração fosse por meio da via sexual.
Além disso, por meio deste ato, quis aprofundar o amor do casal. Então, a conclusão a que se chega, é que Deus não só inventou o sexo, mas o dotou de profunda dignidade e sentido, e por isso colocou normas para ser vivido de maneira correta, para que não causasse desajustamento e sofrimento.
Deus quis que o ser humano fosse material e espiritual, algo como uma síntese bela do animal que apenas tem corpo, com o anjo que apenas é espírito. E dotando-o de corpo quis que o homem fosse sexuado como os animais; porém, a sua vida sexual devia ser guiada não pelo instinto, como nos animais, mas, pela alma, e iluminada pela inteligência, embelezada pela liberdade, conduzida pela vontade e vivida no amor.
A vida sexual é algo muito sublime no plano de Deus; por isso, jamais um casal deve pensar que Deus esteja longe no momento de sua união mais íntima; pois este ato é santo e santificador no casamento e querido por Deus.
O amor conjugal tem um sentido único; o amor entre dois seres do mesmo sexo, como, por exemplo, pai e filho ou dois amigos, não contém a complementação no plano físico. O uso do sexo no seu devido lugar, no casamento, bem entendido nos seus aspectos espiritual e psicológico, é um dos atos mais nobres e significativos que o ser humano pode realizar; pois ele é a fonte da vida e da celebração do amor. A virtude da castidade, mais do que consistir na renúncia ao sexo, significa o seu uso adequado.
Diz o Dr. Alphone H. Clemens, Diretor do Centro de Aconselhamento da Universidade Católica da América, Washington, D.C., que ato sexual: “É um ato de grande beleza e profunda significação espiritual, pois o amor conjugal entre dois cristãos em estado de graça, é uma fusão de dois corpos que são templos da Trindade, e uma fusão de duas almas que participam da mesma Vida Divina… Por outro lado, usado com propriedade, torna-se uma fonte de união, harmonia, paz e justamento.
Intensifica o amor entre o esposo e a esposa, e funciona como escudo contra a infidelidade e incontinência. A personalidade humana integral, mesmo nos seus aspectos sobrenaturais, é enriquecida pelo sexo, uma vez que o ato do amor conjugal também é merecedor de graças.” (Clemens, 1969, p. 175)

Afirma Raoul de Gutchenere, em “Judgment on Birth Control” que: “Foi reconhecido há já bastante tempo, que as relações sexuais produzem efeitos psicológicos profundos, especialmente sobre a mulher, uma vez que o esperma absorvido por seu corpo, desempenha um papel dinamogênico, promovendo o equilíbrio. De modo geral, o ato de amor conjugal provoca o relaxamento, vigor, autoconfiança, satisfação, sensação geral de bem estar, sensação de segurança e uma disposição que conduz ao esquecimento de atritos e tensões de menor importância entre o casal.” (Apud Clemens, p. 177)


Não é à toa que São Paulo, há 2000 anos já recomendava aos cônjuges cristãos: “não vos recuseis um ao outro… afim de que Satanás não vos tente.” (1Cor 7,5)

Prof. Felipe Aquino


Nota do blog:

Sugerimos a consulta ao livro Vida sexual no casamento, do Prof. Felipe Aquino, uma publicação da Editora Cléofas.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Incompreensão e egoísmo andam de mãos dadas

Eu sinto que uma das coisas mais negativas e difíceis em muitos dos relacionamentos atuais, é a presença de duas péssimas companhias, quase que inseparáveis, são elas a incompreensão e o egoísmo, que dentre outras coisas tornam os relacionamentos cada vez mais difíceis de terem um final feliz e duradouro, por fazer as pessoas perderem a capacidade de perdoar, e também de entenderem os seus sentimentos e necessidades,  e sobre tudo os do outro.

O triste é saber que estes são em geral são sintomas de uma doença da alma, algo que indica uma grande barreira em quem os manifesta, que pode ser criada por muitos ou intensos momentos de desafeto, desamor e até de abandono.

Fica no caráter do indivíduo a marca de uma ausência do amor, que é justamente aquilo que nos torna mais acessíveis as pessoas com as quais um dia convivemos ou nos relacionamos.

Sobram mágoas e feridas que as transformam, quando a partir de então se resguardam de uma forma tão ruim, que culmina em uma supervalorização pessoal e destrutiva, inflando seu ego, tornando-o incapaz de perceber outras formas de defesa e afirmação como a partilha do amor, o perdão e a união, ao invés de excessivo e irracional amor próprio.

Mais tristes é perceber que nossa cultura, nossa sociedade e nossos hábitos, em muitos momentos reforçam esta dupla nociva (incompreensão e egoísmo), tratando como saudáveis os excessos que provocam, como por exemplo o individualismo e a falta de respeito para com os sentimentos alheios (algo típico de quem cultua seu ego).  Ou também rotulando os que não partilham dos princípios da auto-suficiência, do pensamento de bastar-se em si mesmo, e por-se acima de tudo e todos, como sujeitos bobos, ridículos ou alienados.

É comum para os egocêntricos, a incapacidade de compreender os seus parceiros, as pessoas íntimas, os amigos e colegas com os quais convivem, levando a problemas de relacionamentos, conflitos e gestos repetitivos de desamor, dos quais um dia foram também alvos ou tiveram um contato próximo, não importando o que possam causar aos demais, e até a si (mesmo que acreditem estar se poupando, ou se colocando acima destes).

Com esta visão distorcida e auto-centrista, não percebem que causam mas mal e dor do que poderiam em outra circunstância, tornam a vida bem menos prazerosa a todos com os quais se relacionam, do que se num dado momento buscassem o equilíbrio nas ações, nos sentimentos e na forma de se relacionar com as pessoas, numa atitude mais cristã.

Percebemos que agrava-se cada vez mais a sua ocorrência e os efeitos replicam-se entre as pessoas, por configura-se em algo tido por comum em nossa sociedade, no fundo por estes agrupamentos sociais tornarem-se cada vez mais avessos aos valores cristãos, e apegarem-se ao materialismo e ao mundano, refutando o bem que deveria existir em nós.  Onde em alguns momentos a incompreensão, é posta com outros títulos, tais como força, caráter; enquanto o egoísmo, um mal em si mesmo, é até alimentado como necessário a vitória pessoal, ou a nossa sobrevivência.

Como dissemos estes indicam uma doença na alma, um mal, um pecado em nós, e os que sofrem nem sempre conseguem enxergar em si a sua presença, o que dificulta sua compreensão, distanciando-nos da cura necessária, e uma vez que são de alguma forma reforçados pelo pensamento coletivo, encontra campo fértil para minar os relacionamentos e corroer nossas estruturas.

Se este mal está na alma, a cura passa por tratar a alma, num processo de cura e libertação oferecido através do amor de Jesus, com a intervenção do Espírito Santo.  Algo impensável para muitos, mas real e eficiente, que ajuda a identificar as causas e as fraquezas, promover o equilíbrio e um auto-conhecimento que contribuem para mudanças positivas, concretas e harmônicas através dos ensinamentos e do amor de Cristo. Levando-nos a partilha, ao perdão e a compreensão, ao amor e ao fortalecimento da fraternidade e de nossas relações.


Romanos 7:18-20


Sei que o bem não mora em mim, isto é, nos meus instintos egoístas. O querer o bem está em mim, mas não sou capaz de fazê-lo.
Não faço o bem que quero, mas o mal que não quero. Ora, se faço aquilo que não quero, não sou eu que o faço, mas é o pecado que mora em mim. 

Romanos 8:5-8


Os que vivem segundo os instintos egoístas inclinam-se para os instintos egoístas; mas os que vivem segundo o Espírito inclinam-se para aquilo que é próprio do Espírito.  Os desejos dos instintos egoístas levam à morte; enquanto os desejos do Espírito levam para a vida e a paz.
De fato, os desejos dos instintos egoístas estão em revolta contra Deus, porque não se submetem à lei de Deus; e nem mesmo o podem,  porque os que vivem segundo os instintos egoístas não podem agradar a Deus.