Bem vindos! O Senhor precisa de nós em sua obra, participe!

O que nos inspirou a criar este espaço foi resumido pelas palavras de JESUS em João 12:46 à 50, e foi também nossa primeira postagem. Espero que possamos cumprir o propósito desta obra, que é: levar a palavra e a verdade ao alcance de todos, e poder propiciar um espaço destinado à paz, à caridade, ao conforto e ao convívio dos cristãos. Segundo a URLmétrica estamos na posição 605.892 (antes 599.772º há 5 anos) no ranking do Brasil, entre vários milhões de sites existentes! Mas segundo o Google, são 1.113 visitas no mês passado. Obrigado aos mais de 59,2 mil visitantes nos 8 anos e 8 meses, numa média de 569 acessos por mês. Obrigado Jesus!
FELIZ 2019 A TODOS QUE NOS VISITAM!

A grandiosidade de DEUS

A grandiosidade de DEUS
Via láctea, presente divino

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Padres Sinodais pedem que leigos sejam os protagonistas da Nova Evangelização - Radio Vaticano 15.10.2012

Texto reproduzido do portal da  CNBB -


Formar adequadamente os leigos, apoiar a família, promover o diálogo ecumênico e inter-religioso: foram esses os instrumentos da nova evangelização evidenciados na manhã desta segunda-feira, 15 de outubro, pelo Sínodo dos Bispos, em andamento no Vaticano. Esteve no centro da 11º Congregação – realizada na presença do Papa – também um apelo em favor da paz e do diálogo na República do Mali.

O país africano está vivendo um "tempo de inquietude": o Sínodo descreve as dificuldades sociais e políticas, bem como eclesiais, ligadas aos obstáculos da evangelização num contexto em que os confrontos entre rebeldes e governo provisório são uma ameaça para a religião. Diante dessa realidade, os Padres sinodais invocam a paz e reiteram a importância do diálogo.

Mas além das crises africanas, também são sombrias as páginas européias, em que a globalização cria novas formas de martírio, incruentas, mas sofridas; a intolerância em relação aos cristãos é indolente, mas contínua; Deus não é somente negado, mas desconhecido.

Diante de tal realidade, a nova evangelização pode depositar sua confiança em três "instrumentos", afirma o Sínodo: os leigos, as famílias, e o diálogo ecumênico e inter-religioso.

Portanto, os leigos devem ser formados de modo adequado, sólido, intenso – quem sabe também mediante Sínodos locais que os envolvam diretamente –, de forma que sejam capazes de não ceder às ilusões do mundo e de dar testemunho dos valores autênticos, não baseados no conformismo da fé.

O Sínodo ressalta que não se pode ser ou membros da Igreja ou cidadãos do mundo: as duas dimensões caminham juntas. Os leigos devem "formar redes" nas dioceses, afirmam os bispos, mesmo porque se a Igreja se distanciar da sociedade, a nova evangelização não produzirá frutos.

Em seguida, o Sínodo destaca o grande desafio da família, Igreja doméstica, sujeito de evangelização: deflagrada a causa da história ocidental baseada na libertação de todo e qualquer laço, hoje a questão familiar se apresenta como o problema número um da sociedade – evidencia a Assembléia sinodal –, tanto que se acredita mais na fidelidade ao time de futebol do que no matrimônio.

E a Igreja não pode calar-se, não porque conservadora de um instituto obsoleto, mas porque está em jogo a estabilidade da própria sociedade.

Daí, o convite a colocar a família no centro da política, da economia e da cultura, bem como o auspício de que a Igreja saiba tornar-se "família das famílias", inclusive das famílias feridas.

No fundo - e aí a pergunta dos Padres sinodais se torna autocrítica –, hoje a Igreja não é, talvez, mais uma instituição do que uma família?

Em seguida, os Padres sinodais abordaram a questão do diálogo, outro caminho necessário para a nova evangelização. É claro, do ponto de vista inter-religioso existe a dificuldade, em alguns países, de um diálogo com o Islã, como no Paquistão, onde vigora a lei da blasfêmia, ou no Oriente Médio, onde os cristãos são cada vez menos.

O que fazer? O Sínodo aposta nos jovens muçulmanos, sempre mais atraídos pelo Evangelho no qual encontram alegria, liberdade e amor. Relançando o significado profundo da Boa Nova – explicam os bispos – se poderá evitar também a confusão entre a secularização e o cristianismo, tão freqüente no mundo muçulmano.

Nessa ótica, insere-se também uma escola de catequese para adultos, que cada vez mais abandonam o papel de educadores, preocupando-se com os jovens, mas não cuidando deles suficientemente.

Os catequistas adultos podem tornar-se testemunhas e portadores de fé, obtendo, por vezes, resultados melhores do que os próprios sacerdotes, afirmam os Padres sinodais.

No campo ecumênico o desafio não é menor: a divisão entre cristãos é, sem dúvida, o grande obstáculo da nova evangelização, divisão essa que não é inócua em relação à descristianização da Europa e da sua atual fraqueza política e cultural.

Nesse sentido, uma maior cooperação e uma estratégia pastoral concordada entre católicos e ortodoxos seria um baluarte contra a secularização, bem como um sinal forte em relação ao Islã.

Dentre outras sugestões feitas no Sínodo em favor da nova evangelização encontra-se a promoção de peregrinações, como momento de renovação da fé e de "sintonia" da Igreja com as interrogações presentes no coração do homem, de modo que compreenda a meta de seu caminho.

Por fim, ao término dos trabalhos da tarde desta segunda-feira, os Padres sinodais assistem, à noite, ao filme "Os sinos da Europa". Produzido pelo Centro Televisivo Vaticano – junto com outras instituições –, o filme é uma viagem da fé pela Europa e traz muitas entrevistas inéditas, dentre elas uma também com Bento XVI.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Óculos para o espírito


Fruto da observação, da necessidade e ciência do homem, os óculos desempenham um papel muito importante na vida, na saúde e nas atividades humanas.

Corrigem problemas e deficiências na visão do homem; atenuam ou eliminam dificuldades de leitura e muitos males ligados ao sistema visual e ao corpo humano (dentre estes o cérebro e a cabeça); permitem até sanar dores; possibilitam uma nova forma de observação, percepção e conhecimento do seu entorno, do mundo, dos horizontes que não lhes eram possíveis enxergar ou descobrir, ou simplesmente ampliam os atuais horizontes, ou até mesmo nos possibilitam maior interação pessoal e social de diferentes níveis e funções.

Quando alguém percebe as imagens distorcias, como sombras e vultos, ou quando a visão nos incomoda com dores e outros  transtornos que nos causam sofrimentos, impõem limitações de toda sorte e perturbam o equilíbrio emocional ou pessoal, e que também podem nos privar da beleza da luz e do nascer de um novo dia.

Quando vemos as coisas com pouca clareza e nitidez, e deixamos de tomar decisões ou fazer as coisas certas e necessárias a nós e aos que nos cercam, nos privando de escolhas de benefícios e de uma vida plena e real, é hora de buscar ajuda, que a princípio até podemos não perceber qual será a ideal, mas que em dado momento seja por nós mesmo ou em razão de uma intervenção externa, concluiremos que faz-se necessário buscar um médico, alguém que pode entender e apontar a cura para a visão prejudicada, para os males decorrentes e que afetam nosso bem-estar e nossa vida presente e futura.

Naturalmente o doutor competente para cuidar de nós, indicará a forma que melhor se ajusta ao nosso caso e a nossa condição, usará métodos e instrumentos que podem nos fazer muito bem, mesmo que em um primeiro momento nos tragam algum incomodo, e nos encaminhará ao local ou àqueles que contribuem para o tratamento e para nossa recuperação, para que providenciem os meios (os óculos) que nos resgataram das circunstâncias e situações que nos levam à escuridão.

Os óculos a que nos referimos antes, são apenas objetos (feitos pelo homem), compostos de lentes (vidro, resinas, etc), de armações (de metal e plástico), que dependem de nossa disposição em buscar a correção dos males, procurar um médico capaz e experiente, e também de adotarmos as recomendações e preceitos instituídos com o tratamento para que alcancemos a cura esperada.

Semelhantes aos óculos objetos, há os óculos (se assim podemos chamar), que tratam dos problemas e deficiências  relativas  a nossa visão espiritual, da  falta, da presença ou de distorções na nossa visão de mundo ampliada a dimensões maiores e relacionadas a Deus, a Jesus ao Espírito Santo, ao Reino e a toda criação.

Tais “óculos” que nos permitem corrigir defeitos próprios de cada um de nós, e como seus similares de origem humana (já que estes dos quais falamos neste momento tem concepção divina), permitem-nos  também  enxergar melhor e eliminar dificuldades de compreensão e leitura, mas desta feita das mensagens e ensinamentos santos; por fim aos males que atingem o nosso corpo, mas também a nossa alma; curar todas formas de dores e sofrimentos, e não apenas os provenientes da visão deficiente; e nos possibilitam ainda, enxergar muito além dos horizontes visíveis, ver caminhos e trajetórias santas, assim como fazer escolhas que podem nos levar a mais verdadeira e plena forma de vida.

Estes “óculos espirituais” são graças de Deus em nossas vidas, sejam eles dons atribuídos ou dados àqueles que são ou serão instrumentos divinos, ou simplesmente frutos direto da misericórdia de Deus, que chegam também através de ações e prescrições emitidas pelos maiores especialistas nos assuntos espirituais, os verdadeiros médicos: o Espírito Santo, Jesus Cristo e o próprio Pai.

Deus usando de instrumentos poderosos, as Sagradas Escrituras e a Igreja, por exemplo, disponibiliza os “óculos” que se materializam na forma de pessoas, são os guias espirituais que estão acessíveis a nós, sacerdotes e leigos (vocacionados ou não), os irmãos agraciados pela misericórdia divina com os dons e com a fé que os põem a serviço da Santa Trindade e do Reino, evangelizando, assistindo, partilhando e pondo-se em verdadeira comunhão fraternal, amando como nos amou Jesus e que através de gestos e ações, presença e intenções, pensamentos e disposição, nos ajudam a ver, a enxergar o que se realiza em nossas vidas e ao nosso redor, por força das obras de Deus.

Estes “óculos especiais”, estes instrumentos do Espírito Santo que com seus ensinamentos e interpretações sobre as mensagens de Deus, com as manifestações dos dons que lhe foram concedidos, nos ajudam a ter fé e esperança e a compreender da forma mais adequada tudo aquilo que transcende a nossa visão materialista, e que assim nos levam a enxergar um futuro além dos nossos horizontes, onde há uma vida plena e saudável, sem dor, sem sofrimentos, sem limitações e  na presença de Deus e daqueles que aceitaram a Jesus.

Também nos permitem já aqui, corrigir defeitos próprios de nós e oriundos dos nossos instintos egoístas, da nossa  visão turva e focada no mundano, que nos impedem de fazer  as melhores escolhas de vida, fonte da paz e da felicidade mesmo em meio a turbulências; e que também nos fazem enxergar nossos semelhantes de uma forma distorcida, onde não nos é revelada a presença de Deus em nossos irmãos. 

Podemos então com os “óculos” adequados, indicados por Jesus e produzidos pela intervenção do Espírito Santo, enxergar a luz e tudo que vai nos guiar ao Reino, assim como enxergar o que é verdadeiramente belo e está entre nós.

Mas assim como nos óculos produto das  óticas e especialistas, que necessitam de nossa intenção de procurar a recuperação da visão e a cura para os males que nos afligem, levando em conta não só as nossas necessidades, mas principalmente a boa e intervenção e a adequada conduta do médico, e o nosso compromisso ao usar os instrumentos postos para nós, seguindo fiel e plenamente o tratamento prescrito.

Para usar os “óculos espirituais” e ter a cura plena para tudo que nos causa mal, é necessário que tenhamos a vontade de procurar a ajuda adequada, que como já dissemos pode ser obtida não em óticas, mas através da Bíblia e da Igreja, usando os instrumentos e preceitos dados pelo Espírito, mas que necessitam de nossa total disposição em usar e seguir o que for receitado.

Lembrem-se os óculos ao serem usados inicialmente podem trazer desconforto passageiro, mas é perceptível os seus efeitos bons e o resultado final, da mesma forma ocorre com àqueles que se deparam com os  que  podem ser verdadeiros “óculos” de Deus, seus gestos e suas ações podem  nos incomodar inicialmente, causar um choque ou forçar uma quebra de atitudes em nós, mas os  frutos são do Espírito Santo, e estes são maravilhosos, inconfundíveis e profundos.

O tratamento do Espírito Santo alegra a alma e nos modifica para o bem, não deixando sombras nem escuridão em nossas vidas.

Resta a você ouvir o que nos disse Jesus quando propiciou a cura a um cego enquanto instruía os que discípulos que seriam guias de multidões ("óculos" para muitos), que não conseguem ver a luz ou os caminhos postos para nós, por Deus,  João 9:04-07 :

"Nós temos que realizar as obras daquele que me enviou, enquanto é dia.  Está chegando a noite, e ninguém poderá trabalhar. Enquanto estou no mundo, eu sou a luz do mundo."   Dizendo isso, Jesus cuspiu no chão, fez barro com a saliva e com o barro ungiu os olhos do cego.  E disse: "Vá se lavar na piscina de Siloé." (Esta palavra quer dizer "O Enviado").  O cego foi, lavou-se, e voltou enxergando.

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Quando as águas acalmarem

Imaginemos que diante de nós corre um curso d’água com uma força e velocidade tal, que revolve e arrasta tudo a sua frente,  ao ponto de não conseguirmos ver o que há de bom e bonito no fundo deste rio, nem entendermos seus sinais ou o que se processa no momento, nem qual a duração e o tempo que tudo levará, qual a mensagem  a ser decifrada e que flui com a corrente, ou até mesmo se  somos capazes de perceber quanta vida ainda está presente lá, na forma de plantas, peixes, animais e outros organismos, assim como de minerais e outras formas existentes, todos expostos a torrente e aos eventos que ocorrem rápida e intensamente e não pouparam alguns, que eliminará velhos obstáculos e limpará o que está em excesso, mas que torna o processo e o meio rico e saudável, indispensáveis a tudo a sua volta, e também a nós porque se faz presente em nossas vidas atingindo nosso ambiente de muitas maneiras.  

Não é uma situação ilusória, hipotética, quantas vezes vemos acontecer na natureza situações como esta, e quantas transformações ocorrem?
Quantas vezes elas ocorrem seguindo uma lógica e razões que nem sempre podemos explicar e compreender? Algumas até podem e são associadas a nós ou ao meio que estamos ou influímos, mas não são plenamente compreendidas.

Quantos de nós, mesmo sem enxergarmos ou entendermos o que ocorre, somos capazes de crer e esperar, que passado algum tempo tudo se acalmará e toda a beleza do rio, do que se encontra nas margens e no leito, e também no fundo das águas ficará visível e clara, e a vida, e o meio florescerá ou virá à tona com uma intensidade e um poder maravilhoso, que causará admiração, satisfação e bem estar a nós, por podermos então ver o quanto é bom e bonito o que restou ou resultou de toda aquela transformação, de momentos tão intensos e fortes vivenciados durante um intervalo de tempo nem sempre preciso, difíceis a princípio, mas que parecem obedecer a um conjunto de forças que são maiores do que o meio e do que nós, e culminam para um estado de harmonia e equilíbrio que não conseguimos imaginar e só são possíveis por razões que nem sempre dominamos ou aceitamos, sobrenaturais e perfeitas mesmo sendo desconhecidas, imagináveis, e incríveis, milagres que só os que tem fé reconhecem.

Ao vermos tais eventos ocorrerem, e após nos depararmos com a plenitude dos acontecimentos nós não conseguimos negar que há uma razão para tudo, e não é difícil concluir que mesmo após um grande turbilhão, pela ação divina a vida ressurge como um presente, uma benção, com toda sua força e beleza, renovando tudo e a nós mesmos!

Só precisamos entender que o curso d’água, o rio que corre, com força e tudo muda e atinge, é um instrumento nas mãos do Senhor, e todo o processo pode ser comparado com alguns momentos de nossas vidas,  quando atordoados passamos por um turbilhão, por razões que nem sempre entendemos ou que não são de nossa responsabilidade, que nestes processos há sinais, mensagens e situações que não alcançamos, mas que seguem a uma lógica maior e indicam que tudo ficará bem ao final, pois é pra isto que caminha todo projeto de Deus, e nós somos parte fundamental deste projeto, e se permanecermos com fé e esperança, acreditando na força do Espírito Santo que não está distante nem alheio aos acontecimentos, deixando que se realize o necessário  para as mudanças e para renovação da  vida, sem perder a convicção de que a seu tempo as águas acalmarão e o equilíbrio se instalará ao nosso redor, então teremos a penas que fazer um gesto simples, dirigir nossas mãos na direção do Senhor, e toda a riqueza virá á tona por força da ação de Deus, para depois de tudo  podermos constatar admirados o quanto tudo é ainda mais belo em nós e em nossa volta  após a torrente, conhecendo que as obras mais difíceis e intensas geram o que há de mais belo.

No final de tudo estaremos  também fortalecendo nossa fé cada vez mais e com a certeza de que sempre a vida ressurgirá em nós não importa o que nos ocorra, porque há um Deus que comanda tudo, mesmo quando mão entendemos ou permitimos, tão somente por ser Ele fiel e misericordioso, e este tem sobre seu controle os rios e correntes que desaguam sobre nós, com força e sem precedentes para nos transformar num único instante.   

Naum 1:7-8

Javé é bom!
Refúgio seguro nas horas de aperto:
conhece aqueles que nele confiam,
quando acontece uma inundação.
Extermina quem se levanta contra ele,
persegue os inimigos até o escurecer.