Quantas pessoas você conhece, e que num dado momento deixou você surpreso ao revelar uma beleza maravilhosa?
Muitas vezes nos concentramos em observar a superfície, a aparência, e ela nem sempre é agradável de se ver, principalmente no que se refere as pessoas. Não me refiro apenas aos aspectos físicos e estéticos, mas principalmente ao que percebemos em gestos, atitudes, comportamentos, pensamentos e expressões.
Outras vezes há naqueles que observamos ou convivemos, uma certa dificuldade em comunicar e apresentar quem realmente são, seja isto voluntário ou não, seja por timidez, por limitações próprias de cada pessoa, seja por que estes carregam em si marcas, mágoas, dores e frustrações, receios e experiências difíceis e que modificam sua aparência (não necessariamente física).
Há muitas outras facetas, nem sempre oriundas de uma situação ou condição negativa vivida, muitos guardam dentro de si sentimentos e perspectivas outras, que até para si mesmas é de difícil compreensão e/ou aceitação, e tornam limitado o conhecimento destas.
Muitas pessoas sejam por nossa inadequada percepção, e por nossa incompreensão, ou por sua incapacidade de lidar com suas experiências e expectativas, se apresentam como que mascaradas. Infelizmente nós nem sempre percebemos isto, algumas vezes nem nos preocupamos em olhá-las com outros olhos, em compreendê-las, e nos prendemos as expressões que as máscaras nos apresentam, e muito mais as más do que as que são boas.
O propósito desta reflexão, é chamar a sua atenção para algo fundamental para um convívio com pessoas (qualquer que seja a forma de convívio).
Busque olhar as pessoas sempre além da superfície, além das máscaras, e não construa sua percepção sobre ela pelo que possa lhe apresentar a primeira vista, permita e incentive-a a mostrar o que nem sempre é facilmente revelado. Faça isto desprovido de impressões baseadas em aparências, sem julgamentos, sem restrições e sempre buscando uma atitude sincera e acolhedora.
Geralmente as pessoas nos mostram o quanto são bonitas, quando nós as olhamos com os olhos de um verdadeiro cristão, com amor, ternura e verdade no coração.
Lembre-se do que fez Jesus: Ele sempre acolheu a todos com amor e com os olhos de quem ama, acreditando sempre no que havia de bom por trás das máscaras de cada um, e desta forma Jesus também modificava a forma como cada um via a si mesmo, ajudando-os a removerem as suas máscaras, e Ele não usava de falsidade ou hipocrisia, era sempre com a verdade, compreensão, humildade e plena caridade.
Para Jesus, havia uma pessoa bonita e merecedora de amor mesmo naqueles a quem a sociedade rejeitava, e que só precisavam serem olhados de uma outra forma e receberem uma nova oportunidade. Jesus permitia que cada um descobrisse a si mesmo ao se deixar revelar verdadeiramente, foi assim com a mulher samaritana, com a pecadora e com tantos outros a quem Jesus amou.
Leiam Lucas 07:36-50 e João 04:07-15
Façamos nós como Jesus: amar como Ele amou, sentir como Ele sentiu , sorrir como Ele sorria!
Espaço para divulgação da palavra de Deus, em prol da obra do Senhor JESUS. Para quem têm sede e fome da verdade. Para quem busca ajuda e conforto, fraternidade, esclarecimento e luz.
Bem vindos! O Senhor precisa de nós em sua obra, participe!
O que nos inspirou a criar este espaço foi resumido pelas palavras de JESUS em João 12:46 à 50, e foi também nossa primeira postagem. Espero que possamos cumprir o propósito desta obra, que é: levar a palavra e a verdade ao alcance de todos, e poder propiciar um espaço destinado à paz, à caridade, ao conforto e ao convívio dos cristãos. Segundo a URLmétrica estamos na posição 605.892 (antes 599.772º há 5 anos) no ranking do Brasil, entre vários milhões de sites existentes! Mas segundo o Google, são 1.113 visitas no mês passado. Obrigado aos mais de 59,2 mil visitantes nos 8 anos e 8 meses, numa média de 569 acessos por mês. Obrigado Jesus!
FELIZ 2019 A TODOS QUE NOS VISITAM!
A grandiosidade de DEUS
Via láctea, presente divino
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Pregação do Pe. Demétrio Gomes - Acampamento Revolução Jesus
Quem é Deus para mim?
Jesus foi à região de Cesareia de Filipe e ali perguntou aos discípulos: “Quem é que as pessoas dizem ser o Filho do Homem?” Eles responderam: “Alguns dizem que és João Batista; outros, Elias; outros ainda, Jeremias ou algum dos profetas”. “E vós”, retomou Jesus, “quem dizeis que eu sou?” (Mateus 16,13-15).
Hoje, podemos nos sentir interpelados por Deus, que nos pergunta: "E vós, quem dizeis que eu sou? Quem os homens dizem que é Filho do Homem?"
No mundo em que vivemos, muitas pessoas conhecem Jesus Cristo, falam d'Ele, mas será que nós sabemos quem é Jesus Cristo? Eu penso que não. Se fizéssemos uma pesquisa ao final de uma Santa Missa e perguntássemos às pessoas: "Quem é Jesus Cristo?" Ouviríamos respostas muito diferentes, porque cada um acha que Ele é uma determinada pessoa ou imagem, mas geralmente não é Aquele que se revela a nós. Se fizermos essa pergunta a alguém que tenha uma visão marxista, possivelmente ouviríamos: “Jesus Cristo é o grande revolucionário libertador, que nos libertou da opressão do Império Romano, que vem nos salvar das opressões políticas”. Se perguntarmos isso a um jovem, com certeza, ouviríamos: “Jesus Cristo é o cara!”, “É o meu amigão”. Mas muitas dessas visões são redutivistas, não expressam quem é o Senhor em toda Sua grandeza. O Senhor não é simplesmente o “meu amigo”, Ele é o Cristo, o Filho de Deus vivo.
Em muitos desses exemplos, a figura de Cristo é definida em relação a "mim". Ele é o "meu" libertador, o espírito de luz que veio para "me" iluminar. São sempre definições funcionais. Não interessa quem é Cristo em si mesmo, mas quem Ele é para "mim". Isso não é uma novidade na Teologia, na história da Igreja.
No século 16, Martinho Lutero dizia que a razão do homem estava tão corrompida pelo pecado que não podia perceber quem era Deus. “O que Jesus Cristo é em si mesmo não me importa, o que me importa é quem é Jesus para mim. E Ele é o salvador para mim”. Lutero ignora toda uma tradição da Igreja, pela qual tantos homens tiveram que morrer para defendê-la.
Uma visão funcional de Deus pode ser sempre substituída. Se Deus é sempre o meu amigo, posso encontrar um amigo aqui na terra e substituí-Lo. Grande parte do ateísmo contemporâneo é parte disso. Nós católicos não podemos ir à Missa porque ela nos faz bem, mas porque Deus é Deus e merece toda adoração. Não vamos à igreja para nos sentirmos bem, mas para dar o culto verdadeiro ao único Deus verdadeiro.

Seria errado dizer que o Senhor é o meu libertador, o meu salvador, o meu amigo? Não, mas tudo é consequência daquilo que Deus é. Por isso interessa aqui descobrir um pouco mais sobre quem é esse Deus maravilhoso de que tanto os homens falam. Não seria petulante de nossa parte definir quem é o Senhor? Seria e não pretendo fazer isso. Nós podemos conhecer algo de Deus, mas não completamente. Deus é sempre cognoscível, mas não compreensível. Isso significa que podemos sempre conhecer algo do Senhor, mas não podemos esgotar tudo aquilo que Ele é na nossa pequena inteligência.
Deus é infinito, mas, quando o homem quer encaixá-Lo na sua pequena cabeça, entram aí as heresias. Então, como falar desse Deus cognoscível, mas não compreensível? Nós somos capazes de Deus, somos capazes de conhecê-Lo. O Catecismo da Igreja Católica (CIC) enumera algumas fontes. O primeiro meio é a obra da criação. O Senhor quando cria, deixa na criação a Sua pegada, os Seus rastros.
“Pois o que de Deus se pode conhecer é a eles manifesto, já que Deus mesmo lhes deu esse conhecimento.20.De fato, as perfeições invisíveis de Deus — não somente seu poder eterno, mas também a sua eterna divindade — são claramente conhecidas, através de suas obras, desde a criação do mundo. Portanto, eles não têm desculpa” (Romanos 1,19-20).
Através da beleza da criação, o homem chega ao seu Criador. Portanto, existe, sim, um meio racional para nos aproximarmos desse conhecimento de Deus. A Igreja exalta a razão humana, ela é uma das únicas vozes que se levantam para defender a razão do homem.
Papa João Paulo II, na Encíclica “Fé e Razão”, afirma que “a fé e a razão são como duas asas que nos elevam ao conhecimento de Deus”, portanto, ambas nos aproximam do Senhor. Por isso a Igreja nunca temerá a ciência, porque esta nunca poderá negar tudo aquilo em que ela crê. Por essa razão, se quisermos ser fiéis a Cristo, temos de aprender a pensar, a raciocinar, pois é sobre a razão que se assenta a nossa fé.
A fé não suprime a razão, mas a dilata, abre seus horizontes. Portanto, católicos: aprendam a rezar a sua fé, conheçam a doutrina da Igreja, que nos salva e nos dá a verdadeira e autêntica libertação.
No final deste ano de 2012, entraremos no 'Ano da Fé' a pedido do Papa Bento XVI. Ele tem reiterado aos católicos que estudem o Catecismo da Igreja Católica, que nos debrucemos sobre ele. Um católico que não estuda é um católico que não tem raízes. Não estudar é um pecado de omissão. Um católico que não estuda sua fé se torna um verdadeiro parasita na Igreja.

A poucos dias, o Papa Bento XVI fez um discurso aos diplomatas da Santa Sé e afirmou que as uniões do mesmo sexo implicam um grande desastre para a humanidade, porque homem com homem e mulher com mulher não dão seguimento à sociedade, aos homens, pois não podem gerar.
Caríssimos, o que nós católicos queremos é que os homens utilizem a sua razão. Essas críticas ao Papa e à Igreja são fundamentalistas. Amigos, usem a razão; se não podem alcançar a fé, façam uma força para pensar. Dialogue no plano da razão se você não for humilde o bastante para dialogar na fé. A razão, portanto, é um meio de conhecermos Deus, mas ela não está totalmente plena.
Existe um meio superior para conhecer a Deus que é a revelação. O que o Magistério da Igreja afirma que, embora possamos conhecer algo do Senhor, frequentemente nos equivocamos acerca d'Ele, por isso Ele vem ao homem e se revela a ele. A nossa religião nada de forma contrária às outras religiões, pois estas testemunham o homem que busca a Deus e, frequentemente, o fazem por caminhos errados. Mas nós falamos de Deus que se revela ao homem, que se dá a ele por meio de patriarcas e profetas.
O segundo meio de conhecimento de Deus é a fé. Podemos conhecer o Senhor graças à revelação. Quem é esse Deus a quem adoramos, que, se não Se revelasse, não O conheceríamos plenamente? Deus é amor e quem permanece no amor permanece em Deus e Deus nele. O Todo-poderoso se autodefine como amor.
Os filósofos neoplatônicos do século I diziam que o bem é difusivo por natureza, tende a se espalhar, ele se difunde, e Deus é o Sumo Bem. O amor também quer fazer com que outros seres participem do seu amor.
A criação é ato do transbordamento do amor de Deus. Tudo o que é criado só existe porque Deus ama. Inclusive o demônio é amado pelo Senhor, porque, se não o fosse, simplesmente desapareceria.
Foi por cada um de nós que Deus criou todo o universo. Toda a criação existe para o homem. Toda a natureza existe para que o homem cuide dela. Dentre as obras perfeitas do Senhor está a Virgem Maria, a obra mais perfeita que saiu das mãos do Senhor.
Ele cria tudo por nós, mas o homem O nega. O que mais impressiona é Deus praticamente "mendigar" o amor do homem. Ele não desiste de nós. O Senhor tem sede de que tenhamos sede d'Ele. Ele implora nosso amor e não podemos ficar indiferentes a esse amor. A razão de nossa alegria está no Senhor. Ele nos ama com amor eterno e isso nos basta. Só essa afirmação seria o bastante para curar todos os desamores que experimentamos ao longo da vida, seja com a família seja com os amigos.
Essa é a alegria de nossa vida. O Senhor nos ama com amor eterno e esse amor é totalmente gratuito. Se não tivéssemos isso claro, seríamos verdadeiros "voluntaristas", ou seja, sujeitos que fazem as coisas porque fazem, porque mandam-nos fazer, porque querem. Mas devemos rezar, porque os nossos sacrifícios nascem de um coração agradecido a Deus. Quando entendermos isso, pararemos de reclamar das dificuldades da vida, porque elas nos unem ao Senhor.
Quero pedir a você o firme propósito que o Papa tem nos pedido. Todos nós temos o firme compromisso de estudarmos o Catecismo da Igreja Católica e nos debruçarmos na doutrina sagrada.
Sejam católicos coerentes que amam o Senhor, não só com o coração, mas com toda a mente e com toda a força.
Transcrição e adaptação: Michelle Mimoso
Reproduzido do portal da Canção Nova em 13.01.2012
Padre Demétrio Gomes
Foto: Mariana Lazarin/cancaonova.com
Hoje, podemos nos sentir interpelados por Deus, que nos pergunta: "E vós, quem dizeis que eu sou? Quem os homens dizem que é Filho do Homem?"
No mundo em que vivemos, muitas pessoas conhecem Jesus Cristo, falam d'Ele, mas será que nós sabemos quem é Jesus Cristo? Eu penso que não. Se fizéssemos uma pesquisa ao final de uma Santa Missa e perguntássemos às pessoas: "Quem é Jesus Cristo?" Ouviríamos respostas muito diferentes, porque cada um acha que Ele é uma determinada pessoa ou imagem, mas geralmente não é Aquele que se revela a nós. Se fizermos essa pergunta a alguém que tenha uma visão marxista, possivelmente ouviríamos: “Jesus Cristo é o grande revolucionário libertador, que nos libertou da opressão do Império Romano, que vem nos salvar das opressões políticas”. Se perguntarmos isso a um jovem, com certeza, ouviríamos: “Jesus Cristo é o cara!”, “É o meu amigão”. Mas muitas dessas visões são redutivistas, não expressam quem é o Senhor em toda Sua grandeza. O Senhor não é simplesmente o “meu amigo”, Ele é o Cristo, o Filho de Deus vivo.
Em muitos desses exemplos, a figura de Cristo é definida em relação a "mim". Ele é o "meu" libertador, o espírito de luz que veio para "me" iluminar. São sempre definições funcionais. Não interessa quem é Cristo em si mesmo, mas quem Ele é para "mim". Isso não é uma novidade na Teologia, na história da Igreja.
No século 16, Martinho Lutero dizia que a razão do homem estava tão corrompida pelo pecado que não podia perceber quem era Deus. “O que Jesus Cristo é em si mesmo não me importa, o que me importa é quem é Jesus para mim. E Ele é o salvador para mim”. Lutero ignora toda uma tradição da Igreja, pela qual tantos homens tiveram que morrer para defendê-la.
Uma visão funcional de Deus pode ser sempre substituída. Se Deus é sempre o meu amigo, posso encontrar um amigo aqui na terra e substituí-Lo. Grande parte do ateísmo contemporâneo é parte disso. Nós católicos não podemos ir à Missa porque ela nos faz bem, mas porque Deus é Deus e merece toda adoração. Não vamos à igreja para nos sentirmos bem, mas para dar o culto verdadeiro ao único Deus verdadeiro.
"Não vamos à igreja para nos sentirmos bem, mas para dar o culto verdadeiro ao único Deus verdadeiro."
Foto: Mariana Lazarin/cancaonova.com
Seria errado dizer que o Senhor é o meu libertador, o meu salvador, o meu amigo? Não, mas tudo é consequência daquilo que Deus é. Por isso interessa aqui descobrir um pouco mais sobre quem é esse Deus maravilhoso de que tanto os homens falam. Não seria petulante de nossa parte definir quem é o Senhor? Seria e não pretendo fazer isso. Nós podemos conhecer algo de Deus, mas não completamente. Deus é sempre cognoscível, mas não compreensível. Isso significa que podemos sempre conhecer algo do Senhor, mas não podemos esgotar tudo aquilo que Ele é na nossa pequena inteligência.
Deus é infinito, mas, quando o homem quer encaixá-Lo na sua pequena cabeça, entram aí as heresias. Então, como falar desse Deus cognoscível, mas não compreensível? Nós somos capazes de Deus, somos capazes de conhecê-Lo. O Catecismo da Igreja Católica (CIC) enumera algumas fontes. O primeiro meio é a obra da criação. O Senhor quando cria, deixa na criação a Sua pegada, os Seus rastros.
“Pois o que de Deus se pode conhecer é a eles manifesto, já que Deus mesmo lhes deu esse conhecimento.20.De fato, as perfeições invisíveis de Deus — não somente seu poder eterno, mas também a sua eterna divindade — são claramente conhecidas, através de suas obras, desde a criação do mundo. Portanto, eles não têm desculpa” (Romanos 1,19-20).
Através da beleza da criação, o homem chega ao seu Criador. Portanto, existe, sim, um meio racional para nos aproximarmos desse conhecimento de Deus. A Igreja exalta a razão humana, ela é uma das únicas vozes que se levantam para defender a razão do homem.
Papa João Paulo II, na Encíclica “Fé e Razão”, afirma que “a fé e a razão são como duas asas que nos elevam ao conhecimento de Deus”, portanto, ambas nos aproximam do Senhor. Por isso a Igreja nunca temerá a ciência, porque esta nunca poderá negar tudo aquilo em que ela crê. Por essa razão, se quisermos ser fiéis a Cristo, temos de aprender a pensar, a raciocinar, pois é sobre a razão que se assenta a nossa fé.
A fé não suprime a razão, mas a dilata, abre seus horizontes. Portanto, católicos: aprendam a rezar a sua fé, conheçam a doutrina da Igreja, que nos salva e nos dá a verdadeira e autêntica libertação.
No final deste ano de 2012, entraremos no 'Ano da Fé' a pedido do Papa Bento XVI. Ele tem reiterado aos católicos que estudem o Catecismo da Igreja Católica, que nos debrucemos sobre ele. Um católico que não estuda é um católico que não tem raízes. Não estudar é um pecado de omissão. Um católico que não estuda sua fé se torna um verdadeiro parasita na Igreja.
"A criação é ato do transbordamento do amor de Deus."
Foto: Mariana Lazarin/cancaonova.com
A poucos dias, o Papa Bento XVI fez um discurso aos diplomatas da Santa Sé e afirmou que as uniões do mesmo sexo implicam um grande desastre para a humanidade, porque homem com homem e mulher com mulher não dão seguimento à sociedade, aos homens, pois não podem gerar.
Caríssimos, o que nós católicos queremos é que os homens utilizem a sua razão. Essas críticas ao Papa e à Igreja são fundamentalistas. Amigos, usem a razão; se não podem alcançar a fé, façam uma força para pensar. Dialogue no plano da razão se você não for humilde o bastante para dialogar na fé. A razão, portanto, é um meio de conhecermos Deus, mas ela não está totalmente plena.
Existe um meio superior para conhecer a Deus que é a revelação. O que o Magistério da Igreja afirma que, embora possamos conhecer algo do Senhor, frequentemente nos equivocamos acerca d'Ele, por isso Ele vem ao homem e se revela a ele. A nossa religião nada de forma contrária às outras religiões, pois estas testemunham o homem que busca a Deus e, frequentemente, o fazem por caminhos errados. Mas nós falamos de Deus que se revela ao homem, que se dá a ele por meio de patriarcas e profetas.
O segundo meio de conhecimento de Deus é a fé. Podemos conhecer o Senhor graças à revelação. Quem é esse Deus a quem adoramos, que, se não Se revelasse, não O conheceríamos plenamente? Deus é amor e quem permanece no amor permanece em Deus e Deus nele. O Todo-poderoso se autodefine como amor.
Os filósofos neoplatônicos do século I diziam que o bem é difusivo por natureza, tende a se espalhar, ele se difunde, e Deus é o Sumo Bem. O amor também quer fazer com que outros seres participem do seu amor.
A criação é ato do transbordamento do amor de Deus. Tudo o que é criado só existe porque Deus ama. Inclusive o demônio é amado pelo Senhor, porque, se não o fosse, simplesmente desapareceria.
Foi por cada um de nós que Deus criou todo o universo. Toda a criação existe para o homem. Toda a natureza existe para que o homem cuide dela. Dentre as obras perfeitas do Senhor está a Virgem Maria, a obra mais perfeita que saiu das mãos do Senhor.
Ele cria tudo por nós, mas o homem O nega. O que mais impressiona é Deus praticamente "mendigar" o amor do homem. Ele não desiste de nós. O Senhor tem sede de que tenhamos sede d'Ele. Ele implora nosso amor e não podemos ficar indiferentes a esse amor. A razão de nossa alegria está no Senhor. Ele nos ama com amor eterno e isso nos basta. Só essa afirmação seria o bastante para curar todos os desamores que experimentamos ao longo da vida, seja com a família seja com os amigos.
Essa é a alegria de nossa vida. O Senhor nos ama com amor eterno e esse amor é totalmente gratuito. Se não tivéssemos isso claro, seríamos verdadeiros "voluntaristas", ou seja, sujeitos que fazem as coisas porque fazem, porque mandam-nos fazer, porque querem. Mas devemos rezar, porque os nossos sacrifícios nascem de um coração agradecido a Deus. Quando entendermos isso, pararemos de reclamar das dificuldades da vida, porque elas nos unem ao Senhor.
Quero pedir a você o firme propósito que o Papa tem nos pedido. Todos nós temos o firme compromisso de estudarmos o Catecismo da Igreja Católica e nos debruçarmos na doutrina sagrada.
Sejam católicos coerentes que amam o Senhor, não só com o coração, mas com toda a mente e com toda a força.
Transcrição e adaptação: Michelle Mimoso
Reproduzido do portal da Canção Nova em 13.01.2012
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Mesagem do dia em 10.01.2012 na Canção Nova
Reproduzido do portal da Canção Nova
Terça-Feira, 10 de janeiro 2012
Somente pelo poder do Espírito seremos transformados
Terça-Feira, 10 de janeiro 2012
Somente pelo poder do Espírito seremos transformados
Naquele tempo, a Igreja estava apenas começando. Foi preciso realmente todo o poder do Espírito Santo para que ela fosse iniciada. Agora está na hora de o Esposo vir buscar Sua Esposa, Sua escolhida: a Igreja. Por isso é que Ele está concedendo toda essa graça, para estarmos preparados para Sua segunda vinda. Precisamos do derramamento do Espírito Santo. Precisamos ser e permanecer cheios d'Ele. Necessitamos dos Seus dons para nos curar, libertar, restaurar, transformar.
Infelizmente, fomos marcados, feridos, somos doentes, e só pelo poder do Espírito seremos transformados e estaremos preparados para o Senhor, que vem nos buscar. Somos, ao mesmo tempo, a noiva e o amigo do Esposo que vem alertar a noiva. O tempo urge. Precisamos de restauração, de santificação! Nossa vida ainda está enferma; precisamos ser curados, transformados! Isso só acontece pelo poder do Espírito Santo de Deus.
Deus o abençoe!
Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova
(Trecho do livro "Eu e minha casa serviremos ao Senhor" de monsenhor Jonas Abib)
Infelizmente, fomos marcados, feridos, somos doentes, e só pelo poder do Espírito seremos transformados e estaremos preparados para o Senhor, que vem nos buscar. Somos, ao mesmo tempo, a noiva e o amigo do Esposo que vem alertar a noiva. O tempo urge. Precisamos de restauração, de santificação! Nossa vida ainda está enferma; precisamos ser curados, transformados! Isso só acontece pelo poder do Espírito Santo de Deus.
Deus o abençoe!
Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova
(Trecho do livro "Eu e minha casa serviremos ao Senhor" de monsenhor Jonas Abib)
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