Bem vindos! O Senhor precisa de nós em sua obra, participe!

O que nos inspirou a criar este espaço foi resumido pelas palavras de JESUS em João 12:46 à 50, e foi também nossa primeira postagem. Espero que possamos cumprir o propósito desta obra, que é: levar a palavra e a verdade ao alcance de todos, e poder propiciar um espaço destinado à paz, à caridade, ao conforto e ao convívio dos cristãos. Segundo a URLmétrica estamos na posição 605.892 (antes 599.772º há 5 anos) no ranking do Brasil, entre vários milhões de sites existentes! Mas segundo o Google, são 1.113 visitas no mês passado. Obrigado aos mais de 59,2 mil visitantes nos 8 anos e 8 meses, numa média de 569 acessos por mês. Obrigado Jesus!
FELIZ 2019 A TODOS QUE NOS VISITAM!

A grandiosidade de DEUS

A grandiosidade de DEUS
Via láctea, presente divino

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Por que tantas mentiras? De Ricardo Sá

Além de cantor e apresentador na tv Canção Nova o Ricardo Sá escreveu diversas mensagens e um dos seus livros junto com a Eliana é o Quem tem que mudar sou eu!

Acesse  Canção Nova e conheça um pouco mais do seu trabalho.

Quarta, 06 de julho de 2011
Por que tantas mentiras?

Porque a mentira, mãe de tantas outras fraquezas, nunca anda sozinha. Cada mentira precisa sempre de uma outra para apoiar-se. Assim, de mentira em mentira, existem pessoas vivendo uma "pseudovida" fragilmente sustentada por invenções, pura alucinação.

Quem mente é costumeiramente solitário (e diz que não o é!), possui e cultiva falsas amizades e sofre sem contar para ninguém. A verdade, mesmo que custe muito e apareça aos poucos, é o único remédio para tamanha dor e doença.

Quem mente não conhece a Deus!

Agora vamos rezar juntos? Clique no blog.cancaonova.com/ricardosa.

domingo, 3 de julho de 2011

Os 10 mandamentos do Casal - Prof. Felipe Aquino

O trecho abaixo é reproduzido na íntegra do portal da Canção Nova em http://www.cancaonova.com/, apesar de  não termos autorização formal para tanto decidimos postá-lo em nosso blog, mas respeitando o trabalho do Prof. Felipe Aquino e o seu propósito.  A razão pela qual postamos é a nossa convicção de que disseminar estas palavras de sabedoria contribui para o bem dos que por ventura leiam, e claro por não estarmos auferindo qualquer vantagem ou benefício material.  Recomendamos aos que lêem adquirir o livro Família Santuário da Vida e  também acessar o portal da Canção Nova e blog do professor.

Boa leitura, e que Jesus abra os seus corações as palavras e a mensagem permitindo apreender este maravilhoso ensinamento:
Os 10 mandamentos do casal
É mais fácil aprender com o erro dos outros do que com os próprios

Uma equipe de psicólogos e especialistas americanos, que trabalhava em terapia conjugal, elaborou "Os Dez Mandamentos do Casal". Gostaria de analisá-los aqui, já que trazem muita sabedoria para a vida e felicidade dos casais. É mais fácil aprender com o erro dos outros do que com os próprios.



1. Nunca se irritar ao mesmo tempo. A todo custo evitar a explosão. Quanto mais a situação é complicada, tanto mais a calma é necessária. Então, será preciso que um dos dois acione o mecanismo que assegure a calma de ambos diante da situação conflitante. É preciso nos convencermos de que na explosão nada será feito de bom. Todos sabemos bem quais são os frutos de uma explosão: apenas destroços, morte e tristeza. Portanto, jamais permitir que a explosão chegue a acontecer. Dom Hélder Câmara tem um belo pensamento que diz: "Há criaturas que são como a cana, mesmo postas na moenda, esmagadas de todo, reduzidas a bagaço, só sabem dar doçura...".

2. Nunca gritar um com o outro. A não ser que a casa esteja pegando fogo. Quem tem bons argumentos não precisa gritar. Quanto mais alguém grita, tanto menos é ouvido. Alguém me disse certa vez que se gritar resolvesse alguma coisa, porco nenhum morreria... Gritar é próprio daquele que é fraco moralmente, e precisa impor pelos gritos aquilo que não consegue pelos argumentos e pela razão.

3. Se alguém deve ganhar na discussão, deixar que seja o outro. Perder uma discussão pode ser um ato de inteligência e de amor. Dialogar jamais será discutir, pela simples razão de que a discussão pressupõe um vencedor e um derrotado, e no diálogo não. Portanto, se por descuido nosso, o diálogo se transformar em discussão, permita que o outro "vença", para que mais rapidamente ela termine. Discussão no casamento é sinônimo de "guerra"; uma luta inglória. "A vitória na guerra deveria ser comemorada com um funeral", dizia Lao Tsé. Que vantagem há em se ganhar uma disputa contra aquele que é a nossa própria carne? É preciso que o casal tenha a determinação de não provocar brigas; não podemos nos esquecer de que basta uma pequena nuvem para esconder o sol. Muitas vezes, uma pequena discussão esconde por muitos dias o sol da alegria no lar.



4. Se for inevitável chamar a atenção, fazê-lo com amor. A outra parte tem de entender que a crítica tem o objetivo de somar e não de dividir. Só tem sentido a crítica que for construtiva; e essa é amorosa, sem acusações e condenações. Antes de apontarmos um defeito, é sempre aconselhável apresentar duas qualidades do outro. Isso funciona como um anestésico para que se possa fazer o curativo sem dor. E reze pelo outro antes de abordá-lo em um problema difícil. Peça ao Senhor e a Nossa Senhora que preparem o coração dele para receber bem o que você precisa dizer-lhe. Deus é o primeiro interessado na harmonia do casal.



5. Nunca jogar no rosto do outro os erros do passado. A pessoa é sempre maior que seus erros, e ninguém gosta de ser caracterizado por seus defeitos. Toda as vezes em que acusamos a pessoa por seus erros passados, estamos trazendo-os de volta e dificultando que ela se livre deles. Certamente não é isso que queremos para a pessoa amada. É preciso todo o cuidado para que isso não ocorra nos momentos de discussão. Nessas horas o melhor é manter a boca fechada. Aquele que estiver mais calmo, que for mais controlado, deverá ficar quieto e deixar o outro falar até que se acalme. Não revidar em palavras, senão a discussão aumenta e tudo de mau pode acontecer em termos de ressentimentos, mágoas e dolorosas feridas. Nos tempos horríveis da "Guerra Fria", quando pairava sobre o mundo todo o perigo de uma guerra nuclear, como uma espada de Dâmocles sobre as nossas cabeças, o Papa Paulo VI avisou o mundo: "A paz se impõe" somente com a paz, pela clemência, pela misericórdia, pela caridade. Ora, se isso é válido para o mundo encontrar a paz, muito mais é válido para todos os casais viverem bem. Portanto, como ensina Thomás de Kemphis, na Imitação de Cristo: "Primeiro conserva-te em paz, depois poderás pacificar os outros". E Paulo VI, ardoroso defensor da paz, dizia: "Se a guerra é o outro nome da morte, a vida é o outro nome da paz". Portanto, para haver vida no casamento é preciso haver a paz; e ela tem um preço: a nossa maturidade.



6. A displicência com qualquer pessoa é tolerável, menos com o cônjuge. Na vida a dois tudo pode e deve ser importante, pois a felicidade nasce das pequenas coisas. A falta de atenção para com o cônjuge é triste na vida do casal e demonstra desprezo para com o outro. Seja atento ao que ele diz, aos seus problemas e aspirações.



7. Nunca ir dormir sem ter chegado a um acordo. Se isso não acontecer, no dia seguinte o problema poderá ser bem maior. Não se pode deixar acumular problema sobre problema sem solução. Já pensou se você usasse a mesma leiteira que já usou no dia anterior, para ferver o leite, sem antes lavá-la? O leite certamente azedaria. O mesmo acontece quando acordamos sem resolver os conflitos de ontem. Os problemas da vida conjugal são normais e exigem de nós atenção e coragem para enfrentá-los, até que sejam solucionados, com o nosso trabalho e com a graça de Deus. A atitude da avestruz, da fuga, é a pior que existe. Com paz e perseverança busquemos a solução.



8. Pelo menos uma vez ao dia, dizer ao outro uma palavra carinhosa. Muitos têm reservas enormes de
ternura, mas se esquecem de expressá-las em voz alta. Não basta amar o outro, é preciso dizer isso também com palavras. Especialmente para as mulheres, isso tem um efeito quase mágico. É um tônico que muda completamente o seu estado de ânimo, humor e bem-estar. Muitos homens têm dificuldade nesse ponto; alguns por problemas de educação, mas a maioria porque ainda não se deu conta da sua importância. Como são importantes essas expressões de carinho que fazem o outro crescer: "Eu te amo!"; "Você é muito importante para mim"; "Sem você eu não teria conseguido vencer este problema"; "A sua presença é importante para mim"; "Suas palavras me ajudam a viver"... Diga isso ao outro com toda sinceridade, todas as vezes em que experimentar o auxílio edificante dele.



9. Cometendo um erro, saber admiti-lo e pedir desculpas. Admitir um erro não é humilhação. A pessoa que admite o seu erro demonstra ser honesta consigo mesma e com o outro. Quando erramos não temos duas alternativas honestas, apenas uma: reconhecer o erro, pedir perdão e procurar remediar o que fizemos de errado, com o propósito de não repeti-lo. Isso é ser humilde. Agindo assim, mesmo os nossos erros e quedas serão alavancas para o nosso amadurecimento e crescimento. Quando temos a coragem de pedir perdão, vencendo o nosso orgulho, eliminamos quase de vez o motivo do conflito no relacionamento e a paz retorna aos corações. É nobre pedir perdão!


10. Quando um não quer, dois não brigam. É a sabedoria popular que ensina isso. Será preciso então que alguém tome a iniciativa de quebrar o ciclo pernicioso que leva à briga. Tomar essa iniciativa será sempre um gesto de grandeza, maturidade e amor. E a melhor maneira será não "pôr lenha na fogueira", isto é, não alimentar a discussão. Muitas vezes é pelo silêncio de um que a calma retorna ao coração do outro. Outras vezes, será por um abraço carinhoso ou por uma palavra amiga.
Todos nós temos a necessidade de um "bode expiatório" quando algo adverso nos ocorre. Quase que inconscientemente queremos, como se diz, "pegar alguém para Cristo" a fim de desabafar as nossas mágoas e tensões. Isso é um mecanismo de compensação psicológica que age em todos nós nas horas amargas, mas é um grande perigo na vida familiar. Quantas e quantas vezes acabam "pagando o pato" as pessoas que nada têm a ver com o problema que nos afetou. Algumas vezes são os filhos que apanham do pai que chega em casa nervoso e cansado; outras vezes é a esposa ou o marido que recebe do outro uma enxurrada de lamentações, reclamações e ofensas, sem quase nada ter a ver com o problema em si.

Temos que nos vigiar e policiar nessas horas para não permitir que o sangue quente nas veias gere uma série de injustiças com os outros. E temos de tomar redobrada atenção com os familiares, pois, normalmente são eles que sofrem as consequências de nossos desatinos. No serviço, e fora de casa, respeitamos as pessoas, o chefe, a secretária, etc., mas, em casa, onde somos "familiares", o desrespeito acaba acontecendo. Exatamente onde estão os nossos entes mais queridos, no lar, é ali que, injustamente, descarregamos as paixões e o nervosismo. É preciso toda a atenção e vigilância para que isso não aconteça.

Os filhos, a esposa, o esposo, são aqueles que merecem o nosso primeiro amor e tudo de bom que trazemos no coração. Portanto, antes de entrarmos no recinto sagrado do lar, é preciso deixar lá fora as mágoas, os problemas e as tensões. Estas, até podem ser tratadas na família, buscando-se uma solução para os problemas, mas, com delicadeza, diálogo, fé e otimismo. É o amor dos esposos que gera o amor da família e que produz o "alimento" e o "oxigênio" mais importante para os filhos.


Na Encíclica Redemptor Hominis, o saudoso Papa João Paulo II afirma algo marcante: "O homem não pode viver sem amor. Ele permanece para si próprio um ser incompreensível e a sua vida é destituída de sentido, se não lhe for revelado o amor, se ele não se encontra com o amor, se não o experimenta e se não o torna algo próprio, se nele não participa vivamente" (RH,10). Sem o amor a família nunca poderá atingir a sua identidade, isto é, ser uma comunidade de pessoas.

O amor é mais forte do que a morte e é capaz de superar todos os obstáculos para construir o outro. Assim se expressa o autor do Cântico dos Cânticos: "O amor é forte como a morte... Suas centelhas são centelhas de fogo, uma chama divina. As torrentes não poderiam extinguir o amor, nem os rios o poderiam submergir." (Ct 8,6-7).

Há alguns casais que dizem que vão se separar porque acabou o amor entre eles. Será verdade? Seria mais coerente dizer que o "verdadeiro" amor não existiu entre eles. Não cresceu e não amadureceu; foi queimado pelo sol forte do egoísmo e sufocado pelo amor-próprio de cada um. Não seria mais coerente dizer: "Nós matamos o nosso amor?"

O poeta cristão Paul Claudel resumiu, de maneira bela, a grandeza da vida do casal: "O amor verdadeiro é dom recíproco que dois seres felizes fazem livremente de si próprios, de tudo o que são e têm. Isto pareceu a Deus algo de tão grande que Ele o tornou sacramento."



(Trecho extraído do livro: "Família, santuário da vida").
Felipe Aquino
felipeaquino@cancaonova.com
Prof. Felipe Aquino, casado, 5 filhos, doutor em Física pela UNESP. É membro do Conselho Diretor da Fundação João Paulo II. Participa de aprofundamentos no país e no exterior, escreveu mais de 60 livros e apresenta dois programas semanais na TV Canção Nova: "Escola da Fé" e "Trocando Idéias". Saiba mais em Blog do Professor Felipe Site do autor: www.cleofas.com.br

segunda-feira, 27 de junho de 2011

O amor precisa ser manifestado sempre!

João 15:12-14


O meu mandamento é este: amem-se uns aos outros, assim como eu amei vocês. Não existe amor maior do que dar a vida pelos amigos. Vocês são meus amigos, se fizerem o que eu estou mandando. 

Jesus repetiu o seu maior mandamento em vários momentos de sua presença entre nós, para enfatizar o quanto é sagrado o verdadeiro amor, o quanto o amor é indispensável em nossas relações.   Também personificou plenamente o significado de ser o verdadeiro amigo, não somente por ter dado a sua vida por nós, mas também por cuidar de nós fraternalmente a partir do amor que vem partilhar conosco, por se fazer presente nos momentos difíceis, por levar os seus a enxergarem o bom caminho, por ajudar-nos a encontrar a cura para os males que nos afligem, e por tantas outras ações amorosas que nós podemos e devemos reproduzir em nossas vidas.  Por isso voltamos a abordar um dos trechos mais belos da Escritura, e que se plenamente compreendido e implementado resume tudo o que devemos ser e fazer para estarmos sempre bem e em Cristo.

O amor é um dos mais lindos dons de Deus!

Sim é um dom, pois não é fácil amar verdadeiramente de forma integral e incondicionalmente, mas é possível, Jesus veio ao mundo para nos mostrar como devemos amar e guiar nossas vidas por este sentimento, capaz de nos trazer a salvação e a vida eterna.

O amor é grandioso e se apresenta de várias maneiras, o amor do criador para com a criatura, o amor entre homem e mulher, de pais para com os filhos, entre irmãos, de amigos e para com o próximo, o amor do mestre para com o discípulo, só para citar algumas de suas manifestações.  Ele é essencial nas relações humanas e se constitui na base de toda a verdadeira construção, bem como para própria existência de uma pessoa.

Como já fizemos questão de postar aqui, como forma de prepararmos esta e outras mensagens, repetimos o trecho da carta do apóstolo Paulo,  I Aos Coríntios 13:13

Agora, portanto, permanecem
estas três coisas:
a fé, a esperança e o amor.
A maior delas, porém, é o amor.

Toda essa introdução tem um objetivo, que é contextualiza a importância que tem o amor e a sua origem que é divina, para que possamos abordar alguns males que estão relacionados a falta de amor verdadeiro ou a distorção do conceito por iniciativa de muitos que perderam a percepção da divindade deste maravilhoso sentimento, ou simplesmente o confundem com outras emoções não tão nobres, e esvaziam o seu sentido.

Muitos dos problemas presentes na forma de viver de algumas pessoas, são decorrentes da falta de amor ou de terem recebido em suas relações afetivas algo que é tão somente uma caricatura do amor. É comum não se manifestarem entre as pessoas o amor de amigo (a verdadeira amizade), que pode e deve estar presentes nas relações entre pais e filhos, entre irmãos, ou mesmo entre marido e mulher, e que se manifesta na forma de carinho, atenção, zelo, preocupação, partilha, compreensão, proteção, desprendimento, fraternidade, companheirismo, respeito, dentre outros aspectos.  Há casais que apesar de terem fortes laços emocionais não conseguem serem amigos ou não se vêem desta forma, o mesmo ocorre com irmãos e entre pais e filhos.  O que é lamentável, pois perdem a plenitude da relação!

Infelizmente até mesmo o conceito de amizade adotado por muitos já não é tão nobre e dotado do amor que o caracteriza, as pessoas já não têm muitas das manifestações de afeto que citamos, já não se preocupam ou partilham suas vidas, já não zelam ou se arriscam a fazer o bem a o outro (mesmo que não sejam compreendidas) só pela satisfação de poder ver a pessoa bem, e o que vemos são relações muitas vezes baseadas no interesse ou em trocas afetivas desequilibradas.

Quantos homens ou mulheres assumem o papel de mantedor ou provedor do lar em nossas famílias na estrutura social vigente (num amor orientado a posse ao objeto), e abdicam de se tornarem mais próximos dos que os cercam, sejam pais ou filhos, ou conjuges e até mesmo irmãos e amigos, ou até de manterem hábitos de valorizar o que é realmente valioso e que supre nossas necessidades materiais e espirituais, uma comunhão com Jesus.

Digo abdicar por esquecerem aspectos importantes das suas relações inclusive o amor e a amizade que deviam permeia-las, para dedicar-se a obtenção de bens e dinheiro como forma de suprir as lacunas emocionais e afetivas, ou transformá-las em compensações que passam a sustentar uma relação capenga (deficitária e guiada pelo desamor, pois o valor é transferido para o ter, o querer e o poder).

Às vezes ocupam-se em criar justificativas para suas opções, ou não se preocupam com o que ocorre nem sempre lentamente, ou até transferem para outros tudo aquilo que deveria ser também de sua construção e está sustentado no amor e no afeto.

No bojo de tais relações (não exclusivamente ou tão somente nelas) apresentam-se ou mesmo iniciam-se todas as formas de males que atingem as  pessoas com as quais nos relacionamos, e de diversas formas, todas decorrentes da falta de amor, do desconhecimento, da falta de compreensão e de cumplicidade, da ausência de amizade dentre outras coisas, pois a sempre uma falsa estrutura a suprir as lacunas que deixamos (a do vício, as das baladas, as promiscuas, os círculos de interesse, etc.).

Os prejuízos são muitos a nós mesmos, a família, aos filhos e a todos que de alguma forma estão ligados a nós, e geralmente não se restringe a uma única forma de manifestação do desamor, tornam-se muitas vezes um amontoado de sofrimentos que nem sempre conseguimos superar ou reverter, e o custo da opção equivocada é geralmente muito alto: filhos doentes e desajustados; homens e mulheres presos a situações de pouco respeito; desentendimentos generalizados; violência; vícios; famílias e relações desestruturadas; e muitas outras coisas.  Claro que não é assim tão simples a explicação para tais situações, nem tão dependente de uma única opção errada, como frisamos.

Outro bom exemplo de desamor bem próximo ao que pautamos, ocorrem entre muitas mulheres e homens cuja a sua personalidade foi construída com a ausência de algumas das manifestações de amor (amor ao próximo, a família e a Deus, dentre muitas ausências) e passam a tomar atitudes e conduzir suas vidas a partir da sua própria visão de mundo (no qual o eu vale mais do que o nós).  É comum ver pessoas assim deixarem seus filhos em casa sem a devida assistência afetiva e até material, e curtirem (viverem) o seu instante de satisfação e prazer pessoal sejam sós ou em grupos guiados pelos mesmos interesses (alguns permeados por vícios e atitudes destrutivas), e tornarem-se reféns do que pensam de si mesmas ou das circunstâncias em que se colocam, deixando em segundo plano a partilha, a vida familiar o respeito, etc.   Quando isto acontece não é raro se tornarem motivo de tristeza e dor, provocando marcas profundas nos que os amam, algumas difíceis de serem apagadas.

Não queremos enumerar as situações de desamor que podem ser encontradas entre nós, muito menos esgotar as que listamos ou passar a impressão de que foram suficientemente expressas, mas apenas dar uma dimensão do que pode representar a ausência de amor, afetos e gestos que são decorrentes dele.

É até comum em situações como as citadas que as pessoas que mantém alguma relação com os que vivem tais circunstâncias, simplesmente se fechem a eles, se distanciem ou não queiram ter um gesto de amizade, preocupação ou afeto que possa significar uma intervenção positiva nas vidas delas.

O que queremos é na verdade propor uma reflexão sobre o amor que nos propõe Jesus, pois a nossa intenção é de abordando o tema, levá-los a buscar o significado que só é possível encontrar nas Escrituras, na prática e no convívio em Cristo (inclusive pontuando a necessidade de integração ao grupo cristão que lhe for mais próximo e interessante).  Algo que o leve ter uma melhor percepção de vida sustentada no amor, na fraternidade, na amizade e em Deus.

Por último clamamos aos que concordam com a visão exposta, ressaltando  que deve ser analisada a luz da Palavra para a correção dos devidos exageros, e para melhor norteá-lo, sem deixar de recorrer ao ministro que lhe assiste: que sejam propagadores do amor, que sejam amigos e que se disponham a intervir positivamente na vida dos que lhe são caros, levando a Palavra até eles, trazendo-os ou propondo para eles um convívio fraterno e saudável junto a comunidade cristã, e até mesmo como um verdadeiro amigo (sem julgar, sem cobrar, sem mostrar-se superior, sem apontar soluções ou fórmulas, de forma abnegada e despojada, com a compreensão pautada pelo amor sincero e humilde) mostrar que há riscos em seus caminhos e que há caminhos que podem se constituir em uma construção verdadeira de vida e de amor.

Ao contrário do que muitos pensam é um gesto de verdadeiro amor: cuidar, zelar, compreender, mas também levar conhecimento da Palavra e sobre Jesus aos que amamos e temos por amigo, sem num entanto perder o respeito pela sua individualidade e opção.

Jesus os ilumine na grande tarefa de ser um verdadeiro amigo!