Não desista do que é certo por causa das dificuldades!
Mensagem de Márcio Mendes no programa "Sorrindo pra Vida", da TV Canção Nova, nesta quarta-feira, dia 5 de janeiro de 2011.
Provérbios 16:1-9
1. Cabe ao homem formular projetos em seu coração, mas do Senhor vem a resposta da língua.
2. Todos os caminhos parecem puros ao homem, mas o Senhor é quem pesa os corações.
3. Confia teus negócios ao Senhor e teus planos terão bom êxito.
4. Tudo fez o Senhor para seu fim, até o ímpio para o dia da desgraça.
5. Todo coração altivo é abominação ao Senhor: certamente não ficará impune.
6. É pela bondade e pela verdade que se expia a iniqüidade; pelo temor do Senhor evita-se o mal.
7. Quando agradam ao Senhor os caminhos de um homem, reconcilia com ele seus próprios inimigos.
8. Mais vale o pouco com justiça do que grandes lucros com iniqüidade.
9. O coração do homem dispõe o seu caminho, mas é o Senhor que dirige seus passos.
A nós, seres humanos, cabem os projetos do nosso dia, da nossa vida; mas a resposta e a inspiração vêm de Deus. O homem deve planejar, mas para nós que somos cristãos isso também significa interpretar o plano de amor do Pai para conosco. Esse plano vai se revelando pouco a pouco e precisamos descobri-lo.
Existem muitas pessoas que me perguntam: Por que Deus não nos revela tudo de uma vez? Primeiro, porque saber de tudo que vai acontecer na nossa vida seria muito chato. O incrível da vida é a surpresa do dia a dia. Depois, porque existem coisas que só poderemos saber quando estivermos preparados. Saber antes só iria prolongar o sofrimento.
Deus sabe o que faz e só permite o sofrimento para que cresçamos e nos convertamos. O plano de Deus Pai só se realiza na nossa vida se nós colaborarmos com Ele. O plano não é imposto, é proposto. Há muitas pessoas que não aceitam o projeto de Deus e preferem ficar com o seu pequeno [projeto], alegando que a vida é delas e que fazem o que quiserem.
O caminho do Senhor, pode acreditar, é muito melhor que o seu! Os projetos de Deus para a sua vida são maiores do que você pode imaginar e do que os seus desejos humanos possam querer. Você deve sonhar, porque os sonhos nos levam para frente, mas é preciso estar atento à voz do Pai.
Todo caminho tem seus altos e baixos e você precisa de oração para permanecer na verdade. Não desista do que é certo por causa das dificuldades! Tenha misericórdia de você e das pessoas que o amam e pare de insistir no caminho errado!
Como você espera ser atendido por Deus se você vive magoando seus irmãos? Sim, porque, ao insistir em algo errado, as pessoas que amam você se magoam. Qual é o pai que presenteia um filho que vive massacrando o irmão? Normalmente, o pai coloca-o de castigo.
Primeiro, você precisa sair do caminho do mal, depois, persistir no caminho do bem. Porque não adianta sair e, tempos depois, cair nos mesmos erros de antes. Como evitamos isso? No versículo 6 da passagem que estamos refletindo hoje aparece a resposta: “É pela bondade e pela verdade que se expia a iniquidade; pelo temor do Senhor evita-se o mal”.
Confie os seus negócios ao Senhor e os seus planos terão êxito, meu irmão! É na intimidade, no seu encontro com o Senhor pela oração, que você descobre o que Ele quer de você. A demora de Deus também é uma resposta. É uma preparação para você receber o que deseja. O Senhor fez Moisés esperar 40 anos para receber o seu pedido, que era a libertação do seu povo.
Esperar não é fácil, mas essa disciplina que o Pai nos dá ajuda muito no nosso crescimento. Confie seus projetos nas mãos de Deus, faça essa experiência e compreenda que esta Palavra é verdade.
Márcio Mendes
Missionário da Comunidade Canção Nova
Espaço para divulgação da palavra de Deus, em prol da obra do Senhor JESUS. Para quem têm sede e fome da verdade. Para quem busca ajuda e conforto, fraternidade, esclarecimento e luz.
Bem vindos! O Senhor precisa de nós em sua obra, participe!
O que nos inspirou a criar este espaço foi resumido pelas palavras de JESUS em João 12:46 à 50, e foi também nossa primeira postagem. Espero que possamos cumprir o propósito desta obra, que é: levar a palavra e a verdade ao alcance de todos, e poder propiciar um espaço destinado à paz, à caridade, ao conforto e ao convívio dos cristãos. Segundo a URLmétrica estamos na posição 605.892 (antes 599.772º há 5 anos) no ranking do Brasil, entre vários milhões de sites existentes! Mas segundo o Google, são 1.113 visitas no mês passado. Obrigado aos mais de 59,2 mil visitantes nos 8 anos e 8 meses, numa média de 569 acessos por mês. Obrigado Jesus!
FELIZ 2019 A TODOS QUE NOS VISITAM!
A grandiosidade de DEUS
Via láctea, presente divino
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Mensagem sobre o Natal de Dom Orani divulgada na Rádio Vaticano
26/12/2010 18.29.53
A SAGRADA FAMÍLIA E AS NOSSAS FAMÍLIAS
Rio de Janeiro, 26 dez (RV) - Dentro da oitava de Natal e vivendo as alegrias da festa do Mistério da Encarnação de Jesus Cristo, a Igreja celebra, neste domingo, a festa da Sagrada Família, apresentando-nos Jesus, Maria e José, a família de Nazaré, como inspiradora e modelo para todas as outras.
Todos nós conhecemos os nomes e santidade de seus membros: Jesus – Deus entre nós, que nos salva; Maria – a cheia de graça; José – o homem justo. Uma família sagrada!
Os textos bíblicos dessa festa litúrgica apresentam-nos de um lado a Sagrada Família e de outro as qualidades e as virtudes que devem ser buscadas para que realmente nossas famílias sejam sagradas. A celebração nos convida a refletir sobre a família hoje, seus problemas, desafios e esperanças.
Somos convidados pela Igreja a debruçar nosso olhar sobre esta realidade tão próxima de nossa vida cotidiana como uma chamada de atenção acerca dos rumos que o secularismo leva a dilapidar a entidade familiar, do casamento de um homem com uma mulher. Se nunca olharmos reflexivamente as realidades cotidianas mais próximas, elas perderão sua evidência vital e decairão inexoravelmente. Refletir como cristãos sobre a família hoje é uma necessidade, pois estamos sujeitos a uma pressão contrária constante, e não é cristã, que imperceptivelmente, sem que o percebamos, transforma nosso pensar, e o transforma para pior. Na "pregação" de revistas, novelas, filmes, livros e romances, o amor esponsal não é mais entendido como uma entrega da vida ao cônjuge num decidido amor oblativo que, passando pelas crises do convívio de individualidades diferentes, sempre ressurge, renasce, renova-se, cresce e amadurece. Para eles é entendido como busca da "minha" felicidade, isto é, como busca de si, tornando o amor esponsal superficial e frágil, em que a emotividade subjetiva toma lugar da decisão vital e, com isso, não há capacidade de resistir às inevitáveis tempestades da vida.
O amor esponsal cristão como "decisão de toda uma vida" tem como referencial o amor com que o Senhor nos amou. É um amor que exige busca e luta, sim, mas que dá profunda realização ao viver conjugal, tornando-o elo conquistado de vigor indissolúvel, aliança eterna de duas existências.
É este o amor que tem a capacidade de criar os filhos, educá-los e torná-los aptos para uma vida de bem. Edificados em cima de um fundamento como este, eles não cairão facilmente nos desvios que a face decadente de nossa sociedade ostensivamente lhes oferece, como drogas, sexo, alienação das questões sociais e políticas, exasperada afirmação de si, na indiferença e, muitas vezes, na exclusão e na exploração do outro.
Contemplando a Sagrada Família, somos convidados a olhar para as nossas, que estão expostas a tantas dificuldades. E somos interpelados pelo Evangelho de Jesus Cristo para que façamos delas verdadeiras comunidades de fé e de amor, promotoras e defensoras da vida em todas as dimensões, alicerçadas nos valores da fidelidade e da indissolubilidade.
Ao celebrarmos a festa da Sagrada Família, somos convidados a viver os valores que as leituras bíblicas dessa celebração nos apresentam. O livro do Eclesiástico nos propõe amar e respeitar nossos pais: "Quem honra seu pai alcança o perdão dos pecados, quem respeita sua mãe é como alguém que ajunta tesouros." E o apóstolo Paulo, na Carta aos Colossenses, exorta-nos a revestirmos de misericórdia, bondade, humildade e mansidão, e insiste para que saibamos amar e perdoar. São os caminhos para se construir uma verdadeira família.
Busquemos a inspiração familiar na contemplação da Sagrada Família de Nazaré. Neste dia seguinte ao santo Natal dirijamos o nosso olhar ao Menino Jesus que, na casa de Maria e de José, cresceu em sabedoria e conhecimento, até o dia em que deu início ao seu ministério público.
O Concílio Vaticano II ensina-nos que as crianças desempenham um papel especial, fazendo crescer os seus pais em santidade (cf. Gaudium et spes, 48). Convido os jovens para que reflitam sobre isso, permitindo que o exemplo de Jesus vos oriente não apenas na manifestação do respeito aos vossos pais, mas também os ajudando a descobrir mais plenamente o amor, que confere à vossa vida o sentido mais completo. Na Sagrada Família de Nazaré, Jesus ensinou a Maria e José um pouco da grandeza do amor de Deus, seu Pai celeste, nascente última de cada amor, o Pai de quem toda a paternidade no céu e na terra adquire o seu nome (cf. Ef 3, 14-15).
Que Jesus, Maria e José abençoem e encorajem nossas famílias para que elas sejam fiéis à missão que Deus lhes confiou, sendo verdadeiras "Igrejas domésticas" a testemunhar para o mundo os valores evangélicos, a exemplo da família santa de Nazaré.
† Orani João Tempesta, O. Cist.
Arcebispo Metropolitano de São Sebastião do Rio de Janeiro, RJ
A SAGRADA FAMÍLIA E AS NOSSAS FAMÍLIAS
Rio de Janeiro, 26 dez (RV) - Dentro da oitava de Natal e vivendo as alegrias da festa do Mistério da Encarnação de Jesus Cristo, a Igreja celebra, neste domingo, a festa da Sagrada Família, apresentando-nos Jesus, Maria e José, a família de Nazaré, como inspiradora e modelo para todas as outras.
Todos nós conhecemos os nomes e santidade de seus membros: Jesus – Deus entre nós, que nos salva; Maria – a cheia de graça; José – o homem justo. Uma família sagrada!
Os textos bíblicos dessa festa litúrgica apresentam-nos de um lado a Sagrada Família e de outro as qualidades e as virtudes que devem ser buscadas para que realmente nossas famílias sejam sagradas. A celebração nos convida a refletir sobre a família hoje, seus problemas, desafios e esperanças.
Somos convidados pela Igreja a debruçar nosso olhar sobre esta realidade tão próxima de nossa vida cotidiana como uma chamada de atenção acerca dos rumos que o secularismo leva a dilapidar a entidade familiar, do casamento de um homem com uma mulher. Se nunca olharmos reflexivamente as realidades cotidianas mais próximas, elas perderão sua evidência vital e decairão inexoravelmente. Refletir como cristãos sobre a família hoje é uma necessidade, pois estamos sujeitos a uma pressão contrária constante, e não é cristã, que imperceptivelmente, sem que o percebamos, transforma nosso pensar, e o transforma para pior. Na "pregação" de revistas, novelas, filmes, livros e romances, o amor esponsal não é mais entendido como uma entrega da vida ao cônjuge num decidido amor oblativo que, passando pelas crises do convívio de individualidades diferentes, sempre ressurge, renasce, renova-se, cresce e amadurece. Para eles é entendido como busca da "minha" felicidade, isto é, como busca de si, tornando o amor esponsal superficial e frágil, em que a emotividade subjetiva toma lugar da decisão vital e, com isso, não há capacidade de resistir às inevitáveis tempestades da vida.
O amor esponsal cristão como "decisão de toda uma vida" tem como referencial o amor com que o Senhor nos amou. É um amor que exige busca e luta, sim, mas que dá profunda realização ao viver conjugal, tornando-o elo conquistado de vigor indissolúvel, aliança eterna de duas existências.
É este o amor que tem a capacidade de criar os filhos, educá-los e torná-los aptos para uma vida de bem. Edificados em cima de um fundamento como este, eles não cairão facilmente nos desvios que a face decadente de nossa sociedade ostensivamente lhes oferece, como drogas, sexo, alienação das questões sociais e políticas, exasperada afirmação de si, na indiferença e, muitas vezes, na exclusão e na exploração do outro.
Contemplando a Sagrada Família, somos convidados a olhar para as nossas, que estão expostas a tantas dificuldades. E somos interpelados pelo Evangelho de Jesus Cristo para que façamos delas verdadeiras comunidades de fé e de amor, promotoras e defensoras da vida em todas as dimensões, alicerçadas nos valores da fidelidade e da indissolubilidade.
Ao celebrarmos a festa da Sagrada Família, somos convidados a viver os valores que as leituras bíblicas dessa celebração nos apresentam. O livro do Eclesiástico nos propõe amar e respeitar nossos pais: "Quem honra seu pai alcança o perdão dos pecados, quem respeita sua mãe é como alguém que ajunta tesouros." E o apóstolo Paulo, na Carta aos Colossenses, exorta-nos a revestirmos de misericórdia, bondade, humildade e mansidão, e insiste para que saibamos amar e perdoar. São os caminhos para se construir uma verdadeira família.
Busquemos a inspiração familiar na contemplação da Sagrada Família de Nazaré. Neste dia seguinte ao santo Natal dirijamos o nosso olhar ao Menino Jesus que, na casa de Maria e de José, cresceu em sabedoria e conhecimento, até o dia em que deu início ao seu ministério público.
O Concílio Vaticano II ensina-nos que as crianças desempenham um papel especial, fazendo crescer os seus pais em santidade (cf. Gaudium et spes, 48). Convido os jovens para que reflitam sobre isso, permitindo que o exemplo de Jesus vos oriente não apenas na manifestação do respeito aos vossos pais, mas também os ajudando a descobrir mais plenamente o amor, que confere à vossa vida o sentido mais completo. Na Sagrada Família de Nazaré, Jesus ensinou a Maria e José um pouco da grandeza do amor de Deus, seu Pai celeste, nascente última de cada amor, o Pai de quem toda a paternidade no céu e na terra adquire o seu nome (cf. Ef 3, 14-15).
Que Jesus, Maria e José abençoem e encorajem nossas famílias para que elas sejam fiéis à missão que Deus lhes confiou, sendo verdadeiras "Igrejas domésticas" a testemunhar para o mundo os valores evangélicos, a exemplo da família santa de Nazaré.
† Orani João Tempesta, O. Cist.
Arcebispo Metropolitano de São Sebastião do Rio de Janeiro, RJ
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Mensagem de Marcio Mendes na Canção Nova
Deus nunca despreza um coração necessitado e humilhado
Mensagem de Márcio Mendes no programa "Sorrindo pra Vida" da TV Canção Nova, nesta terça-feira, dia 14 de dezembro de 2010.
Salmo 116,1-19
1. Aleluia! Amo o SENHOR porque escuta o clamor da minha prece.
2. Pois inclinou para mim seu ouvido no dia em que eu o invocava.
3. As cordas da morte me apertavam, eu estava preso nas redes do Abismo; tristeza e angústia me oprimiam.
4. Então invoquei o nome do SENHOR: “Ó SENHOR, salva a minha vida!”
5. O SENHOR é clemente e justo, o nosso Deus é misericordioso.
6. O SENHOR protege os simples: eu era fraco e ele me salvou.
7. Volta, minha alma, à tua paz, pois o SENHOR te fez o bem; ele me libertou da morte, livrou meus olhos das lágrimas, preservou de uma queda meus pés.
8. Caminharei na presença do SENHOR na terra dos vivos.
9. Acreditei, até mesmo quando eu dizia: “É demais meu sofrimento”.
10. Eu disse na hora da aflição: “Todo homem é mentiroso”.
11. Que retribuirei ao SENHOR por todo o bem que me deu?
12. Erguerei o cálice da salvação e invocarei o nome do SENHOR.
13. Cumprirei meus votos ao SENHOR diante de todo o seu povo.
14. É preciosa aos olhos do SENHOR a morte dos seus fiéis.
15. SENHOR, sou teu servo, sim, sou teu servo, filho de tua serva: quebraste as minhas cadeias.
16. Vou te oferecer um sacrifício de louvor e invocarei o nome do Senhor.
17. Vou cumprir minhas promessas ao SENHOR diante de todo o seu povo,
18. nos átrios da casa do SENHOR, no meio de ti, Jerusalém.
A vida de um fiel é preciosa para Deus. Por isso mesmo na morte e nas aflições, louvamos ao Senhor.
Hoje, de maneira especial, rezamos também por Dona Anita, mãe de Luzia Santiago, que faleceu ontem, no dia de 13/12/2010.
Diante da morte temos a oportunidade de refletir como temos vivido e como temos acolhido as chances de fazer o bem às pessoas que nos cercam. Nesta vida só uma coisa prevalece: o amor; diante das mais diversas situações, louvemos a Deus.
Muitas vezes, podemos nos considerar muito simples para fazer uma oração com belas palavras, mas a melhor prece é aquela que sai da simplicidade do coração.
Nesta manhã, bendizemos ao Senhor por meio do Salmo 116, 1-19, cujo título é: “O Senhor escuta a minha prece”. “Amo o Senhor porque escuta o clamor da minha prece [...]”. Isso não quer dizer que amo a Deus só porque Ele escuta a minha prece e faz o que eu desejo.
Sabemos que passamos a amar e a conhecer alguém quando essa pessoa, no momento da nossa aflição, toma a nossa defesa ou é a primeira a nos oferecer ajuda, entre outras coisas. Tais gestos de carinho nos deixam dispostos a nos fazer um com quem primeiro se antecipou em nos ajudar.
É isso que nos ensina esse Salmo. Maior será o nosso agradecimento ao percebermos o amparo de Deus, respondendo à nossa oração em momentos em que já achamos não ter mais condições de suportar tamanha aflição. A nossa oração deixa de ser tão somente repetidos pedidos e louvamos o Senhor por Ele ter respondido a uma necessidade justamente no dia em que precisávamos do Seu amparo.
Deus nunca despreza um coração necessitado, humilhado. E se hoje você está vivendo uma situação que lhe dá impressão de que os laços da morte estão cercando seu coração, clame ao Senhor.
Muitas vezes, nos desculpamos que o Todo-poderoso não nos atende porque somos pecadores; no entanto, o socorro do Senhor nunca se antecipa ou se atrasa. O socorro d'Ele chega no momento exato. Contudo, Ele só pode salvar os “fracos” e humildes, pois aqueles que se acham fortes acreditam não precisar de ajuda.
Um nadador poderá pensar que não necessita de um salva-vidas até o momento em que, talvez exausto por tentar se livrar das ondas, comece a se afogar. Somente assim, percebendo a sua fragilidade e incapacidade de se livrar dos “laços da morte”, ele acolherá o auxílio [do salva-vidas].
Na nossa fraqueza, quando percebemos que por nós mesmos não podemos fazer mais nada, somos capazes de acolher o socorro. Quem se acha forte não reconhece que tem necessidade de Deus na sua vida.
O que devemos pedir ao Senhor justamente no momento de aflição? Na hora da angústia lembremo-nos de invocar o nome do Senhor. Quais são as coisas que o prendem e o angustiam fazendo-o se sentir atormentado? Que lembranças o fazem se sentir acuado? Muitos sentimentos, como a ira, o ciúme e o medo nos matam. Esses sentimentos nos fazem ficar confusos e até considerar que a nossa vida não faz mais sentido algum.
O Senhor quer que o dia de hoje seja diferente para você, mesmo que você considere que sua situação presente é pesada demais para alguém suportar.
Precisamos acreditar que as coisas irão mudar, pois Deus está ao nosso lado. Ele nos criou para a vida!
A nossa oração acontece também ao longo da nossa espera e na confiança de que o Senhor nos ouvirá.
No momento em que nos deixamos ser alcançados por Deus, a paz volta ao nosso coração. Na hora em que nos reconhecemos necessitados, a nossa alma retorna à paz.
Márcio Mendes
Comunidade Canção Nova
Transcrição e adaptação: Dado Moura
Mensagem de Márcio Mendes no programa "Sorrindo pra Vida" da TV Canção Nova, nesta terça-feira, dia 14 de dezembro de 2010.
Salmo 116,1-19
1. Aleluia! Amo o SENHOR porque escuta o clamor da minha prece.
2. Pois inclinou para mim seu ouvido no dia em que eu o invocava.
3. As cordas da morte me apertavam, eu estava preso nas redes do Abismo; tristeza e angústia me oprimiam.
4. Então invoquei o nome do SENHOR: “Ó SENHOR, salva a minha vida!”
5. O SENHOR é clemente e justo, o nosso Deus é misericordioso.
6. O SENHOR protege os simples: eu era fraco e ele me salvou.
7. Volta, minha alma, à tua paz, pois o SENHOR te fez o bem; ele me libertou da morte, livrou meus olhos das lágrimas, preservou de uma queda meus pés.
8. Caminharei na presença do SENHOR na terra dos vivos.
9. Acreditei, até mesmo quando eu dizia: “É demais meu sofrimento”.
10. Eu disse na hora da aflição: “Todo homem é mentiroso”.
11. Que retribuirei ao SENHOR por todo o bem que me deu?
12. Erguerei o cálice da salvação e invocarei o nome do SENHOR.
13. Cumprirei meus votos ao SENHOR diante de todo o seu povo.
14. É preciosa aos olhos do SENHOR a morte dos seus fiéis.
15. SENHOR, sou teu servo, sim, sou teu servo, filho de tua serva: quebraste as minhas cadeias.
16. Vou te oferecer um sacrifício de louvor e invocarei o nome do Senhor.
17. Vou cumprir minhas promessas ao SENHOR diante de todo o seu povo,
18. nos átrios da casa do SENHOR, no meio de ti, Jerusalém.
A vida de um fiel é preciosa para Deus. Por isso mesmo na morte e nas aflições, louvamos ao Senhor.
Hoje, de maneira especial, rezamos também por Dona Anita, mãe de Luzia Santiago, que faleceu ontem, no dia de 13/12/2010.
Diante da morte temos a oportunidade de refletir como temos vivido e como temos acolhido as chances de fazer o bem às pessoas que nos cercam. Nesta vida só uma coisa prevalece: o amor; diante das mais diversas situações, louvemos a Deus.
Muitas vezes, podemos nos considerar muito simples para fazer uma oração com belas palavras, mas a melhor prece é aquela que sai da simplicidade do coração.
Nesta manhã, bendizemos ao Senhor por meio do Salmo 116, 1-19, cujo título é: “O Senhor escuta a minha prece”. “Amo o Senhor porque escuta o clamor da minha prece [...]”. Isso não quer dizer que amo a Deus só porque Ele escuta a minha prece e faz o que eu desejo.
Sabemos que passamos a amar e a conhecer alguém quando essa pessoa, no momento da nossa aflição, toma a nossa defesa ou é a primeira a nos oferecer ajuda, entre outras coisas. Tais gestos de carinho nos deixam dispostos a nos fazer um com quem primeiro se antecipou em nos ajudar.
É isso que nos ensina esse Salmo. Maior será o nosso agradecimento ao percebermos o amparo de Deus, respondendo à nossa oração em momentos em que já achamos não ter mais condições de suportar tamanha aflição. A nossa oração deixa de ser tão somente repetidos pedidos e louvamos o Senhor por Ele ter respondido a uma necessidade justamente no dia em que precisávamos do Seu amparo.
Deus nunca despreza um coração necessitado, humilhado. E se hoje você está vivendo uma situação que lhe dá impressão de que os laços da morte estão cercando seu coração, clame ao Senhor.
Muitas vezes, nos desculpamos que o Todo-poderoso não nos atende porque somos pecadores; no entanto, o socorro do Senhor nunca se antecipa ou se atrasa. O socorro d'Ele chega no momento exato. Contudo, Ele só pode salvar os “fracos” e humildes, pois aqueles que se acham fortes acreditam não precisar de ajuda.
Um nadador poderá pensar que não necessita de um salva-vidas até o momento em que, talvez exausto por tentar se livrar das ondas, comece a se afogar. Somente assim, percebendo a sua fragilidade e incapacidade de se livrar dos “laços da morte”, ele acolherá o auxílio [do salva-vidas].
Na nossa fraqueza, quando percebemos que por nós mesmos não podemos fazer mais nada, somos capazes de acolher o socorro. Quem se acha forte não reconhece que tem necessidade de Deus na sua vida.
O que devemos pedir ao Senhor justamente no momento de aflição? Na hora da angústia lembremo-nos de invocar o nome do Senhor. Quais são as coisas que o prendem e o angustiam fazendo-o se sentir atormentado? Que lembranças o fazem se sentir acuado? Muitos sentimentos, como a ira, o ciúme e o medo nos matam. Esses sentimentos nos fazem ficar confusos e até considerar que a nossa vida não faz mais sentido algum.
O Senhor quer que o dia de hoje seja diferente para você, mesmo que você considere que sua situação presente é pesada demais para alguém suportar.
Precisamos acreditar que as coisas irão mudar, pois Deus está ao nosso lado. Ele nos criou para a vida!
A nossa oração acontece também ao longo da nossa espera e na confiança de que o Senhor nos ouvirá.
No momento em que nos deixamos ser alcançados por Deus, a paz volta ao nosso coração. Na hora em que nos reconhecemos necessitados, a nossa alma retorna à paz.
Márcio Mendes
Comunidade Canção Nova
Transcrição e adaptação: Dado Moura
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